
Este é O Dia Mundial do Coco
Esta data é assinalada todos os anos pela Comunidade dos Coqueiros da Ásia e do Pacífico (APCC). Para que as pessoas entendam a importância deste fruto na redução da pobreza à escala internacional.
A APCC é uma organização intergovernamental composta por 18 países para promover, coordenar e harmonizar actividades de desenvolvimento do coco na região da Ásia-Pacífico Asiático. Esta organização tem sede na capital da Indonésia, Jacarta.
O Dia Mundial do Coco foi instituído em 2009.
O coqueiro cresce sobretudo em climas tropicais. O coco é um alimento indispensável aos habitantes do Sul e Sudeste Asiático e das ilhas do Pacífico.
Um coco contendo 400 g de polpa comestível e cerca de 30-150 ml de água contém tudo quanto é necessário diariamente ao ser humano, incluindo minerais, vitaminas e energia. Também é bom para as artérias coronárias, evitando o bloqueio dos vasos sanguíneos.
A água de coco contém açúcar, minerais e enzimas que ajudam no metabolismo e na digestão. E é fonte de vitamina B.”
Gosto de água de coco, que é excelente bebida bem fresca. De resto, detesto coco. Exceptuando o leite de coco necessário a um bom caril, dispenso. Não cozinho com coco, não uso óleo de coco, tão em voga ultimamente em tudo o que se diz ser gastronomia.

2 de Setembro é também O Dia de Furar as Orelhas
“Os seres humanos sempre praticaram a perfuração da orelha. Os egípcios e romanos usavam brincos de ouro como símbolo para exibir riqueza. Murais antigos na Pérsia retratam guerreiros com orelhas furadas. Os nativos americanos costumavam usar brincos feitos de osso, contas de vidro e penas coloridas.
Os marinheiros usavam brincos como sinal de terem viajado muito em alto mar. Na Europa do século XVI, os nobres que serviam na corte do rei tinham orelhas furadas. Hoje essa prática generalizou-se na sociedade.”
Este dia não tem mesmo nada a ver comigo. Detesto brincos. Não gosto, não compro, não uso. Não fui tida nem achada quanto às orelhas furadas. Era tradição e pronto. Fui muito criticada por não querer furar as orelhas das minhas filhas. Ficou ao critério de ambas e ambas furaram as orelhas. Devo ter usado brincos, quase por obrigação, meia dúzia de vezes na minha vida.
(Imagens Dreamstime/Google)

Brincos e tatuagens não fazem sentido nenhum.
Também não sou fã de brincos e tatuagens, que as há espectaculares é uma verdade, é coisa que eu nunca faria ou sequer aprovaria que alguem fizesse.
houve tempo em que bebia leite de coco diluído em água morna.
só tenho furos no cinto
Bom método de emagrecer? Ou nem por isso ?
Um coco […] contém tudo quanto é necessário diariamente ao ser humano, incluindo minerais, vitaminas e energia.
Falso. A polpa de coco tem 354 Calorias para 3 gramas de proteína. Para uma pessoa obter a proteína de que necessita (60 gramas por dia) precisaria de ingerir uma quatidade inconcebível de coco e engordaria imenso (comeria mais de 7000 Calorias por dia).
Bem, não diz que um coco pode alimentar diariamente um ser humano, até porque se fala em 400g de polpa comestível e essa quantidade diária de alimento é insuficiente. Por isso diz apenas que contém tudo o que um ser humano deveria ingerir diariamente em termos de minerais, vitaminas e energia, provavelmente como acompanhamento de outros alimentos. Como é que alguém sobreviveria com, por exemplo, “30-150” ml de água , que é menos do que um copo normal?
No Minho, belos brincos usam as mulheres e, diz-se, que o uso de grandes arrecadas é para o diabo não lhes entrar no corpo pelo buraco das orelhas.
As tatuagens, que não aprecio, apareceram em força nos soldados da guerra colonial. Muitos tatuavam nos braços ‘amor de mãe’ ou um coração com ‘amor de Dulce’. Pois, o problema era quando a Dulce já não era o amor e não havia forma de limpar a tatuagem ou rasurar com ‘amor de Odete’.
Tenho uns brincos em filigrana que a minha sogra me ofereceu e enquanto ela foi viva, usei-os sempre nos dias de festa. Afinal, furaram-me as orelhas com meses de idade e até aos 14 anos tive que usar brincos. Foi um horror, mas compravam e ofereciam-mos. Fazer o quê
Há tatuagens fantásticas mas eu nunca me tatuada. Para além de doer e poder provocar doenças, não é removível. Depois alteram com idade e ficam a parecer borrões de sujidade. Os soldados da guerra colonial não conheceram seguramente uma Dulce ou não lhe tatuariam o nome. É enganador, sabe?
Maria Dulce Fernandes, olhe que sim, não sei é se chamaria Maria Dulce. A Odete foi minha colega e ele ainda tentou, depois, rasurar para “amor de Doce Odete” mas ficou uma grande borrada.
Com ‘amor de Maria’ haveria muitas, que sempre dava para outras amores.
Claro que não se chamaria Maria Dulce! No me tempo de garota, quando os irmãos mais velhos iam para o ultramar, não conheci qualquer Maria Dulce. Eu ganhei este “prémio” após os meus pais visionarem o Frei Luís de Sousa em filme. Tive o enorme prazer de conhecer a minha ilustre homónima, mas não sou fã do meu nome. Jamais daria o meu nome a uma criança. Modificar tatuagens é, normalmente, acrescentar algo maior que englobe e tape a anterior. Que sorte ser só Odete e não Alexandrina, por exemplo.
Quando os seus irmãos foram para o ultramar, não havia Marias Dulces em Portugal?
Provavelmente haveria Dulces Marias, as muito doces e amáveis Marias.
Os meus irmãos são mais novos do que eu. Não foram para o Ultramar. Os irmãos mais velhos referem às minhas colegas de escola, de vizinhança e de rua. Marias há muitas, muitas mesmo.
Maria Dulce conheci um mancheia delas e curiosamente todas gostavam do nome, pensavam que era espanhol. E se formos ver bem, até é. A Maria Dulce original, de onde copiaram o meu nome, era uma doce pessoa.
No Quénia ,comi um arroz feito com
água de coco que estava delicioso.
( foi no mato e ainda bem que a água era de coco ).
Acredito, Kika. Água de coco é muito bom. Leite de coco uso para cozinhar. A carne e o ôleo do coco é que detesto. Só se for num Bounty fresquinho.
Não compro bronzeadores que tenham óleo de coco. O cheiro é demasiado enjoativo.