
Este é o dito pascoal, de hoje mesmo, de Donald Trump. O relevante não é o que temos a dizer sobre isto, nem um bater de asas de borboleta austral somos diante da política americana… Mas relevante é o que temos a dizer, a conviver, com aqueles nossos compatriotas e vizinhos que continuam a encontrar algo racional e até justificado na actual deriva norte-americana (nem mesmo o gago balbuciar de que “os aiatólas são malvados”). Porque me parece evidente que esses – dos ufanos do artigo de opinião na imprensa, pago ou gratuito, à auto-gargalhada de podcast, até aos anónimos das catacumbas dos comentários digitais – são … infrequentáveis. Não por estarem errados. Mas por mera, modesta, indecência. Para quê ouvir ou ler qualquer tralha que escrevam sobre qualquer outro assunto, por comezinho que seja? É que isto já chegou à pura questão da … higiene.

Até no caos existe razão.
Curioso o esforço para ir buscar os aviadores abatidos, pensava que o potus desprezava perdedores, e quem se deixa mandar abaixo vencedor não é.
Já não há palavras para descrever este mostrengo…
Assino por baixo, Pedro.
Boa Páscoa, apesar de tudo
Suspeito que essa atribuição de “Pedro” que me é feita será uma pascoal praga para que venha eu a ser crucificado de cabeça para baixo…
Ninguém cala este exemplar.
Nem a ele nem ao russo.
Ninguém os consegue isolar.
A Europa coitadinha!
Ao menos podemos dizer Viva España que mandou o tipo dar uma volta
Está ali um cristão do caraças, como o próprio decerto diria, que até aproveita o Domingo de Páscoa para birra com asneiredo e blasfémias… Vai mesmo ficar na História, isso é certo.
Frustrado no Nobel, é bem capaz de estar a candidatar-se a Anti-Cristo – mas nem para isso tem mérito suficiente: é demasiado lábil e grunho. Nenhum satanista que se preze votava nele.
Sobre a “tralha”, é isso mesmo: o trumpismo militante apodrece tudo, mesmo o bucólico relato de um piquenique em família debaixo das amendoeiras em flor…
Eu ignoro-os, passo por cima; se não é de todo possível, zurzo. Por higiene, evidentemente. Mas também por prudência: como são fundamentalmente estúpidos, quando não se responde aplicam sempre a explicação da regra dos dois simples, o “quem cala consente”.
Simplesmente vergonhoso!