Nunca devemos menosprezar a estupidez humana como força motriz da história. Muitos actos do nosso quotidiano só são explicáveis à luz da imensa estupidez que os motiva. Repare-se em dois acontecimentos muito recentes que tiveram amplo eco na imprensa mundial: um russo com idade para ter juízo morreu, à impensável temperatura de 110 graus, quando disputava um concurso destinado a apurar quem conseguiria resistir mais tempo sob o sufocante calor extremo de uma sauna finlandesa; um reputado cirurgião plástico, daqueles que costumam recauchutar mil beldades de Hollywood, morreu num acidente de trânsito em Los Angeles enquanto enviava um twitter com o mais recente retrato do seu caniche de estimação ao mesmo tempo que conduzia. O caniche, talvez por viajar no banco de trás, sobreviveu ao acidente.
Dois casos que são também notórios sinais dos tempos: por um lado, a desenfreada tentação de protagonismo a qualquer preço; por outro, as novas tecnologias ao serviço do culto da futilidade.
Pura estupidez.


este planeta está perante um momento de perda de prioridades.
A estupidez é um posto, Daniel. Começo a convencer-me disso.
Calma, Pedro… vejamos as coisas de outro prisma; e se fosse a maneira de Deus restringir a humanidade com os menos burros? um por um, vão adormecendo para sempre (não gosto da palavra “morte”) e aos poucos ficam os que têm mais que duas células cinzentas… Eu sei, demora o seu tempo e a politica irá ficar sem líderes mas vá, haja esperança….
(fixe! “não foram encontrados erros ortográficos”. Estou a evoluir, está a ver?)
Margarida, só você para me fazer sorrir com essa sua hipótese filosófica – que afinal talvez seja a que anda mais próxima da verdade.
Bons candidatos para ganhar um Darwin Award (http://"http://www.darwinawards.com"😉
(http://www.darwinawards.com/)
Boa! (seja lá o que for)
Vou fazer link, Pedro.
Obrigado.
Abraço.
Obrigado eu, Ana Paula.
Nem mais!!!
http://devaneiosaoriente.blogspot.com/20 10/08/provar-que-estupidez-dos-homens-na o.html
Este tema é inesgotável, Pedro. Dava para uma rubrica permanente.
Não tenho medo dos maus, mas dos estúpidos!
Belo texto!
Obrigado, Nicolina. Manda a prosa, tá?
Tá 🙂