Acordo burrográfico (42)


Pedro Correia,

– É preciso tato para potenciar esta superfície táctil. Compreendeu?

– Não.

16 comentários em “Acordo burrográfico (42)”

  1. Ontem tive o prazer de ouvir claro e bom som, um discurso falado em português nos microfones das Nações Unidas em Nova York.
    E embora fosse um brasileiro Bolsonaro que pelo nome cheira-me originário de italiano, entendi muito bem no que ele disse.
    Claro que os nossos poliglotas raramente usam o nosso idioma, complexados que não os levem a sério.

      1. Mas foi em português, está desculpado, mas politicamente falando, pena do Brasil trocar aquela ditadura certinha dos militares nos anos 8o por esta democracia que não acerta o passo.

    1. O discurso em crioulo brasileiro feito por Bolsonaro só com muita atenção se percebeu alguma palavra, por ser em crioulo e por aquele sotaque paulista ser difícil de entender. Aliás cada vez mais aquele sotaque paulista está a aspalhar-se pelo Brasil.

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