Um presidente inútil. Do Tiago Moreira Ramalho, n’ A Douta Ignorância.
O regular funcionamento das instituições. Do Daniel Santos, no 2711.
Eficiência estatal. Do João Maria Condeixa, na República dos Cáusticos.
Ainda sobre o nacionalismo transnacional tuga. Do João Tunes, na Água Lisa.
Dalton Trumbo saberia responder à letra aos socialistas… Da Ana Gabriela Fernandes, no Vozes Dissonantes.
A juventude eterna de Hemingway. De André Abrantes Amaral, n’ O Insurgente.
Do Dr. Goebbels a Eminem. Do Rui Bebiano, n’ A Terceira Noite.
O bazar da “história do cinema”. De Tiago Ribeiro, no Paraíso do Gelado.
Falemos então de futebol. De José António Abreu, n’ O Escafandro.
Que viva España. De Luís Januário, n’ A Natureza do Mal.
Ora bolas. Do Besugo, na Gravidade Intermédia.
Às vezes tu sabes como se faz. Do Pedro Rolo Duarte.

Caro Pedro: mais uma vez, obrigado pela referência.
É com gosto que o faço, meu caro. Abraço.
Ups, Pedro! Coincidências atmosféricas certamente…
Dediquei-lhe um post no Rio sem Regresso, pelo seu texto poético sobre “Os Inadaptados” e o Pedro traz-me esta surpresa de aqui trazer uma trovoada estival do Vozes Dissonantes…? Obrigada.
Estou-lhe grata, não apenas pelo destaque de hoje, mas porque o Pedro foi o primeiro a reparar no Rio… o Pedro ainda andava a completar a série “A Melhor Década do Cinema” e um dia incluiu o Rio, e lembrou-me que também é dos anos 50… (risos)
Ana
Eu não acredito em coincidências, Ana. Pero que las hay, las hay.
Pedro, nunca vi assim um crédulo tão descrente ou um crente tão incrédulo…Já agora aproveito para lhe dizer que adorei os seus textos sobre Camus. Não é apenas o Cinema que o fascina.
Ana
MErci, PEdro. Pena a multa que levou ao post ser real 😉
Nada mais revelador sobre a relação do estado português com os cidadãos, que são tratados como súbditos. Um abraço, João.