14 comentários em “Que diferença”

  1. «O triângulo do fogo é a representação dos três elementos necessários para que haja uma combustão.[1] Esses elementos são: o combustível, que fornece energia para a queima; o comburente, que é a substância que reage quimicamente com o combustível; e o calor, que é necessário para iniciar a reação entre combustível e comburente. Hoje em dia usa-se também o Tetraedro do Fogo, onde além de CALOR, COMBUSTÍVEL E COMBURENTE também tem a reação em cadeia»
    por cá os dirigentes são simples espectadores. a reação vai para a cadeia

  2. Realmente há uma grande diferença. Como é que os gregos conseguem dar a notícia da demissão do ministro sem dizer onde é que ele estava a passar férias durante os fogos. Não há nada que chegue ao jornalismo português, é tudo mesmo ao pormenor.

    1. A ministra da Administração Civil a curtir férias em plena “estação dos fogos”, menos de dois meses após a trágica morte de 66 compatriotas e de 254 terem ficado feridos (sete dos quais com muita gravidade), seria motivo imediato para exonerá-la do Governo.
      https://pt.wikipedia.org/wiki/Inc%C3%AAndio_florestal_de_Pedr%C3%B3g%C3%A3o_Grande_em_2017
      Costa não o fez.
      Esperou por nova onda de mortos em incêndios florestais.
      Com mais 50 mortos e 71 feridos.
      https://pt.wikipedia.org/wiki/Inc%C3%AAndios_florestais_em_Portugal_de_outubro_de_2017
      Até a senhora ser enfim demitida, por pressão directa do Presidente da República.
      https://www.dn.pt/portugal/ministra-da-administracao-interna-demitiu-se-8852712.html
      Raras vezes o actual Chefe do Estado esteve tão bem nas funções que desempenha desde 2016.

  3. Então uma pessoa, lá por ser ministro, não tem o direito de marcar um hotel algures e, chegado o dia, aproveitar a marcação que atempadamente fez e ir passar as férias há muito planeadas com a família? Tem que abandonar a família e abdicar das férias para ir fingir que ajuda a apagar fogos que ninguém, de facto, consegue apagar?
    Ridículo. Mas, enfim, da Grécia não se espera outra coisa se não maus exemplos.

  4. Repito-me, as vezes que forem necessárias: expressões injuriosas, passivas de responsabilidade criminal, não são aqui permitidas. Vão de imediato para a “posta restante” – isto é, o posto de reciclagem mais próximo.

  5. Uma das razões pelas quais nunca aceitaria ser governante é exactamente o sentido de missão, posso ser ou não competente para função, mas teria uma missão, isso implicaria abdicar de férias, uns fins de semana prolongados talvez.
    Não digo isto por mal, apenas me declaro inapto para a governação.

    1. Com esse espirito tivemos por cá um espirituoso durante 40 anos, que só ia à terra buscar garrafas de vinho e passar uns dias num forte perto de casa.

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