Frases do ano (8)


Ana Vidal,

"Quais ambientalistas? O ambientalista aqui sou eu!"



Alberto João Jardim, respondendo a uma pergunta de um jornalista da SIC sobre a reconstrução da Madeira e a possível utilização do entulho resultante das derrocadas para ganhar nova área terra ao mar"

13 comentários em “Frases do ano (8)”

  1. Pois é… Aqui há tempos alguém lhe chamou autarca, por lapso. Pensando bem, o comentador acertou en cheio.
    Isto, sim, é um discurso típico de autarca, ressalvando as excepções: – A Madeira sou eu.

    1. Está a ser mázinha comigo, Chloé, foi um engano que rectifiquei (por lapso, eu li) 😉

      Parece que o senhor não aprendeu nada. Humildade? Que é isso?

  2. Claro. O mais inteligente e sensato a fazer é voltar a construir coisas mal feitas e mal situadas, porque esta desgraça só há-de servir de lição às pobres das vítimas, não aos pobres de espírito dos gananciosos e ignorantes. Vamos voltar a ignorar ambientalistas e geógrafos, está visto que sobretudo estes últimos são mais úteis a trabalhar num call center qualquer do que a incomodar os construtores.
    Revolta-me ver pessoas deste tipo na liderança seja do que for!

  3. O que é certo é que tem organização para põr tudo a funcionar em pouco tempo.
    Confesso que não gosto dele,cheira-me a naftalina,mas se acontecesse em Portugal continental o que aconteceu na Madeira,os primeiros oito dias eram para lamentações e depois mais oito para descobrir como conseguir mais uns subsidios para quem não perdeu nada e quem perdeu tudo ficava com uma mão à frente e outra atrás…
    Neste campo tiro o chapéu para o Sr Alberto Jardim.
    Quanto ao resto evito ouvi-lo porque dá-me cabo dos ouvidos e a meu estado de espirito não se compadece com baboseiras…

    1. Sabe o que lhe digo, Jorge Gabriel? Concordo inteiramente consigo. Tiro o chapéu aos madeirenses pelo exemplo que nos deram de organização, coragem e positivismo. Mas tenho a noção de que o AJJ tem uma boa quota de mérito nessa atitude positiva, porque é um líder motivador e muito presente. Não tenho paciência para ouvi-lo e não gosto de reizinhos absolutos, mas lá que o homem tem obra feita… isso ninguém lhe nega. Se tivesse sido cá a tragédia, acredito que se teria passado exactamente o que diz. E digo-o com pena.

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