– Renuncio a ter um sector empresarial público com a dimensão própria de uma grande potência, dispensando-me dos benefícios sociais e económicos correspondentes;
– Renuncio ao bem que me faz ver o meu semelhante deslocar-se no máximo conforto de um automóvel de topo de gama pago com as minhas contribuições para o Orçamento do Estado, e nessa medida estou disposto a que se decrete que administradores das empresas públicas, directores e dirigentes dos mais variados níveis de administração, passem a utilizar os meios de transporte que o seu vencimento lhes permite adquirir;

Pois é, quem gosta de ser ROUBADO pelos bancos (sem a C.G.D. já andávamos a pagar taxas de multibanco), quem gosta de ser ROUBADO pelas petrolíferas (com o fim da pública GALP é a roubalheira que se vê…), etc; que faça ‘boa viagem’…