«O debate durou anos: o homem moderno (nós) e o Homem de Neandertal, hoje extinto, ter-se-iam cruzado e procriado juntos – ou não? Hoje a questão foi definitivamente arrumada pela genética, com a publicação na Science do primeiro rascunho do genoma dos Neandertais. A resposta? Sim!» É o que acabo de ler no Público. Só não entendi por que razão obscura escreveram «homem moderno» (com inicial minúscula) e «Homem de Neandertal» (com maiúscula). A menos que a genética também tenha confirmado que já não há homens (ou antes: Homens) como antigamente.
O que mais me intriga é que o «homem moderno» e o «Homem de Neandertal», como se diz acima, «ter-se-iam cruzado e procriado juntos». Eu sei que podiam ter-se cruzado e até podiam ter tentado a procriação — que o PS não descobriu nada de novo. Assim se vê como isso tinha de acabar em casamento. Mas que eles tivessem realmente procriado até me parece inconstitucional.
◊ Na fotografia, um Homem de Neandertal e um homem moderno que se cruzaram trocam impressões sobre a procriação.


Apreciei a subtileza do seu post. Uma questão pertinente essa da inconstitucionalidade da procriação! Um dos direitos constitucionalmente consagrados é o direito a uma existência minimamente condigna, o qual corre sérios riscos de violação nesse quadro hipotético de cruzamento de genes. Eheh…
Já quanto aos homens e Homens revelo a minha incapacidade em formular um qualquer juízo, tal é a ambiguidade em que encontro mergulhada! (lol)
Consigo entender. Eu também não sou especialista em homens.
Eheheh…
Oh… Pensei que pudesse estar em condições de me elucidar de alguma forma, ainda que pouco precisa uma vez que não é especialista.
Apetecia-me dizer algo (“Já não há homens como antigamente!”), mas podia entrar em contradição. Remeto-me ao silêncio. Eheheh…
Hum…
Ia dizer…?
Ir, ia. Mas acabei por deitar a luva ao gravador e saí com ele no bolso.
Não me diga que eu exercia sobre si uma insuportável pressão psicológica com tão trivial assunto?!
Trivial para si, Sílvia. A mim, estes casos provocam uma insuportável pressão psicológica.
Ssuceptibilidades, são susceptibilidades. Cada um tem a sua João… Mas sempre podia ter usado do seu direito ao silêncio tal qual arguido em interrogatório judicial. Não seria a mesma coisa, compreendo…
Os interrogatórios judiciais são muito chatos, Sílvia. Nem nos deixam exercer acção directa sobre os gravadores nem nada.
João, e são mesmo! Mas agora inverteu a ordem cronológica e lógica dos factos. No interrogatório judicial o gravador já foi subtraído…Ahhh…é reincidente!! Ehehe…
:o)
Sem argumentos…?
Brincando claro 🙂
LOL. Sentiste de repente uma insuportável pressão psicológica?
(adoro a legenda da fotografia. aqueles dois estão quase, quase a procriar…)
Só de imaginar o que eles estão a dizer, senti uma insuportável pressão psicológica.
É o Louçã que vem na foto ?
1. Viva! Quem é bom sempre (re)aparece.
2. Agora, respondendo: Louçã é a tua tia, pá.
Como é que têm a certeza que o Homem é um homem?
Intrigante…..
Intriga é o que não falta ao caso. Pelo-sim-pelo-não, não ponho o pescoço por nenhum.
Pelo-sim-pelo-não é o lema do barbeiro, João.
Virgínia,
Distinguem-se pelos óculos.
Aquele modelo estava completamente in à época.
Uma questão que merece ser investigada. Deve ser uma certeza pouco científica…
Após demorada análise não consigo distinguir o Homem
de Neandertal e o homem moderno.
De qualquer maneira o homem da esquerda é mais simpático… tem um sorriso mais rasgado!
Lá isso é verdade, mas está a precisar de higienização e branqueamento.
Higienizamento e branqueação.
Eheh…