
«Where I’m going, you can’t follow. What I’ve got to do, you can’t be any part of.»
Rick Blaine, Casablanca
A História, a todos os níveis, não se escreve com ses. Mas é possível, com uma simples pergunta, fazermos uma análise contrafactual a uma história de amor para testar a sua solidez. Até que ponto os seus protagonistas sofreriam se perdessem quem amam? Por outras palavras: o amor não se alimenta apenas da felicidade que há, mas da infelicidade que se deseja desesperadamente que não exista.

Se estes dois se quiserem beijar (e parecem querê-lo), os chapéus serão um estorvo.
Você devia evitar pronunciar-se sobre temas que ignora por completo.
O divertido no Lavoura/Balio é que, ocasionalmente, ele vai tão longe/baixo que se torna uma sátira de si mesmo.
Se a sátira involuntária pagasse imposto, ele já estava falido.
E talvez gostasse por defender tanto o governo que impôs aos portugueses a maior carga fiscal de que há memória.
Premio al tonto, diriam os meus parentes da outra banda da raia.
Você nunca desilude, balio, Deus o guarde por muitos e bons anos, para nosso divertimento.
P.S. para obviar ao alegado – por si – embaraço dos chapéus, tem o nosso corpo, bi-lateralmente, o músculo imortalizado pelo Vasco Santana, o esterno-cleido-mastoideu.
O balio está a fazer bluff, ele sabe perfeitamente que umas matrizes 3×3 bem escolhidas resolvem o problema.
Balio, se tivesse a Ingrid Bergman à frente, não punha chapéu: usava burca.