Coisas realmente importantes


Pedro Correia,

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Notícia de primeira página desta edição do Expresso

22 comentários em “Coisas realmente importantes”

  1. Aproveito também para dizer que não estou disponível. A minha tchutchuca e eu, estamos para a infinitude. Os Raianos e Furtados desta vida podem tirar o cavalinho da chuva.

  2. E em conjunto com outras grandes notícias:
    – Marcelo prepara visita à Ucrânia
    – Pensão de Pinho alvo de novo arresto
    – Não há impossíveis pata a Selecção.
    Ou seja, política, crime, desporto e coscuvilhice como nos outros jornais, só faltou dizer que a Catarina estava com um vestido ousado.

  3. Não será melhor fazer uma comissão de inquérito para saber porque é que a Catarina levou 18 anos para virar uma página?
    Ainda dizem que o governo é lento a fazer reformas, xiça é só maledicência.

    1. Eu imagino a notícia de primeira página do Expresso se o Costa tivesse demorado 18 anos para virar a página…

      1. 18 anos de Costa? Que martírio. Imaginem o atraso para onde seríamos catapultados. De uma coisa dessas tipo Lula, ninguém recupera.

  4. «último andar de um edifício, com janelas sobre o telhado; sótão. águas-furtadas. nome feminino plural de água-furtada»
    anda tudo no gamanço.
    a velha pensa como aos 18

    1. lucklucky
      para ser populista tinha de ser “….Catarina Furtado que ganha na TV o dinheiro dos contribuintes que se fartam de trabalhar”

      1. Vejo que segue a definição do Expresso.
        Populistas: critica ao ordenado da Catarina que trabalha para uma organisação que as pessoas são obrigadas a contribuir
        Democratas :critica ao ordenado de X que trabalha para uma organisação que não obriga ninguém a lhe entrar pela porta e comprar os seus produtos.

  5. Estou em contra-ciclo. Nunca fui especial admirador de Catarina Furtado e concordei com quem satirizou a sua ajuda internacional, exibindo atavios que que, no contexto, seriam uma exibição de ostentação.
    No entanto, reconheço que é a grande figura pública feminina que melhor conseguiu separar e defender a sua vida privada da vida pública. Por isso o divórcio é notícia. Pelo menos na grande imprensa – não leio fofocas – nada tinha sugerido este desfecho, agora assinado em comunicado conjunto. É inédito e inesperado. Por isso é notícia.

  6. De quando em vez, ligavam-me (incomodavam-me) a tentar vender uma assinatura. No início ainda respondia educadamente, dizendo-lhes que, no tempo do Expresso, o fim-de-semana começava quando ia buscar o jornal. E ai que me faltasse o Expresso! E depois, ainda educadamente, acrescentava que há muito tempo que não estou para aturar um Correio da Manhã trasvestido, um baronete arruinado, com a prosápia de quem já foi, tentando esconder que vai comer a sopa que lhe dão na porta da traseira do Palácio de S. Bento (e quejandos) e no Largo do Rato.
    Mas isso era no início. Depois de continuarem a insistir na sua venda porta-a-porta, tive de perder o verniz e dizer-lhes precisamente isto mas agora temperado com umas palavrinhas mais ásperas que só um transmontano consegue dizer de forma inequívoca e sem dar as costas. Deixaram de me incomodar… (Devem perceber transmontano!)

    1. O Expresso, também conhecido por Expesso, transvestido de “Correia da Manha” ?
      O ” da Manha” com fotografia na primeira página e com notícias na pag.35 à 41, atira com um “Catarina dá mais força a João Reis”.
      Não tem comparação.

      1. Este blogue é mesmo plural. Até acolhe leitores atentos, minuciosos e entusiastas do Correio da Manhã (que, para disfarçar, tiram o til final, demonstrando esperteza saloia).

        1. Ó Pedro foi só consultar a primeira página na net para comparar, e com essa do ‘é mesmo plural’ está a ser mais manhoso que o … da manha.

          1. Um sem-nome a espreitar o Correio da Manhã, às escondidas. Como confessa.
            Depois tira o til a fingir ser “gente séria”.
            Que asco de gente.

  7. Se eles “virassem a página na vida” da mesma forma que Costa “virou a página da austeridade”, divorciavam-se mas continuariam a viver juntos em união de facto.

    1. Se eles “virassem a página na vida” da mesma forma que Costa “virou a página da austeridade”, divorciavam-se mas continuariam a viver juntos em união de facto.

      Ahahah. Na mouche.

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