A partir de amanhã recupero uma série que mantive aqui há uns anos, para aparente agrado de muitos leitores. Agora que se aproxima nova época balnear e em que as temperaturas já convidam a refrescantes mergulhos.
A ideia de retomar estes postais, confesso, partiu deste texto do João Campos e de uma espécie de adenda que lhe fiz, muito comentada.
Faço desde já a promessa de publicar fotos sem filtos coloridos nem esmagadoras vistas aéreas nem panoramas nocturnos dotados de aura romântica. Para todas serem apreciadas, tanto quanto possível, em igualdade de circunstâncias.
Passarão por cá apenas as que conheço – e são muitas, valha a verdade. Mas aceito sugestões dos leitores: espero que me vão dizendo que praias preferem, por este ou aquele motivo. A todos agradeço desde já.

Bom dia Pedro Correia.
Que esteja tudo bem consigo e família.
O meu 1º de Maio foi ontem passado quase todo na Ericeira e arredores.
Daqui a pouco colocarei fotografias no meu “Chapéus”. Estava muito vento, mas o Sol estava quentinho, bem agradável. Deu para caminhar bastante.
Boa semana. Saúde.
António Cabral
Na Ericeira estive há uma semana, com o mesmo gosto de sempre. Ocasião perfeita para visitá-la, agora – antes das enchentes estivais.
Saúde, caro António Cabral. Boa semana de “quatro dias”.
apesar do peixe aranha será sempre a da Rainha em Cascais
Peixe aranha ou peixe marcelo?
marcelo?
peixe é martelo, tubarão-martelo.
Consta que terá dado uma marcel… martelada hoje em alguém.
A Ericeira, e toda a região oeste, tem de “agradecer” às alterações climáticas por, à cerca de
15/20 anos, voltar a ser/ter verões como nos passados anos 50s.
Não foi por haver mais facilidade nas viagens para o Algarve que as praias do oeste perderam banhistas, as contingências do clima obrigou as pessoas a mudar de praias e, até, abandonar belas casas de veraneio.
De 2010 a 2017 passei uns belos verões na Ericeira e Foz do Lisandro.
Passei parte do Verão de 2022 na Ericeira. E cada vez que lá estou fico mais fascinado por esta vila, uma das minhas preferidas.
Aliás, não por acaso, algumas das mais belas povoações portuguesas são vilas que recusam ser cidades – Sintra, Cascais, Óbidos, Caminha, Ponte de Lima, Nazaré, Sesimbra, Vila Viçosa, Marvão, Palmela, Belmonte, Coruche, Manteigas, Alcochete, Alcoutim, Arcos de Valdevez, Mértola, Monsanto, Monsaraz…
Constância
Bem lembrado, Pedro. Constância: uma das minhas preferidas.
Sim, ainda vou comer “caviar” de ouriço e sardinhas assadas em Santa Marta, no “Caniço” agora de esplanada fechada (palermice).
Estive lá há uma semana, a comer um belo peixe grelhado.
Não tardarei a regressar.
Fui à Ericeira uma única vez, há cerca de um ano. E o que vi é que é, basicamente, um dormitório de Lisboa. Prédios e mais prédios, ambiente de Algarve no seu pior, tipo Armação de Pera. Não achei nada fascinante, nem me pareceu que fosse uma vila.
Foi lá ver o Sócrates e não o encontrou?
Compreendo a sua decepção.