Ética e responsabilidade social dos grandes comerciantes


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Há dias aqui deixei um postal no qual, para além de saudar a excelência das minhas virtudes na análise económica e das concomitantes capacidades de estabelecer acertadas previsões do fenómenos económicos, referi a problemática da comercialização dos produtos alimentares (e adjacentes itens de consumo doméstico). Aí fiz constar do meu desconforto com a actual convocatória (em formato lamento) a uma putativa “ética” das grandes empresas comerciais face à dolorosa inflação que vimos sentindo (à excepção do primeiro-ministro António Costa, infelizmente menos dotado para a observação e a análise económica do que eu próprio o sou). 

Ainda assim realcei que a “responsabilidade social empresarial” não é completamente exógena às práticas de alguns nichos comerciais. E nisso, mais uma vez, salientei que a “cadeia comercial” Lidl vem assumindo, decerto que com custos próprios, uma política comercial que procura minorar as angústias dos seus clientes, nisso promovendo a paz social, algo comprovado com a extrema contenção dos aumentos que tem colocado no seu recomendável uísque “Queen Margot” – e talvez por isso vem a Lidl sedimentando a simpatia que os consumidores portugueses lhe dedicam, como se pode comprovar na ascensão da sua quota de mercado.

Face à minha argumentação logo recebi de um atento leitor do Delito de Opinião um simpático comentário, imprescindível contributo reforçando o meu argumento: esta fotografia com uma legenda “Ontem, no Porto”…

5 comentários em “Ética e responsabilidade social dos grandes comerciantes”

  1. o marxismo vigente começa sempre a obra pelo telhado.
    devia dar atenção às dificuldades dos escassos agricultores com os custos dos ‘perecíveis’ para não ser necessário importar tantos bens de consumo

  2. Não entendo esta fixação de jpt no uísque. Cá em Portugal a bebida tradicional é bagaço, que é bem melhor que uísque. E, creio, não é muito mais caro.

  3. Uma coisa é certa: se não fizer mal, bem também não faz, e vice-versa, com excepção do mister balio, entendido em bagaços.

  4. A cura de águas não voto.
    Pena não se chamar Lady Jane,My Sweet.Encarecia,direitos,mas a simbio Dama e musa.
    A dupla a embalar o oficiante.

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