A primeira vez que ouvi “Temos que apertar o cinto”, não foi no governo de Sócrates. Mas ele aprendeu bem a lição. Tanto na mentira como no significado de “Temos”. “Temos” significa para estes senhores – os outros. Ou ainda “temos”, eles. Ou na Universidade que ele andou era assim o significado de “Temos”. Depois chamam, boatos, à formatura de cada um. Cá para mim o português daquela Universidade, no curso de engenharia era diferente dos outros cursos!
Mas quando é que não foram pedidos sacrifícios aos Portugueses? Parece que foram todos contaminados pelo primo alemão…ou será apenas desonestidade intelectual….
Hum… Eu também já ouvi um “cherne” dizer que o país tava de tanga… Afinal há quantos anos andamos neste fado?
Concordo que têm sido adoptadas políticas austeras e duras ultimamente, mas na minha humilde opinião não é mais do que o resultado de más gestões anteriores. Os Governantes menos bons têm-se sucedido em catadupa, as atitudes despesistas adoptadas sem controlo e o camuflar das situações menos lícitas levaram a que atitudes menos agradáveis tivessem que ser adoptadas agora.
Vivemos num País de brandos costumes onde sempre reinou o deixar andar, e isso reflecte-se agora. E volta a reflectir-se na atitude acusatória e impensada de alguns políticos demagogos da nossa praça ao acusarem o actual Governo de responsável pela actual crise que o nosso País atravessa.
Isso é a coisa mais ridícula que já ouvi e parecem esquecer-se rapidamente que é Global e que até os Países mais ricos do mundo estão a comer o pão que o Diabo amassou.
Não quero dizer que não tenham existido alguns abusos de poder por parte do actual Governo, mas porque ninguém se lembra da atitude tomada por Governantes do País na altura em que Portugal entrou para a União Europeia. Era uma atitude despesista, completamente desmedida sem olhar para o futuro. Quantas pessoas enriqueceram à custa de subsídios atribuídos ilicitamente sem qualquer fiscalização,ou é um problema só de agora? Quantos empresários e outros cidadãos de olho vivo não se encheram à custa do milagre dos subsídios? Será que as pessoas não se lembram que o dinheiro foi mal gerido e enquanto vieram subsídios era tudo muito belo? O pior é que se esqueceram que para receber também é preciso dar, e que o momento de dar mais do que receber também iria chegar. Só que quando se gasta mais do que se tem, o resultado é uma grave situação financeira camuflada por aparente opulência. Serve isto para expressar a minha opinião sobre o actual sistema político e sobre os políticos em geral. Para mim actualmente o Governo que temos é o ideal; o que precisamos e podemos ter,não que as politicas sejam agradáveis, mas porque é preciso ter “tomates” para agir assim e o Sr. Primeiro-ministro é o melhor politico na minha opinião neste momento em Portugal.
Até pode nem ter o mérito todo, porque realmente não é o caso, mas muito por culpa da oposição. Quando se olha à volta não se vislumbra melhor! Vejo políticos completamente desfasados no tempo, arriscaria a dizer completamente senis sem soluções. Só criticas sem sentido, ainda por cima criticas destrutivas. É este tipo de Governantes que desejamos?
Como diz o ditado, quem quer um vilão põe-lhe o pau na mão; pessoalmente a alguns acho que deviam dar-lhe uma cenoura…
Neste momento acho que o único estado que escapa à crise é mesmo o Vaticano…
Sócrates é incapaz de aceitar qualquer realidade que não a dele. O chato é que a dele não é real. Mas também não interessa porque pouca gente parece incomodar-se.
Sim, é verdade que este Portugal tem resistido a tudo e a mais alguma coisa. E não apenas “à crise”, como afirma Sócrates, querendo fazer passar a ideia de que ela é qualquer coisa estranha, caída do céu, a que os seus governos são completamente alheios, que o não são. Mas bem mais extraordinário do que ter resistido à crise, revela-se o facto de Portugal vir resistindo a décadas de mediocridade e incompetência política que, repetidamente, nos têm garantido com assiduidade um lugar na cauda da Europa.
Resistiu tão bem ( mas tão bem mesmo!) que estamos nisto: http://economia.publico.pt/Noticia/governo-estuda-privatizar-tap-ctt-edp-galp-ren-e-seguros-da-cgd_1426140
Pois foi. Por isso é que a ordem é fazer sacrifícios, não é? Como sempre, desde que ele é primeiro-ministro.
A primeira vez que ouvi “Temos que apertar o cinto”, não foi no governo de Sócrates. Mas ele aprendeu bem a lição. Tanto na mentira como no significado de “Temos”. “Temos” significa para estes senhores – os outros. Ou ainda “temos”, eles. Ou na Universidade que ele andou era assim o significado de “Temos”. Depois chamam, boatos, à formatura de cada um. Cá para mim o português daquela Universidade, no curso de engenharia era diferente dos outros cursos!
Acho que era português técnico, que é muito parecido com o português majestático: temos…
Mas quando é que não foram pedidos sacrifícios aos Portugueses? Parece que foram todos contaminados pelo primo alemão…ou será apenas desonestidade intelectual….
No caso de certas figuras, não sei bem se será só intelectual…
Hum…
Eu também já ouvi um “cherne” dizer que o país tava de tanga…
Afinal há quantos anos andamos neste fado?
Concordo que têm sido adoptadas políticas austeras e duras ultimamente, mas na minha humilde opinião não é mais do que o resultado de más gestões anteriores. Os Governantes menos bons têm-se sucedido em catadupa, as atitudes despesistas adoptadas sem controlo e o camuflar das situações menos lícitas levaram a que atitudes menos agradáveis tivessem que ser adoptadas agora.
Vivemos num País de brandos costumes onde sempre reinou o deixar andar, e isso reflecte-se agora. E volta a reflectir-se na atitude acusatória e impensada de alguns políticos demagogos da nossa praça ao acusarem o actual Governo de responsável pela actual crise que o nosso País atravessa.
Isso é a coisa mais ridícula que já ouvi e parecem esquecer-se rapidamente que é Global e que até os Países mais ricos do mundo estão a comer o pão que o Diabo amassou.
Não quero dizer que não tenham existido alguns abusos de poder por parte do actual Governo, mas porque ninguém se lembra da atitude tomada por Governantes do País na altura em que Portugal entrou para a União Europeia.
Era uma atitude despesista, completamente desmedida sem olhar para o futuro.
Quantas pessoas enriqueceram à custa de subsídios atribuídos ilicitamente sem qualquer fiscalização,ou é um problema só de agora?
Quantos empresários e outros cidadãos de olho vivo não se encheram à custa do milagre dos subsídios? Será que as pessoas não se lembram que o dinheiro foi mal gerido e enquanto vieram subsídios era tudo muito belo?
O pior é que se esqueceram que para receber também é preciso dar, e que o momento de dar mais do que receber também iria chegar.
Só que quando se gasta mais do que se tem, o resultado é uma grave situação financeira camuflada por aparente opulência.
Serve isto para expressar a minha opinião sobre o actual sistema político e sobre os políticos em geral. Para mim actualmente o Governo que temos é o ideal; o que precisamos e podemos ter,não que as politicas sejam agradáveis, mas porque é preciso ter “tomates” para agir assim e o Sr. Primeiro-ministro é o melhor politico na minha opinião neste momento em Portugal.
Até pode nem ter o mérito todo, porque realmente não é o caso, mas muito por culpa da oposição.
Quando se olha à volta não se vislumbra melhor!
Vejo políticos completamente desfasados no tempo, arriscaria a dizer completamente senis sem soluções. Só criticas sem sentido, ainda por cima criticas destrutivas.
É este tipo de Governantes que desejamos?
Como diz o ditado, quem quer um vilão põe-lhe o pau na mão; pessoalmente a alguns acho que deviam dar-lhe uma cenoura…
Neste momento acho que o único estado que escapa à crise é mesmo o Vaticano…
Aldrabice de feira: não há aumento de impostos.
Como assim, se passamos a pagar mais ao Fisco?
É preciso lata!
E não acontece nada?
nota-se… nota-se…
Sócrates é incapaz de aceitar qualquer realidade que não a dele. O chato é que a dele não é real. Mas também não interessa porque pouca gente parece incomodar-se.
Sim, é verdade que este Portugal tem resistido a tudo e a mais alguma coisa. E não apenas “à crise”, como afirma Sócrates, querendo fazer passar a ideia de que ela é qualquer coisa estranha, caída do céu, a que os seus governos são completamente alheios, que o não são. Mas bem mais extraordinário do que ter resistido à crise, revela-se o facto de Portugal vir resistindo a décadas de mediocridade e incompetência política que, repetidamente, nos têm garantido com assiduidade um lugar na cauda da Europa.
PEC – Programa Enganar Cidadão (http://eramaisumfino.wordpress.com/)
Eu já só espero é que Portugal consiga resistir ao Sócrates.
Nem mais! 🙂
Resistiu tão bem ( mas tão bem mesmo!) que estamos nisto: rno-estuda-privatizar-tap-ctt-edp-galp-r en-e-seguros-da-cgd_1426140
http://economia.publico.pt/Noticia/gove
Mas é verdade. Não conheço nenhum país que tenha resistido tanto à crise. Ou pelo menos à aceitação da mesma…