Eu também acho que sim, por razões mais ou menos evidentes: se os EUA querem dar o exemplo, devem fazê-lo por via da defesa dos valores da liberdade, dos direitos humanos e da dignidade dos povos. Simultaneamente, o “realista” que há em mim não deixaria de equacionar os prós e contras – na prática – de tal atitude, especialmente se isso significasse uma ruptura significativa nas relações entre a China e os EUA. Obrigado pelo comentário e um abraço!
Eu também acho que sim, por razões mais ou menos evidentes: se os EUA querem dar o exemplo, devem fazê-lo por via da defesa dos valores da liberdade, dos direitos humanos e da dignidade dos povos. Simultaneamente, o “realista” que há em mim não deixaria de equacionar os prós e contras – na prática – de tal atitude, especialmente se isso significasse uma ruptura significativa nas relações entre a China e os EUA. Obrigado pelo comentário e um abraço!
Eu também acho que sim, por razões mais ou menos evidentes: se os EUA querem dar o exemplo, devem fazê-lo por via da defesa dos valores da liberdade, dos direitos humanos e da dignidade dos povos. Simultaneamente, o “realista” que há em mim não deixaria de equacionar os prós e contras – na prática – de tal atitude, especialmente se isso significasse uma ruptura significativa nas relações entre a China e os EUA. Obrigado pelo comentário e um abraço!
Eu também acho que sim, por razões mais ou menos evidentes: se os EUA querem dar o exemplo, devem fazê-lo por via da defesa dos valores da liberdade, dos direitos humanos e da dignidade dos povos. Simultaneamente, o “realista” que há em mim não deixaria de equacionar os prós e contras – na prática – de tal atitude, especialmente se isso significasse uma ruptura significativa nas relações entre a China e os EUA. Obrigado pelo comentário e um abraço!
Eu também acho que sim, por razões mais ou menos evidentes: se os EUA querem dar o exemplo, devem fazê-lo por via da defesa dos valores da liberdade, dos direitos humanos e da dignidade dos povos. Simultaneamente, o “realista” que há em mim não deixaria de equacionar os prós e contras – na prática – de tal atitude, especialmente se isso significasse uma ruptura significativa nas relações entre a China e os EUA. Obrigado pelo comentário e um abraço!
Eu também acho que sim, por razões mais ou menos evidentes: se os EUA querem dar o exemplo, devem fazê-lo por via da defesa dos valores da liberdade, dos direitos humanos e da dignidade dos povos. Simultaneamente, o “realista” que há em mim não deixaria de equacionar os prós e contras – na prática – de tal atitude, especialmente se isso significasse uma ruptura significativa nas relações entre a China e os EUA.
Em todo o caso, acho que ele não te vai desiludir, Ana… Beijos!
Não sei. A causa tibetana não tem sido particularmente beneficiada pelos muitos chefes de estado que receberam a visita de um líder “divinamente escolhido”. Essa causa beneficiaria muito mais de contactos diplomáticos de baixo nível entre vários países e a China.
Além disso, esta questão do Tibete faz-me sempre lembrar o diálogo em “The Life of Brian” em que se pergunta “O que fizeram os romanos por nós?”.
Por outro lado, um chefe de estado deve sempre receber quem entenda, especialmente se não for uma pessoa culpada de crimes (perante o ponto de vista do mundo civilizado, não dos chineses). Isto é ainda mais verdade quando se fala do Presidente do país mais poderoso do mundo. E ainda mais verdade é quando os presidentes recebem frequentemente outros presidentes que têm mais sangue nas mãos que um funcionário de um matadouro.
Excelente comentário, João. Eu diria que deve, por razões mais ou menos evidentes: se os EUA querem dar o exemplo, devem fazê-lo por via da defesa dos valores da liberdade, dos direitos humanos e da dignidade dos povos. Simultaneamente, o “realista” que há em mim não deixaria de equacionar os prós e contras – na prática – de tal atitude, especialmente se isso significasse uma ruptura significativa nas relações entre a China e os EUA.
Como referiu, e bem, mais do que este género de encontros “simbólicos”, valeria a pena apostar na diplomacia pura e dura para tentar aproximar as posições de China e Tibete.
Deve.
Eu também acho que sim, por razões mais ou menos evidentes: se os EUA querem dar o exemplo, devem fazê-lo por via da defesa dos valores da liberdade, dos direitos humanos e da dignidade dos povos. Simultaneamente, o “realista” que há em mim não deixaria de equacionar os prós e contras – na prática – de tal atitude, especialmente se isso significasse uma ruptura significativa nas relações entre a China e os EUA. Obrigado pelo comentário e um abraço!
Deve.
Eu também acho que sim, por razões mais ou menos evidentes: se os EUA querem dar o exemplo, devem fazê-lo por via da defesa dos valores da liberdade, dos direitos humanos e da dignidade dos povos. Simultaneamente, o “realista” que há em mim não deixaria de equacionar os prós e contras – na prática – de tal atitude, especialmente se isso significasse uma ruptura significativa nas relações entre a China e os EUA. Obrigado pelo comentário e um abraço!
SIM!
Eu também acho que sim, por razões mais ou menos evidentes: se os EUA querem dar o exemplo, devem fazê-lo por via da defesa dos valores da liberdade, dos direitos humanos e da dignidade dos povos. Simultaneamente, o “realista” que há em mim não deixaria de equacionar os prós e contras – na prática – de tal atitude, especialmente se isso significasse uma ruptura significativa nas relações entre a China e os EUA. Obrigado pelo comentário e um abraço!
if you can’t help others
at least don’t harm them
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Deve. Com a consideração e respeito que lhe devem merecer todos os seres humanos.
Eu também acho que sim, por razões mais ou menos evidentes: se os EUA querem dar o exemplo, devem fazê-lo por via da defesa dos valores da liberdade, dos direitos humanos e da dignidade dos povos. Simultaneamente, o “realista” que há em mim não deixaria de equacionar os prós e contras – na prática – de tal atitude, especialmente se isso significasse uma ruptura significativa nas relações entre a China e os EUA. Obrigado pelo comentário e um abraço!
Obviamente, deve.
Eu também acho que sim, por razões mais ou menos evidentes: se os EUA querem dar o exemplo, devem fazê-lo por via da defesa dos valores da liberdade, dos direitos humanos e da dignidade dos povos. Simultaneamente, o “realista” que há em mim não deixaria de equacionar os prós e contras – na prática – de tal atitude, especialmente se isso significasse uma ruptura significativa nas relações entre a China e os EUA. Obrigado pelo comentário e um abraço!
Deve.
Claro que deve. Quanto mais não seja porque seria uma desilusão para mim se não o fizesse, e ele não vai querer uma coisa dessas…
Eu também acho que sim, por razões mais ou menos evidentes: se os EUA querem dar o exemplo, devem fazê-lo por via da defesa dos valores da liberdade, dos direitos humanos e da dignidade dos povos. Simultaneamente, o “realista” que há em mim não deixaria de equacionar os prós e contras – na prática – de tal atitude, especialmente se isso significasse uma ruptura significativa nas relações entre a China e os EUA.
Em todo o caso, acho que ele não te vai desiludir, Ana… Beijos!
Não sei. A causa tibetana não tem sido particularmente beneficiada pelos muitos chefes de estado que receberam a visita de um líder “divinamente escolhido”. Essa causa beneficiaria muito mais de contactos diplomáticos de baixo nível entre vários países e a China.
Além disso, esta questão do Tibete faz-me sempre lembrar o diálogo em “The Life of Brian” em que se pergunta “O que fizeram os romanos por nós?”.
Por outro lado, um chefe de estado deve sempre receber quem entenda, especialmente se não for uma pessoa culpada de crimes (perante o ponto de vista do mundo civilizado, não dos chineses). Isto é ainda mais verdade quando se fala do Presidente do país mais poderoso do mundo. E ainda mais verdade é quando os presidentes recebem frequentemente outros presidentes que têm mais sangue nas mãos que um funcionário de um matadouro.
Excelente comentário, João. Eu diria que deve, por razões mais ou menos evidentes: se os EUA querem dar o exemplo, devem fazê-lo por via da defesa dos valores da liberdade, dos direitos humanos e da dignidade dos povos. Simultaneamente, o “realista” que há em mim não deixaria de equacionar os prós e contras – na prática – de tal atitude, especialmente se isso significasse uma ruptura significativa nas relações entre a China e os EUA.
Como referiu, e bem, mais do que este género de encontros “simbólicos”, valeria a pena apostar na diplomacia pura e dura para tentar aproximar as posições de China e Tibete.
Obrigado pelo comentário e um abraço!