
O meu 25 de Abril, este ano, é assim: pintado de azul e amarelo. Em homenagem à sacrificada mas valente e heróica nação ucraniana.
Slava Ukraini!

O meu 25 de Abril, este ano, é assim: pintado de azul e amarelo. Em homenagem à sacrificada mas valente e heróica nação ucraniana.
Slava Ukraini!
Azul e amarelo são as cores do equipamento do Brasil.
Slava Ukraini!
Nessa imagem (com amarelo quase branco) até parece a bandeira do Portugal monárquico. Bom dia e cuidado com os populismos, uns mais populares que outros tal como os animais de Orwell.
Populismo é uma expressão de que não gosto, pois confunde mais do que esclarece.
No limite, todos os políticos são populistas. Costumo lembrar-me sempre do Harold Wilson, primeiro-ministro trabalhista britânico na década de 60. Apertado com uma crise social, confrontado com graves questões internas no partido e uma quebra de popularidade do seu governo, decidiu propor à Rainha que armasse os Beatles cavaleiros – ou a distinção logo abaixo dessa, que não sei bem qual é.
Durante semanas não se falou noutra coisa e a tempestade política foi amainando.
Eis um exemplo claro de populismo. Mesmo que não lhe ponham este rótulo.
Este ano vêem-se poucos cravos, tirando o sempre detestável trotskista Ernesto Silva, parece que mais ninguém os usa.
Com ou sem cravos (ou cravinhos) o que incomoda mesmo é a quantidade enorme de cinicos e hipócritas naquela Assembleia.
Você hoje já aqui apareceu várias vezes. Como não se apresentou, faço-lhe uma pergunta: porque é que se chama “o apartidário”?
Curiosidade minha.
Poucos cravos?
Você viu uma cerimónia totalmente diferente daquela que eu vi.
apoiado
enquanto me vesti vi a poia na ar
Atenção aos excessos escatológicos, que roçam o mau gosto.
Sim, agora que o Brasil está a colonizar Portugal com a complacência do PR, do PM (que até disse que os portugueses queriam falar com sotaque) e do ASS, devemos torcer por quem defende a sua terra até à morte.
Exactamente. Como se chegou a tal aberração perguntam alguns ingénuos.
“o apartidário”, já que está muito activo hoje nestas caixas de comentários e nunca tinha aparecido por cá, faço-lhe uma pergunta: por que motivo prefere assinar desta forma em vez de usar o seu nome ou outro pseudónimo qualquer?
A questão do sotaque está cada vez mais a notar-se.
As vogais abertas também se aprendem na primária, e o ‘te amo’ soa melhor que o ‘amo-te’.
Não soa nada melhor. Há é muita gente que gosta de rebaixar-se.
Sabemos que Sócrates se rebaixava por dinheiro (enfim, não é o único) mas António Costa rebaixa-se por prazer.
Difícil comparar Sócrates seja com quem for. É caso único. Pelos piores motivos.
António Costa rebaixa-se por prazer
Quanto mais te abaixas mais te vêem o cu.
Quanto mais te abaixas mais te vêem o cu
Eu não queria ir tão longe, mas como você é do partido dele… presumo que saiba alguma coisa que eu não sei!
“Te amo” é influência brasileira.
Mas vale muito mais dizer “te amo”, seja lá com que sotaque for, do que dizer “detesto-te” ou “te detesto”.
Frase profundamente ridícula, a de Costa. Que tem um sotaque bem feio: o sotaque “ljxboês”, que come sílabas.