7 comentários em “Recortes do passado – A inocência”
sempre passei férias no interior e há 2 anos vi esvoaçar 1/2 dúzia de estorninhos e ouço cantar uma rola em locais diferentes. passo na estrada e vejo placa indicativa «Porto de Ovelha», mas nunca vi nenhuma
Gostei muito da notícia, informativa e não opinativa como nós jornais actuais. Gostei, também, da grafia, aves, avesinhas, fazia mais sentido que os constantes acordos/desacordos ortográficos. Talvez seja altura de regressamos à pureza dessa escrita.
As andorinhas vão ficando conforme a Primavera seja ou não molhada. Sempre que a primavera é molhada há mais andorinhas, por haver mais lama para fazerem os ninhos, o que agora não tem acontecido. Veja-se os pardais do telhado que também quase desapareceram.
sempre passei férias no interior e há 2 anos vi esvoaçar 1/2 dúzia de estorninhos e ouço cantar uma rola em locais diferentes.
passo na estrada e vejo placa indicativa «Porto de Ovelha», mas nunca vi nenhuma
Meia duzia de estorninhos é pouco, onde estava o bando?
O autor da notícia deve ser um ilustre antepassados dos jornalistas que, quando está calor, vão à praia entrevistar os banhistas.
Gostei muito da notícia, informativa e não opinativa como nós jornais actuais.
Gostei, também, da grafia, aves, avesinhas, fazia mais sentido que os constantes acordos/desacordos ortográficos. Talvez seja altura de regressamos à pureza dessa escrita.
Benvindo.
Benvindo ? Bem-vindo
As andorinhas vão ficando conforme a Primavera seja ou não molhada.
Sempre que a primavera é molhada há mais andorinhas, por haver mais lama para fazerem os ninhos, o que agora não tem acontecido.
Veja-se os pardais do telhado que também quase desapareceram.