… não acredito em polvos? Pois bem: não acredito. Nem em oráculos. Portanto, acredito ainda menos em Paul, o oráculo. Para mim, os oráculos são como as bruxas: não existem, pero que los hay, los hay.
Agora que já sabe, posso confessar o que mais me transtorna nesse polvo de aquário feito vedeta tentacular. Com o Paul, caro leitor, acontece-me o mesmo que me acontece com o primeiro-ministro: não acredito nele, pero que lo hay, lo hay.



À lagareiro, com arroz malandrinho, frito, grelhado, já marchava.
Frito quanto antes. E varrido.
Este, é como o nosso primeiro, lá se vai safando …
Que esperem quem já pensava em arrozinho de polvo com filetes do mesmo!
Arrozinho do outro com filetes do dito é que seria mau.
pois…. em todo o caso eu também aposto na Espanha, amanhã logo se tiram as teimas.
:))
Quem sabe, não é? Que los hay, los hay…
Ainda hoje tentei ver se o “Polvo à Lagareira” que almocei ao meio-dia adivinhava os números do Euromilhões, mas estranhamente o bicho não disse nada.
Eu também não acredito…
O comentário que diz “2711” deveria dizer Daniel Santos.
Entendido, Daniel.
João,
É bom não esquecer que o polvo é quem mais ordena!!
Como dizia o outro da varanda do Paço:
– Meu polvo!…
E o outro, também da varanda do Terreiro do Paço:
-O polvo é sereno… é só fumaça… o polvo é sereno…
Eheh…
E também havia outros:
-O polvo é quem mais ordena…
Este, por acaso… até é o lema actual !!!
Lesma actual, talvez…
A propósito de polvos espiritualistas:
http://antifalsidades.blogspot.com/2010/0 7/ai-karamba-que-havia-de-me-dar-para.ht ml
Pois.
Eu, sem os dotes augúricos do polvo, também aposto na vitória espanhola. Na passada segunda-feira, por sinal, travei um estimulante diálogo com um polvo. Foi segunda-feira, num restaurante de praia na Ericeira. Dia fabuloso. O polvo apareceu-me cozido, com batatinhas cozidas com casca e uma bela salada mista. E uma excelente sangria a empurrar.
Ganhaste ao polvo, está visto.
Foi uma goleada.