“Leis como esta – vagas, obscuras e abrangentes, mas punidas em doses cruéis – constituem uma prevenção repressiva delineada com o propósito de provocar autocensura. O medo torna-se o grande motivador e Macau vai-se transformando num Estado de polícia. A pressão já rasgou a fronteira da política, entrou no jornalismo, no cinema, na literatura e por aí fora. A liberdade não existe para proveito de políticos e activistas, mas para benefício da cidadania.
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Em Macau, Portugal deverá estar do lado da liberdade, não dos interesses. Haja, por uma vez, a coragem que a integridade política requer.”
A liberdade existe para proveito de políticos e activistas, não para benefício da cidadania.
Em Macau, Portugal deverá estar do lado da liberdade
Mas que raio tem Portugal que se imiscuir nos assuntos de Macau?! Macau é uma região da China e é o Estado chinês quem lá manda. Portugal nada tem que ir meter o bedelho nos assuntos de outros países – muito menos da China, país do qual Portugal é bom amigo desde há séculos.
Só não se percebe por que raio assinaram um tratado. Bastava a China ter ocupado em 1974, como alguns “tugas” queriam, e feito uma declaração unilateral, e estava o assunto resolvido. Ninguém teria sido enganado.