
A 7 de Setembro assinala-se O Dia Internacional do Ar Limpo para o Céu Azul.
“Esta data visa reforçar a necessidade de cooperação internacional para alcançar um ar mais limpo.
A poluição representa um dos maiores riscos ambientais para a saúde humana e uma das principais causas evitáveis de morte e doença a nível mundial. Assim o tema é «Ar saudável, Planeta saudável».
O aumento da qualidade do ar que respiramos faz parte dos objetcivos da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, sendo por isso uma prioridade mundial.
O Dia Internacional do Ar Limpo para o céu azul foi proclamado pela ONU em 2019.”
Ar Limpo é um mito. O ar que respiramos está cheio de resíduos com que o homem continua sistematicamente a envenenar a atmosfera. Ou são fumos de fábricas, de fogos, ou radiação de experiências, ou escória radioactiva do cemitério de lixo que gravita em volta da terra, ou metano proveniente de explorações agro-pecuárias, ou…
Acredito que tudo isto é mais prejudicial à saúde do que os vírus que nos assolam, com a única diferença que não mata de imediato, vai matando lentamente.

No dia 7 de Setembro celebra-se a Independência do Brasil
Faz hoje 200 anos, o Brasil tornou-se um país independente, sob a forma de império. A independência foi proclamada pelo príncipe D. Pedro, que subiu ao trono no Rio de Janeiro como imperador, mantendo-se também como herdeiro da coroa portuguesa.
Houve dois passos prévios neste percurso. O primeiro em 1808, quando a família real portuguesa, fugindo das invasões francesas, viajou para o Rio, onde se instalou a sede central da administração do Reino de Portugal e dos Algarves. Sete anos depois, em 1815, o Brasil foi também elevado a Reino, ficando assim equiparado a Portugal, embora mantendo o mesmo monarca, D. João VI. Desta forma, deixou de ser colónia.
Com o regresso de D. João VI a Lisboa, D. Pedro manteve-se no Brasil como príncipe regente. Quando estalou a revolução liberal no Porto, em 1820, e se levantaram clamores sobre o possível retorno do território brasileiro ao estatuto de colónia, o príncipe opôs-se. E acabou por liderar o processo de independência.
Em 1824, Portugal reconheceu oficialmente o Brasil como nação independente. Quando já D. Pedro tinha sido aclamado e coroado imperador, com o título de D. Pedro I.
O dia 7 de Setembro só se tornou feriado nacional do Brasil em 1949, por decisão do presidente Eurico Gaspar Dutra.
As comemorações da independência acontecem sobretudo nas grandes cidades e são marcadas por desfiles de elementos das forças armadas, com destaque para o que ocorre em Brasília, este ano contando com a presença do Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, como convidado especial.”
Não foi? Então as elites não continuam a mandar nos destinos do país, a governar-se e a desgovernar um povo imenso que vive no limite da miséria? É um dos países onde a disparidade é gritante, com uma favela a despencar de cada um dos morros que rodeiam os condomínios privados. Com todos os seus recursos naturais, o Brasil poderia ser uma potência mundial, não fora a ganância. Nem ordem, nem progresso, apenas caos. É um país cuja estonteante beleza natural embala um povo alegre e doce, governado pela ganância de minorias patéticas.

No dia 7 de Setembro comemora-se O Dia Dos Amantes de Cerveja
“Vamos todos cantar “99 Garrafas de Cerveja na Parede”, porque é o Dia Nacional dos Amantes da Cerveja, neste 7 de Setembro. Hora de abrir canecas alemãs, jarras decorativas e garrafas de cerveja muito giras. A cerveja e o processo de fabricação da cerveja remontam aos tempos antigos em culturas de todo o mundo. Tornar-se mestre cervejeiro pode levar anos de aperfeiçoamento. Um requisito certo é o amor por esta arte. Hoje, comemora-se com uma cerveja gelada. Qualquer pretexto serve.”
Depois do Dia da Cerveja, chega-nos o Dia dos Amantes de Cerveja, que celebra todos aqueles que se perdem na frescura de uma loira, morena ou ruiva, espumosa, amarga e boa como o abençoado lúpulo que a fez.
Nós, os que escolhemos a cerveja como bebida de eleição, podemos neste dia deliciar-nos com uma bela morena clara e misteriosa de 70°.
Cheers!
(Imagens Dreamstime/Google)

dia comemorativo do 2º centenário da independência do Brasil recordo recital dos jograis de S. Paulo em Lisboa em 1957. dele faziam parte Rubens de Falco e Armando Bogus.
disseram a 4 vozes « S. Paulo tem um lindo céu azul visível por entre um avião e outro »
pelas 16 h bebo diariamente uma mini quentinha « arrota pelintra, faz-te lord! »
Tem razão entulho, confirmei e é uma efeméride importante que, não sei porquê, não constava na agenda, mas vou já corrigir essa falta!
na Biblioteca da Ajuda existe parecer jurídico noutra língua onde se afirma que D. Pedro ao dar o ‘Grito do Ipiranga’ se tornou cidadão estrangeiro e perdeu o direito ao trono de Portugal.
Antigamente o uso e abuso do chamado rigor era doentia.
Também passou o dia 1 de Setembro, início do II guerra mundial.
Uma chamada de atenção já ajudava. A agenda que tenho é conforme e isso deixa-me tranquila, mas em havendo falhas, rectifico, claro.
“Mini quentinha”? O entulho tem uma costela britânica?
o melhor para o nordestino
«boi na boiada
cerveja gelada
muié pelada
o pior
boi doentche
cerveja quente
muié da gentche»
Só se é no nordeste mesmo. A brasileirada é feroz com a temperatura das bebidas frescas. Tem de ser ” bem géláda” senão é um cabo dos trabalhos.
A cerveja morna bebe-se muito bem. Tomei uma em Bruxelas com graduação off limits que até fazia crescer barba nos dentes, caramba.
Cerveja morna e javali cozido com molho de hortelã?
Estes da cerveja morna, são os Belgas, os loucos que nem os romanos, são os Bretões. A sério que a comida por lá não puxava ao paladar.
Peço o seu perdão! Nas palavras do velho Júlio: “Os mais valentes não sei! (entre belgas e gauleses). O que posso dizer é que vocês são tão doidos uns como os outros!”
Os bretões só falam de uma forma esquisita.
comemora-se com uma cerveja gelada
Em Portugal gosta-se da cerveja extremamente fria. Na Alemanha a cerveja toma-se bem menos fria, certamente que não gelada.
Também não se toma ” natural”, mas sim servem-na menos fresca do que nós os do Sul.