
Hoje é O Dia Mundial do Compositor
«Este dia surgiu com o intuito de honrar os compositores, que contribuem com a sua arte para o fluir das emoções humanas ao eternizar pequenos momentos e sensações da vida em música, um alimento para a alma.
- Ser compositor é expressar-se com sons naturais que surgem do interior.
- O compositor é um fingidor. Finge a música que deveras sente.
- A vida para um compositor é uma arte. Uma arte que pode ser apreciada por todos.
- Um compositor é o intérprete de todas as emoções que o coração do homem vive.
- Por trás de uma bela música, há sempre um grande compositor.
O melhor, hoje, é escutarmos os nossos compositores preferidos. Também podemos partilhar músicas: é outra forma de celebrarmos esta data.»
Poder celebrar os grandes mestres do passado e do presente é uma bênção. O que seria viver sem música? A música não é forçosamente uma sinfonia, ou sequer uma canção. Há música em tudo. Todos os sons do dia a dia têm compassos, têm timbre, intensidade, duração, harmonia, melodia ritmo… acções tão triviais como estrelar um ovo, têm o ploc ploc da fritura e de repente podem trazer à lembrança uma qualquer música que, por exemplo, passava na rádio enquanto estrelávamos ovos num Campingaz em Vilar de Mouros ou no Sudoeste. Eu ressono. Todos se queixam, mas bolas, afinal é música da boa com uma excelente intensidade e muito cadenciada.

Hoje é O Dia do Chapéu
«Os chapéus foram usados como uniformes, acessórios de moda e equipamentos de protecção. Um dos primeiros chapéus foi usado por um homem da Idade do Bronze “chamado” Otzi, cujo corpo foi encontrado congelado numa montanha entre a Áustria e a Itália, onde se encontrava desde cerca de 3250 a.C. Otzi usava um gorro de pele de urso com uma tira feita de várias peles costuradas, lembrando um chapéu de pele russo.
Na Idade Média, os chapéus assinalavam o status social. Chapéus estruturados para mulheres semelhantes aos dos cortesãos masculinos começaram a ser usados no final do século XVI. Na primeira metade do século XIX, as mulheres usavam gorros que foram ficando cada vez maiores, decorados com fitas, flores, penas e enfeites de gaze. No final do século, muitos outros estilos foram introduzidos, como os chapéus de abas largas e coroa chata, o vaso de flores e o toque. Já no século XX, quando as mulheres começaram a cortar o cabelo curto, escolheram chapéus que abraçavam a cabeça como um capacete. Eram os chapéus cloche, cuja aba baixa as fazia andar com o queixo para cima, criando um ar de independência e autoconfiança.»
Como diria o Vasquinho da Anatomia, chapéus há muitos, mas o verbo está num tempo errado. Havia, mas já não há. Ou seja, há-os aos magotes, mas não se usam, deixaram de ser moda. É pena. Um homem com chapéu denotava um certa elegância. Qualquer dia, um palerma qualquer, YouTuber, Instagramer, Tweeter, TikToker, etc. com centenas de seguidores reinstala a moda do palhinhas, e é vê-los desaparecer das prateleiras empoeiradas onde têm estado guardados, quem sabe a aguardar que um influencer os repesque a troco de likes.
(Imagens Google)

ENORME CHAPELADA
Com toda a coleção da foto, e mais o meu boné de orelhas para o frio, de homenagem a PGR e TC, ao rejeitarem colaborar na pantomina das 36 perguntas caducas de infantil escrutínio. Deixam decretado que a dupla Costa/Marcelo, recorrente galheteiro de mascarados conluios, sofreu pesada derrota no terreno da transparência como na secretaria de selagem.
Ficam sem direito de ir a prolongamento ou a pênaltis, e são remetidos de forma irrevogável sem desculpas ou recurso para a estridente risota da bem apanhada Liga dos Últimos.
O questionário provou-se abjecto. Que ideia peregrina. A ideia faz lembrar aqueles formulários que se preenchem nos aviões e que praticamente ninguém responde com rigor.
Mesmo assim não acabariam com a fantochada das tomadas de posse. onde juram solenemente pela honra, que é desde logo atirada para o caixote do lixo a abarrotar.
As tomadas de posse fazem parte da tradição. Até os reis ” tomam posse”. A honra é um conceito vago e completamente em desuso. Tomadas de posse valem o que valem, as pessoas é que não valem um chavo.
Obrigado pelo acolhimento do meu comentário que fugiu aos temas propostos no postal.
Uma chapelada é sempre um cumprimento de chapéu na mão. Tem tudo a ver com chapéus, que , como se sabe, há muitos.
Ó careca tira a boina. Composição,boina e Amália.
A boina não é bem um chapéu… mas vendo bem as coisas, o barrete também não é, e já há alguns anos que não passa de moda. Bom domingo.
Tenho de a usar à boina,na friagem. A ver se transplanto uns pelos e a dispenso mas até lá.
No Verão eu mesmo me enfio um boné,razão supra,agora a canícula assando o miolo já fraco.
Bom domingo,e restantes dias também.
Conheço transplantados ( de cabelo) com óptimos resultados. Mas não é fácil nem simples. Presentemente parece que quem tem pouco cabelo, opta por não ter nenhum. Boa semana !
Um acessório que não dispenso, sempre clássicos, de palha no verão e de feltro no inverno.
Eu não gosto de cabeça coberta. Chapéus, leços, barretes, boinas, palas, fitas… afligem-me. Parece que não consigo respirar. Mas continuo a afirmar que, a meu ver, um chapéu compõe bastante.
actualmente qualquer borra-botas é compositor
os marxistas há 50 anos que me enfiam o barrete a toda a hora, nomeadamente o pm
o Palhinhas era um ciganito com quem brincávamos e pertencia à Companhia do Diogo
Ou são compositores ou apenas nos dão música.
Dizia-se que tapar a cabeça, chapéu os homens e lenço as mulheres, era um acto religioso, como sinal de respeito por Deus.
Nas igrejas os homens tiram o chapéu e as mulheres cobrem a cabeça. As mulheres até dentro das igrejas têm de ter a cabeça tapada por respeito a Deus, coitadas.
Havia um aviso nas instalações do Estado : p.f. Tire o chapéu.
Há fotografias de 1920s, com dezenas de homens e mulheres todos de cabeça coberta. Por cá podiam andar descalços, mas sempre de cabeça coberta.
A música é o melhor medicamento para a saúde, melhor dizendo falta de saúde.
Há música de produzida pela voz humana ou por instrumentos de várias tonalidades que são utilizados em conformidade com o local.
Não sei, provavelmente as notas musicais por voz ou instrumentos foram utilizados nas primeiras comunicações entre os povos.
Nas montanhas das Ilhas Canárias usavam o assobiar com várias tonalidades, La Gomera, para comunicação entre pessoas que são “palavras” musicalmente assobiadas.
“Nas igrejas os homens tiram o chapéu e as mulheres cobrem a cabeça”… A contradição é gritante. Nunca consegui entender, EU.
Já tinha lido sobre o Silbo Gomero. É milenar. Obrigada pelo apontamento.
cerca da barragem da Pracana, perto do local onde junot atravessou a Ocresa com água pelo peito junto de ponte romana onde passei de automóvel, no inverno usavam um funil para comunicar entre as duas margens emitindo sons convencionados
o uso do lenço pelas mulheres do norte alentejano era diário
os homens usavam chapéus de pano feitos no alfaiate e ‘desbarretavam-se’
uns aos outros em sinal de respeito
a cobertura da cabeça ao longo dos milénios é muito diversificada. como
‘doutor da mula ruça sem chapéu nem carapuça’. ainda uso a ‘mitra’ que Che copiou
Mais uma curiosidade que eu desconhecia! Obrigada pela partilha.
Caro entulho essa ponte de que fala é a ponte romana sobre a Ribeira da Pracana. A nova ponte foi construída quase em cima da velha, quem circula de carro por cima se for distraído nem se apercebe.
Também não faz sentido Junot ter atravessado a Ribeira a vau com a ponte ali ao pé, só se fosse no verão ou primavera, pois no outono e inverno a mesma além de levar muita água, naquela zona tem muita corrente.
Boa noite minha Senhora
“Chapéus há muitos”, como barretes, boinas, gorros, e por aí fora.
O meu modesto blogue deve o título ao Vasco Santana e ao monstruoso (de enorme) chapéu que em finais de 2011 fotografei em Ilhéus, terra de coronéis Brasileiros, e que a telenovela Gabriela mostrou.
Coloquei hoje uma vez mais a fotografia desse colossal chapéu.
Saúde e boa semana
António Cabral
António Cabral, o seu Chapéus é de antologia! Obrigada pela curiosidade. Vou ver a monstruosidade de imediato.
Boa semana para si também.
Como disse um antigo cineasta:
“Um homem sem chapéu é como um açucareiro sem tampa”.
Tudo caiu em desuso.
Principalmente os açucareiros, Pedro. Boa semana.
Os homens, dos verdadeiros, dos que não rapam os pêlos, só tomam banho uma vez por semana (mas usam uma boa colonia) e usam terno e chapéu, também, caíram em desuso
.
Mas agora são de extremos: ou são metrosexuais ou, para se distinguirem por protesto, nem usam desodorizante e cheiram mesmo a ” cavalo”. Essa coisa dos pelos confunde-me. É uma tortura. As mulheres têm que se depilar porque se o não fizerem parece mal. Os homens, que nunca estiveram em causa por questões pilosas , depilam-se. Com cera e a laser!