Mais duas estrelas que brilham


Sérgio de Almeida Correia,

O fim-de-semana de sonho para as cores nacionais começou no sábado, em Madrid, com o êxito de José Mourinho. Prosseguiu ontem, na fantástica pista de Portimão, com a vitória de Filipe Albuquerque – na foto de cima podem ver o cockpit do Audi RS8 preparado pela Audi Itália para o Filipe – na primeira corrida do Campeonato Italiano de Superstars, e com a subida ao pódio de outro jovem e promissor piloto nacional, Francisco Cruz Martins, na corrida do Campeonato Italiano de GT Sprint. Se recordarmos os êxitos de outros como Figo, Rui Costa, Paulo Sousa, Fernando Couto, Vidigal ou Sérgio Conceição, é caso para dizer que quando se trata de obter bons resultados, não há português que não se dê bem com os ares de Itália. Deixo-vos aqui um cheirinho. Mais algumas imagens poderão ser vistas aqui.

Uma das minhas paixões. O Ferrari F430 de Nicola Cadei, uma visita habitual do Algarve. Veio de Bergamo para vencer com toda a categoria a corrida de GT.

 

Francisco Cruz Martins a caminho da pesagem, no final da primeira corrida de GT Sprint.

6 comentários em “Mais duas estrelas que brilham”

  1. O Filipe Albuquerque é um extraordinário piloto para o qual se previa, em 2007, a sucessão a Tiago Monteiro na F1. Depois dele já se falou em Álvaro Parente (que chegou a integrar a equipa da Virgin Racing na pré-época), e actualmente, a nossa grande esperança para esse objectivo já reside no António Félix da Costa, o tão falado ‘Formiga’. A meu ver, todos eles são pilotos de craveira excepcional e têm apenas um único ‘senão’ – o serem portugueses. Num mundo de altíssima competição como é hoje o automobilismo de ponta, já não basta, infelizmente, ser-se muito bom piloto. É preciso também chegar junto das equipas com umas malas muito bem cheias com uns largos milhões de dólares em apoios e ter-se também um ‘padrinho’ de peso. Sem Flavio Briattore e Ron Dennis, nem Schumacher nem Lewis Hamilton teriam, por certo, chegado aonde chegaram.
    Parabéns, pois, ao Filipe Albuquerque e também ao Francisco Cruz Martins que tem feito uma carreira assinalável, especialmente em Itália e Espanha.

      1. As malas pretas estão metidas em tudo, meu caro. E então as ‘palas’, pretas ou de outra cor, isso nem se fala, já quase não há ninguém que lhes resista. A começar pelo chefe e alguns ministros mais chegados, para só eles não verem o que toda a gente consegue ver. «Ó p’ra eles cheios de palas!»

          1. Exactamente! Vê-se bem que és um expert!
            Esse modelo da Citroen era o «Pallas Bouche-de-Crapaud.fr»!…

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