25 comentários em “Eles andam aí”

  1. um país de velhos fora da realidade
    ‘onde deixou de nascer UM MILHÃO de crianças nos ÚLTIMOS 50 ANOS’.
    bela comemoração da MISÉRIA com dirigentes que nos envergonham

  2. Seria interessanTe recordar o que , a época, estes ( e uma caterva de outros ), bandalhos do Partido Sórdido, disseram/escreveram sobre os Processos Casa Pia e sócrates…
    Uma Súcia, na verdade – e de ambos os lados da fronteira…
    JSP

  3. Sobre as acusações a Trump nada posso dizer, porque não as conheço com um mínimo de detalhe.
    As “acusações” a Costa – que nem o chegam a ser, são apenas alusões – essas, são certamente um fiasco.

    1. Mais uma vez, o comentador balio tem toda a razão. E não nos esquecemos que a escumalha pró-Trump tentou impedir a tomada de posse do Presidente democraticamente eleito Joe Biden. Não consta que António Costa ou alguém do PS tenha ideias do género.

  4. Curioso, fotografia de Trump e referências a MST e Vital Moreira.
    Mas sim, é verdade, eles andam aí, os apontados e os que apontam.
    Tudo depende da perspectiva com que se observa e das simpatias de cada um.

    1. a Argentina mudou com 56% dos votos. para os derrotados:
      spatio brevi spem longam reseces
      em curto espaço de tempo corta-se longa esperança.

      1. Há uma grande rivalidade entre a Argentina e o Brasil, e não é só no futebol. E neste caso uma boa parte do povo argentino quis ultrapassar o acesso de burrice que boa parte do povo brasileiro teve em 2018 elegendo alguém ainda mais ridículo que Bolsonaro. Mas parecendo que não, Milei tem uma solução para combater a inflação: acabar com o banco nacional. Se não se falar de inflação, ela deixa de existir.

  5. O Primeiro-ministro e outros governantes sugerem que, em certos casos, a necessidade política e as exigências da vida económica podem obrigar a ponderar o sentido da aplicação da lei. Parece que basta o rigor legal na decisão, sendo que a aplicação prática das leis obedeceria a outros critérios, designadamente do interesse público definido pelos próprios políticos. É possível que nunca se tenha ido tão longe, nas últimas décadas, no desrespeito pelo Estado de Direito.

    António Barreto, 18.11.2023 in Público

  6. Esperemos pelos dizeres dos discos apreendidos ao chefe do gabinete…
    Passa pela cabeça a alguém revistar o gabinete do PM? Grande despedida do super-juíz!
    O restolho que por aí deve andar!

  7. O estado de direito é, de muito, muito longe, a melhor defesa da liberdade e da justiça. É muito mais fácil lutar contra uma lei injusta do que contra a arbitrariedade e a prepotência. Os que, como Sousa Tavares e Vital Moreira, que no fundo estão a defender a governamentalização do ministério público, argumentando, com ou sem razão, contra a justicialização da política, nem imaginam a caixa de Pandora que estão a abrir.
    Recordam-me Marcelo Caetano que tinha como imparável ambição ser primeiro-ministro. Até abandonou as suas ideias monárquicas para defender a ida de Salazar para a presidência da República, abrindo-lhe o cargo de primeiro-ministro. Imaginava ele que, sem Salazar, podia fazer melhor. Que o papo-seco, que custava 4 tostões há cerca de 20 anos, continuaria a custar o mesmo por mais 20. A crise do Suez, que obrigou a subir a gasolina de 4$60 para 5$10, foi o sinal do fim. Não sabia sequer lidar com a inflação. Os reflexos na construção civil, as crises na bolsa de valores, etc., ditaram o fim do regime. O 25 de Abril, derrubou um regime que já não tinha defensores, em que já ninguém acreditava.
    Assim vejo os – para mim idiotas – de hoje. Consideram a liberdade um bem adquirido e perene e permitem-se atacar o estado de direito, que é a sua melhor garantia.

    1. Sem querer defender fascistas, não consta que nos anos 70 algum governo capitalista que fosse soubesse lidar com a inflação. Aliás, hoje sabem ainda menos.

      1. E quem eram os fascistas que não quer defender? É que nos anos setenta, Mussolini em Itália e o dr. Rolão Preto em Portugal já tinham falecido.
        Lidar com a inflação pode ser complicado. Na caso de uma inflação importada e, na fase inicial, quase limitada aos combustíveis, para um governo autoritário com uma economia controlada como a portuguesa de então e com enormes reservas de divisas e de ouro , não parece assim tão difícil. Eu diria, numa fase inicial, subsidiar o preço final do combustível, até implementar políticas dirigidas a quem precisa. Como exemplo básico subsidiar as empresas de transportes e não as classes médias que usavam o automóvel no fim-de-semana e os ricos que o usavam todos os dias. Por exemplo, não subsidiar o preço do leite, que beneficiava um português que consumia meio litro por semana e dez vezes mais um turista americano no Ritz que consumia cinco litros por semana.
        Tem razão quando diz que agora sabe-se muito menos. Mas não porque economia e a doutrina social tenham regredido dos anos 70 para cá. O que regrediu, muito na Europa e muitíssimo em Portugal, foi a qualidade dos políticos. E, claro, também diminuiu a “pesada herança”.

        1. ‘..para um governo autoritário..’ ??
          as corporações, a censura e exame prévio, policia política, os desfiles da MP fardados como os fascistas italianos, a força paramilitar LP de defesa do regime politico e a conservação do Império são cópia de governos fascistas.

          1. Exactamento, para um governo autoritário, conservador, nacionalista e corporativista ou seja, tudo o que Salazar seria.
            O corporativismo existiu em antigas sociedades incluindo budistas, em diversos regimes totalitários, incluindo socialistas e comunistas. O fascismo italiano foi corporativista, o salazarismo também. Daí não se pode concluir que o Salazarismo era fascista como seria estulto concluir que o fascismo italiano era salazarista. Exactamente o mesmo se pode dizer para a censura prévia.
            A organização da juventude em moldes de disciplina para-militar é também comum a regimes autoritários. Por acaso já ouviu falar nos Pioneiros, que ainda hoje existem na Coreia do Norte, ou em Cuba? A LP e as camisas verdes da MP foram a maneira hábil de Salazar recuperar e esvaziar grupos para quem essas ideias faziam parte da sua cultura. Já ouviu falar dos camisas negras de Rolão Preto e do seu nacional-sindicalismo bem anterior ao fascismo italiano? Suponho que não pois isso não será motivo de discussão na Quinta da Atalaia.
            E da MP apenas lembro que, além dos desfiles, criou actividades como a vela e a equitação – em quartéis da GNR – que permitiam a jovens sem dinheiro para isso praticarem essas modalidades. E que o regime permitiu outras organizações de juventude, laicas como os escuteiros ou católicas como os escutas. Hoje, fardas, desfiles e até à Ucrânia, forças armadas passaram de moda mas o desejo de controlar a juventude mantém-se em todos os para-totalitarismos. Que são os acampamentos de Verão do BE ou a disciplina de Educação para a Cidadania, senão isso mesmo? No meu empo chamavam-se lavagens ao cérebro.
            Quanto à conservação do Império, no desconhecimento do Império Italiano nem percebo. Turcos até 1918, ingleses e franceses até aos anos 50, eram fascistas?
            Do seu arrazoado concluo duas coisas ambas com agrado. Primeiro que a sua definição de fascista abarca tudo o que não é comunista. Segundo que, ao contrário do que acontecia até há pouco, quem defende ideias comunistas esconde-se no anonimato e quem a elas se opõe já pode usar o seu nome

          2. Calma lá que o Estado Novo tinha todas as características de um regime fascista. Mas não era fascista simplesmente porque Salazar não se identificava como fascista. Pela lógica do comentador Francisco Almeida, nenhum país é uma ditadura porque nenhum país se identifica como tal.

          3. O Estado Novo tem algumas, bastantes, características comuns aos regimes fascistas, o que é diferentes de ter TODAS as características de um regime fascista. Recomendo-lhe que leia sobre o assunto e descobrirá que o Estado Novo não era um movimento revolucionário, nem foi imposto pela violência nas ruas. Há bastantes mais diferenças. Cultive as dúvidas em vez de exibir as certezas.
            Mas bem sabemos que a preocupação dos anónimos nunca é o rigor.

          4. Pois, é verdade, não são todas as características! Afinal Mussolini falava italiano e Salazar falava português, não tem nada a ver!

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