Este filho ideológico do Hamas, que escreve com o talento de um cão raivoso, acaba de se sagrar campeão da injúria javardona. Dizem-me que o sujeito lecciona numa faculdade. Isto comprova bem a qualidade do nosso ensino.
O filho do Hamas
Pedro Correia,

O insulto é o último reduto dos incompetentes.
E dos répteis também.
Pois eu tenho um professor na faculdade que acha que o ataque da flotilla foi legítimo, na medida em que era uma provocação à única democracia do médio-oriente, e mais uma data de lugares-comuns. Também comprova a qualidade medíocre do nosso ensino?
E não haverá por lá um professor que o ensine a dar a cara, quando dá ou pede opiniões? Isso é que é pena.
Será que temos aqui uma potencial admiradora da futura lei francesa contra o anonimato nos blogs? Como é possível, sendo que é também uma das grandes defensoras de todas as liberdades (especialmente aquelas vazias, chamadas de “democráticas”)? Será que o argumento expresso no meu comentário vale mais se tiver um “Tiago Fonseca” ou “Ricardo Villaverde” no lugar da assinatura?
Se V. for normal, valia qualquer coisita mais sempre que se visse ao espelho.
Este escreve entre aspas liberdades democráticas. Basta para perceber que também pertence à escola estalinista do Cinco Pias.
Existem várias escolas de esquerda que não são estalinistas. E se coloco liberdades democráticas dentro de aspas é porque ainda não superámos a democracia burguesa, em que excluímos (melhor dito “somos excluídos”) a esfera da economia dessas liberdades. Daí a nossa concepção de liberdades democráticas diferir, pelo que as aspas são um meio higiénico de nos separar.
E existem várias escolas de direita que são democráticas. E existem outras que são mais ao centro. E todas elas têm argumentos acetáveis e defensores dignos. E por isso não precisam da defesa de anónimos.
A conversa fica por aqui, porque se afastou de onde veio. Sinta-se livre para ser um estalinezinho no seu próprio burgo: censure os anónimos.
Enganou-se de blogue. Estalinezinhos são os outros.
Eu tenho a minha própria lei – passada, presente e futura – quanto a este assunto, meu caro. É muito básica, mas vou explicar-lha com toda a minha paciência democrática (sem aspas): assino com o meu nome, o verdadeiro e não um inventado, e assumo tudo o que escrevo ou digo. Admito o anonimato num comentário concordante, mas nunca num ataque ou discussão, porque o considero uma cobardia. Simples, como vê. Não preciso dos franceses para dizer-lhe isto. E preciso ainda menos das suas ironias patetas.
Muito bem, Ana.
Um verdadeiro filho ideoIlógico…
Pupilo confesso de Estaline também, o que ajuda a explicar o resto. E com um colega que adora pôr fotos de cadáveres de crianças no blogue, utilizando-as como “argumento político”. Um verdadeiro asco.
Pedro,
Obrigado pelo link . A qualidade das coisas é mt subjectiva. Metade dos bloggers portugueses faz o elogio de qualquer massacre perpetrado pelas forças armadas israelitas. Nessa altura costumas estar distraído.
Não gosto de ataques a posts que usem a profissão das pessoas como argumento. Parece-me perigoso e muito demagógico.
Acho que tu tens o direito de ter as tuas opiniões como blogger , sem que isso tenha que colocar em causa a tua seriedade como jornalista.
Apesar de reconhecer que lendo os nossos jornais, dá para ver que o nosso ensino não costuma ser pior do que o nosso jornalismo.
Agora já publicam fotos glorificadoras do Estaline no vosso blogue, Nuno? É útil saber que figuras de referência guiam o vosso pensamento.
E também já exibem fotos de cadáveres de crianças? Eis um admirável “argumento político” que diz tudo sobre quem o subscreve.
Pedro, ction=Popup&ino=24). Eu não a teria publicado pelas razões que comentei no post . Mas calculo sendo um prémio internacional de imprensa, ela terá em dezenas de jornais.
Como de costume não repondes ao que eu escrevo.
Acho indigno citares a profissão do Carlos Vidal no teu post . Acho que tu devias ter mais sensibilidade a este respeito. A menos que penses que as tuas opiniões têm a protecção do patrão e andes a pedir ao patrão do Carlos que o despeça. O que me pareceria uma pulhice.
Se lês o 5 dias, sabes que temos várias opiniões sobre a foto e sobre o Estaline que provocatoriamente o Vidal exibe.
O 5 Dias é um blogue colectivo não é um partido. Cada um escreve o que lhe apetece.
A foto e o fotografo foram premiados na World Press Photo http :/ http://www.independent.co.uk news /media press /images-that-defined-2009-world press -photo-of-the-year-awards-1898162.html?a
Nuno,
Acho espantoso que descartes, justificando-a como mera “opinião” inócua, a presença de uma foto do Estaline no teu blogue, num contexto em que este é apresentado como autor e «pensador» de referência, e não te demarques disso com clareza e frontalidade.
Farias o mesmo se um demente qualquer pusesse a foto do Hitler e decantasse parágrafos do ‘Mein Kampf’ lá na chafarica? Aposto que não.
Vício leninista: vocês são gajos de insulto fácil. É o que sucede quando falham argumentos. E vêm com uma linguagem intimidatória a ver se os outros se agacham. Comigo estás enganado. Não sei que raio de insinuação é essa que aqui deixas sobre o “patrão” do teu colega de blogue e não admito os termos em que o fazes. Estou-me nas tintas para o teu amigo, quanto mais para o patrão dele, que ignoro quem seja. Aliás continuo sem saber quem é o fulano para além disto que me disseram: que lecciona numa faculdade, é «crítico de arte» e já conseguiu afujentar vários autores do blogue.
Que vos faça bom proveito. A ele e a ti. Fiquem com o camarada Estaline e passem bem. Por mim, conversa encerrada.
Como de costume, não lês. Já várias vezes postei sobre esse assunto. Já escrevi centenas de comentários no 5 dias sobre isso. Houve até uns gajos, nessas polémicas, que escreveram sobre o meu trabalho e a minha família para me insultarem. Coisa que pelos vistos também faz o teu estilo. O que lamento. Essa é que é a questão. Não me lembro de ter insultado alguém do teu blogue ou a ti. Mas parece que tu tens a esse respeito um estilo mais maoista do que o meu. Parece que o insulto em vez de argumento é o que tu escreveste neste post .
A outra diferença é que a gente não corre pessoas do 5 dias por delito de opinião. Conheço outros blogues que o fazem, mas não é o nosso caso.
Não concordando com os termos em que ele o faz, não deixo de lhe dar razão.
Uma critica politica não deve ser confundida com ódio racial. Quem semeia ventos…
Fui ao seu blogue: não é actualizado desde 19 de Maio. Você descobriu um modo infalível de não “semear ventos”. Mandar bitaites nas caixas de comentários dos outros é muito mais cómodo. Português suave no seu melhor.
Pedro Correia,
Desde quando é que a actividade de um dos blogues que possuo é indicador seja do que for, ou legitimador maior ou menor de um comentário?
Deixe-me clarificar uma coisa:
Condeno muitas das acções do Estado de Israel em relação à população palestiniana. Se por isso me acusasse de odiar Judeus consideraria tal coisa um insulto, mas sobretudo um insulto à sua própria inteligência. Só por isso não lhe responderia nos termos do autor em questão.
Fantástico. Você ficou tão chocado com a acção dos israelitas que não arranjou dois minutinhos para expressar essa indignação num dos blogues que «possui» (deliciosa expressão). Por aqui se avalia bem a dimensão do seu “choque”.
Ainda bem que gostou, no meio de tanta expressão que odeia, foi uma sorte.
O meu blogue principal, (“meu”… pronome possessivo, delicioso, não?) o Designorado, nunca teve como função veicular as minhas ideias politicas, ou ser palco de polémicas sobre a actualidade. Tem outra intenção, e se não a percebeu, dificilmente lhe poderei explicar.
Também nunca deixei de o assumir como parte da minha identidade, e por isso qualquer leitor deste blogue ou outro em que comente, por ele pode chegar a mim. Mas foi sempre nas caixas de comentários dos outros que… comentei os outros.
Já era assim quando o Pedro Correia escrevia no Corta-Fitas, e nos “conhecemos”. Nas caixas de comentários sempre semeeie os ventos que quis ou me deixaram, com a correcção que me parece elementar quando estamos na casa dos outros.
Mas agora, por qualquer razão, acha que eu não tenho o direito a ter uma opinião apenas porque não a escrevi no meu blogue.
Esse é, pelos vistos, o meu delito de opinião.
Você, depois da meia-noite, transforma-se em Calimero? Mas a que delito de opinião se refere? Não entra aqui à vontade, como se fosse da casa, sempre que lhe apetece? Só nas últimas horas você já emitiu mais comentários neste blogue do que no seu blogue durante todo o mês que passou.
Estou já como o comentador do 5 Dias, você não lê. Sendo assim, é escusado. E como não lê, deve ser indiferente que eu parafraseie um politico que sei que estima:
Calimero é a tua tia, pá.
Adeus.
Vá pela sombra. E não se incomode a mandar um postal.
Peço desculpa Pedro Correia, mas, se estou a ler bem, estou completamente em desacordo com este seu reparo. Levado à letra, eu não podia comentar quase nada. O meu Tzero, como digo no texto que lá coloquei no 1º dia, só tem objectivos meramente lúdicos e, portanto, raramente falo destes assuntos. Depois, muitas vezes é o post que se lê que estimula pensarmos no assunto. Estou a ver mal?
🙂
Maria do Sol, a si posso considerá-la cá da casa: entra as vezes que quer, desabafa o que lhe apetece, sentimo-nos bem com o seu convívio e suponho que isso é recíproco. Jamais a imaginaria a chegar aqui dizendo que alinhava com uma injúria que visasse algum de nós, fosse sobre que tema fosse.
Pois há quem tenha essa deselegância (para não dizer pior).
Mas adiante. Imagine por momentos que ocorre um acontecimento com impacto mundial que me deixa indignadíssimo e chocadíssimo. Eu tenho um blogue, mas os dias e as semanas vão passando sem que eu lá exprima a minha indignação e o meu choque. Nem uma linha. Acabo enfim por tomar partido, mas só nas caixas de comentários de outros blogues, designadamente em blogues cujo conteúdo não me agrada e no qual não me revejo.
Imagine, por momentos, que eu procedia assim. Sentir-me-ia no direito de ficar imune à crítica dos autores desses blogues? Certamente que não.
Eu acho que não está a ver mal.
Aqui no Delito há lugar para claques mas não para debates ou contestação… é uma coisa assim tipo Coreia do Norte ou Cuba (exemplos amiúde e muito justamente lembrados por aqui), mas em versão “português suave”.
(Neste momento tenho a convicção de estar a desafiar a paciência dos donos da casa, mas que se lixe).
V. insiste no erro, L.Rodrigues. Inexplicavelmente, porque já anda por aqui há tempo bastante para perceber esse erro. No DO, até entre os autores há debate, porque esta casa é plural e nós estamos longe de ter as mesmas sensibilidades. Políticas e outras. Isso tem sido, aliás, uma marca nossa junto de muitos dos que nos honram com a sua presença, quer concordando, quer discordando. Como V. muito bem sabe.
É a vossa casa, que governam como entendem. Já leio o DO (e antes o Corta-fitas, com alguns dos mesmos protagonistas) há uns anos.
Aquilo a que chama debate plural, para mim que estou de fora, parece mais aquelas regras não escritas entre amigos. Concordam rapidamente em discordar, e há assuntos em que pura e simplesmente não tocam, porque a coisa poderia azedar.
Percebo que para a sobrevivência do blogue um certo tipo de pudor reverencial seja essencial entre os protagonistas.
Mas convenhamos que é tudo muito tépido. E sobretudo ainda mais, se esperam que os comentadores afinem pelo mesmo diapasão, eles que têm pouca ou nenhuma capacidade (ou interesse) de afectar a solidez de um blogue colectivo.
Neste caso, fui desqualificado por defender uma posição mais ou menos equivalente a esta:
Detestar a vuvuzela não permite que digam que odeio africanos. Se me chamarem racista por manifestar que aquela coisa devia ser proibida nos estádios, acho que tenho o direito de mandar o interlocutor para aquela parte, porque tal epíteto só pode ser entendido como um insulto.
E isto parece-me uma posição de elevado sentido ético.
V. não foi desqualificado, não. Preferiu foi pôr-se ao lado dos que nos quiseram atingir de forma inqualificável. Ou, pelo menos, deu-lhes o benefício da dúvida. E não foi ao seu blogue nem foi ao deles dizer isso mesmo. Veio dizê-lo aqui.
Estou a ver que a questão é quem atirou a primeira pedra… E insistem em ignorar o ponto inicial, que contestei aqui por aqui ter sido afirmado, de chamar odioso racista (flores, certamente) a quem levanta uma questão de direito internacional.
A parte dos comentários lá é de ficar de boca aberta. Um comentador respondeu ao texto, com argumentos, disse até que vivia em Israel e conhecia a realidade no terreno, mesmo no lado palestiniano. Pois aqueles senhores disseram-lhe que ele não sabia do que falava. Impressionante como se consegue ser tão tapado politicamente.
Quando a fonte de inspiração é Estaline, com direito a foto reverente, está tudo explicado. Abraço, Daniel.
É triste ver,ler, como um tema que deve ser discutido sem fundamentalismos, em Portugal, é tratado na blogosfera.Mostra bem a ,não,capacidade argumentativa que se tem entre pessoas com formação superior e depois dizemos que a nossa população é pouco produtiva devido à pouca escolaridade….Mesmo os que tiveram a sorte de a ter,formação, mostram de forma eficaz, o sucesso, das incompetências que nos são dadas das nossas escolas e universidades.
abraço
Pedro Oliveira
Obrigado, Pedro. Um abraço.
Só posso enviar-te um abraço de solidariedade perante tão baixo nível (que aliás se prolonga numa caixa de comentários vergonhosa).
Obrigado, José. Utilizaste a palavra vergonhosa para classificar a referida caixa de comentários – e com toda a razão. Aliás um blogue que utiliza fotos em grande plano de cadáveres de crianças como argumento “político” e invoca Estaline como fonte de autoridade não merece outro qualificativo.
Rasteiro é o qualificativo que me parece mais indicado para classificar o estilo desse senhor. A ignorar olimpicamente.
É como dizes, Teresa: este estalinismo na versão mais grosseira e rasca não merece mais que isso. Obrigado pelas tuas palavras.
Pedro, tocaste no nervo, como se percebe. Quanto ao resto, não ligues. Um abraço.
Obrigado, Paulo. Abraço.
Pelo que lá está escrito e pelos comentários o Pedro acertou na mouche. Parabéns.
Obrigado, André. Aquilo é um verdadeiro asco: posts a glorificar o Estaline e cadáveres de crianças em exibição para provar sei lá o quê. Percebo cada vez melhor que tanta gente tenha abandonado aquele blogue e só me interrogo o que ainda por lá farão dois autores que me merecem consideração.
Vinha aqui precisamente alertar para o sucedido, mas vejo que já teve o desprazer de ler ‘aquilo’.
Tanto ódio vindo de alguém que não sabe sequer, nem de muito longe, o que é viver no meio do conflito é incompreensível. Tanto radicalismo vindo sabe-se lá de onde… Se é isto que, enquanto ocidentais de vida privilegiada, temos para oferecer ao conflito, de facto começo a achar que ele não tem mesmo solução.
Olá, Sara. Agradeço as tuas palavras. Não vale a pena gastar mais nenhuma com aqueles estalinistas.
Pedro,
Quando, no Mar Salgado, me limitei a dar outra versão, que não a oficial ( e veio-se a ver que há muitas versões e muitos factos) , também me vieram com essa do “elogio a qualquer massacre levado a cabo pelos israelitas”.
Técnica velha e relha – o centralismo de opinião.
abraço
Viva, Filipe
Dizem-me que o estalinista é inimputável. Mas a tolerância perante o dislate tem limites: há coisas que merecem ser contestadas com todas as sílabas de todas letras. Mesmo quando é um inimputável a escrevê-las.
Abraço.
Caro Pedro Correia,
A rapaziada tem o direito de pensar e seguir os exemplos que quiserem, mesmo que eles sejam relativos a mass murders de classe executiva, como o post da apologia a estaline.
A palavra cães raivosos é uma analogia perfeita, uma vez que incubado o virus pensam e agem com a virulencia inerente à doença, e não enxergam os limites do bom-senso.
Todos tem o direito à existencia, até um dos postadores que me disse claramente que o objectivo do flotilla era politico, politico puro e duro e não humanitario… e ao mesmo tempo achava que Israel não teria o dever tambem politico de travar um flotilla reconhecidamente de ambito politico como ele reconhecera. Enfim, não sei se os professores portugueses são maus ou não, mas que a lógica em que baseam os seus argumentos são claramente maus.
RB
Meu caro,
Defensores de ‘assassinos em massa de classe executiva’, para adoptar a sua expressão, não me merecem o menor crédito. Chorem as légrimas de crocodilo que chorarem.
Por alguma razão o saudoso António Oliveira Salazar nunca reconheceu o Estado de Israel.
O Salazar era também «estalinista» ou era simplesmente patriota e fiel à Cristandade?
Os extremos tocam-se. Daí você sentir saudades de Salazar.
Acho que “cão raivoso” até é simpático perante quem escreveu “abjecto fdp”… Note-se que o individuo em causa agora já admite que aquilo não era para si. Devemos acreditar?!
Claro que não é vergonha nenhuma baixar ao nível desta trupe e dos seus comentadores amestrados. E tudo porque o Pedro achou que o indivíduo salivava ódio na sua recalcada prosa. Tão óbvio como a famosa cassete de um partido político português: abaixo o capitalismo, morte a Israel e aos EUA.
Fui mal interpretado. Obviamente, “cão raivoso” pretendia ser um elogio.