Desgosta, essa visão das piscinas, há tanto tempo abandonadas e fatalmente vandalizadas. Coisa, custa dizê-lo – e tanto pior se faz de mim um Velho do Restelo ou outro desses defeitos usualmente apontados a quem gasta boa parte do seu tempo a lamentar o país e a condição de seu nacional -, tão portuguesa: ter pouco de bom e espatifar metodicamente esse pouco. Fazem parte das minhas memórias de S. Pedro de Moel, felizes memórias, e esse seu estado dá alguma verdade a isso de não se dever voltar ao local onde se foi feliz.
Mas as piscinas pertenciam a algum hotel que foi à falência, ou quê? Por que motivo foram abandonadas? Será que São Pedro de Moel já não é o que foi? (Nas termas da Curia também tenho memória de, quando novo, ter nadado numa bela piscina, que tinha pranchas de salto para a água a dois e cinco metros de altura. Pertencia a um hotel. Entretanto, as termas caíram em desuso, o hotel ou fechou ou tem muito menos clientes, a a piscina foi esvaziada e abandonada.)
Lavoura, não faço ideia se as piscinas são ou foram coisa privada, pública, concessionada ou o que seja. Nem porque fecharam. Suponho que uma não muito difícil busca na internet possa proporcionar algum detalhe sobre a questão. Se a quiser fazer e deixar aqui algum detalhe, fico-lhe grato. Sei que estão fechadas, evidentemente abandonadas e saqueadas, há uns bons anos já. E tenho da minha adolescência, essa dos irrepetíveis grupos de férias, e mesmo já adulto, memórias bem felizes de tempos nessas piscinas. Depois fecharam e foram vandalizadas. E tudo isto tem um “sabor” (amargo) bem português, num país que afirma dar tanta importância ao turismo. Mas é certo, estrangeiros, por S. Pedro de Moel, são basicamente os filhos de emigrantes. Nada a ver com “o” turismo: com as hordas da Ryanair e coisas afins. Que é, suponho, o que interessa. Seja qual for a razão, é Portugal. Eu resigno-me. É tudo.
Estas piscinas em primeiro plano são públicas ou privadas? Estão ativas ou vazias?
Desgosta, essa visão das piscinas, há tanto tempo abandonadas e fatalmente vandalizadas. Coisa, custa dizê-lo – e tanto pior se faz de mim um Velho do Restelo ou outro desses defeitos usualmente apontados a quem gasta boa parte do seu tempo a lamentar o país e a condição de seu nacional -, tão portuguesa: ter pouco de bom e espatifar metodicamente esse pouco.
Fazem parte das minhas memórias de S. Pedro de Moel, felizes memórias, e esse seu estado dá alguma verdade a isso de não se dever voltar ao local onde se foi feliz.
Mas as piscinas pertenciam a algum hotel que foi à falência, ou quê? Por que motivo foram abandonadas? Será que São Pedro de Moel já não é o que foi?
(Nas termas da Curia também tenho memória de, quando novo, ter nadado numa bela piscina, que tinha pranchas de salto para a água a dois e cinco metros de altura. Pertencia a um hotel. Entretanto, as termas caíram em desuso, o hotel ou fechou ou tem muito menos clientes, a a piscina foi esvaziada e abandonada.)
Lavoura, não faço ideia se as piscinas são ou foram coisa privada, pública, concessionada ou o que seja. Nem porque fecharam. Suponho que uma não muito difícil busca na internet possa proporcionar algum detalhe sobre a questão. Se a quiser fazer e deixar aqui algum detalhe, fico-lhe grato.
Sei que estão fechadas, evidentemente abandonadas e saqueadas, há uns bons anos já. E tenho da minha adolescência, essa dos irrepetíveis grupos de férias, e mesmo já adulto, memórias bem felizes de tempos nessas piscinas. Depois fecharam e foram vandalizadas. E tudo isto tem um “sabor” (amargo) bem português, num país que afirma dar tanta importância ao turismo. Mas é certo, estrangeiros, por S. Pedro de Moel, são basicamente os filhos de emigrantes. Nada a ver com “o” turismo: com as hordas da Ryanair e coisas afins. Que é, suponho, o que interessa.
Seja qual for a razão, é Portugal. Eu resigno-me. É tudo.
Já fui muito feliz nessa abençoada praia.
Muita gente foi aqui feliz. É também por isso que trago todos os dias estes postais. Para convocar boas memórias.