Entrámos em Agosto, mês que a directora-geral da Saúde desaconselha em absoluto para ficarmos doentes em Portugal.
Mas a verdade é que não me sinto lá muito bem.
O que devo fazer?
Entrámos em Agosto, mês que a directora-geral da Saúde desaconselha em absoluto para ficarmos doentes em Portugal.
Mas a verdade é que não me sinto lá muito bem.
O que devo fazer?
Curar-se ou mudar de país
Talvez não seja necessário.
Foi exarado despacho proibindo os cidadãos vacinados, maiores de 18 anos, de adoecerem durante o mês de Agosto, tendo o primeiro-ministro encarregado o secretário de Estado Galamba, com a Energia que lhe é reconhecida, de zelar pelo cumprimento desta medida governamental. A bem da Nação.
Prezo-me de ser um cidadão cumpridor da lei.
Se está grávido, as minhas condolências adiantadas.
O caso é desesperado mas não é grávido. Digo, grave.
Pedir ao Galamba para rever as folhas de salário da directora.
Estará inscrito na Ordem dos Contabilistas?
Mantenha a calma. A varíola dos macacos só ataca benfiquistas…
Esses padecem da varíola das toupeiras. E dos efeitos da seca prolongada: o último troféu já tem três anos.
Está mesmo a precisar se seguir os concelhos da DGS (Direcção Geral da Saúde), mas como deve ser doença prolongada nem o ser jornalista tem cura.
“…o último troféu já tem três anos.” ?
Desta vez até o vou ajudar, títulos 2021/2022: Voleibol, Basquetebol, Troféu Europeu de Andebol, Futebol e Futsal Feminino e…
E um recorde muito difícil de igualar: o Benfica esperou 19 anos por o outro clube de Lisboa vencer o Campeonato da 1ª. Liga de futebol sénior masculino.
Eis um (im)paciente infectado de clubite galopante.
Temo que seja letal.
E a sua lembrança da ‘seca prolongada’ é de paciente de clubite não saía do mesmo sítio.
Três anos de jejum intenso. Outro agora começa. Prossigam nessa saudável rota para se libertarem de gorduras e toxinas.
Só pode fazer-vos bem.
Parece que o jejum intenso é o seu remédio para a sua doença precoce.
Antigamente sempre iam ganhando a estafeta Cascais-Lisboa
Três aninhos a chuchar no dedo.
Que vos faça bom proveito. Dá saúde e faz crescer.
Gabo-lhe a pachorra para ter estes trocadilhos de recreio de escola.
‘Tu é que és, não tu é que és’.
Mas, quem se apresenta como sportinguista desde pequenino, paciência.
Vou contar uma disto de ser de um clube.
Por causa de um familiar em criança era do Os Belenenses. Depois mais crescido, por prática da rapaziada de Arroios de ir ao SCP ou ao SLB para “treinar”, assim ficaram os irmãos Damas e o Dani no Sporting, levei a mal por o Imbelloni me chamar nomes fui parar ao SLB, e com as vitórias europeias nunca mais deixei de ser benfiquista.
Anos mais tarde, continuei a ir à Luz com o meu filho ver alguns jogos mais importantes, com ele sempre de camisola à Benfica.
O tempo passou, estrangeiro, regresso e uns anos depois enviei uma camisola SLB ao meu neto e um cachecol para o meu filho. Resposta do meu filho à minha pergunta se tinham gostado das prendas: obrigado pai, mas eu sou do Sporting não vou usar o cachecol. Nunca soube que ele era do Sporting, parece que foi formando a clubite para me chatear de eu o obrigar a ir comigo à Luz. O meu neto tem acompanhado o Glorioso por vários países europeus.
Nunca fui grande craque, dava uns toques e esta história fica entre nós.
Boa história. Gostei.
A senhora estará boa da cabeça?! O caor deve estar a afectar-lhe as meninges.
Já a senhora Ministra Marta farta-se de dizer que sabe bem as condições do país, ou seja, nada ignora. Mas, será que o papel que desempenha se fica por saber o que se passa?!
Nem tudo é mau. Confrontada com a incapacidade do INEM de prestar socorro a quem necessita, neste mês fatídico, a Senhora Ministra mandou apetrechar os táxis com embalagens de pensos rápidos, frascos de Betadine e copos menstruais. Salientando que esperar uma ambulância só porque ligamos o 112 «não é um direito reconhecido na Constituição».
Li na última edição do ‘Expresso’.
A sério?
Bom, caso para dizer: para grandes males, grandes remédios!
Ainda bem que temos uma Ministra Marta tão actuante. O que é que o povo quer mais ???
Marta transforma-se em Supermarta após papar uns amendoins.
Lá vai ela, salvar o SNS.
Pode sempre pedir boleia a uma esquadra de polícia móvel.
Se a bateria do veículo ainda não tiver descarregado.
Ou ir de trotineta, que é mais ecológico.
Não vou dizer o que penso desta senhora ministra de verbo fácil e sempre vestida como a moda ordena. Minha mãe dizia que são de temer as mulheres de nariz empinado.
“Diz-me com quem te deitas…”
Calma, anónim@.
Não fuja o pé para a chinela.
O calor deve estar a afectar-lhe as meninges.
Terá comido bacalhau à Brás? Hipótese a considerar.
Tenho forte suspeita de que a pobre mulher se confundiu.
Pois todos os casos que conheço (e mesmo vivenciei) foram à conta de bacalhau com natas.
Agora marchavam umas pataniscas.
Você é tão anti PS que até morde a língua para ficar doente.
Agora é esperar que o efeito do veneno passe e não ter ralações com notícias.
Acautele-se. Servir o Partido do Poder Absoluto pode causar graves danos à saúde.
Lesionar a coluna vertebral, desde logo.
Esses tratam-se (e bem) na CUF…
Alguns, com maior pendor literário, preferem os Lusíadas.
Não, estes são ceguinhos preferem antes o da Luz.
Luz ao fundo do túnel há sempre. Geralmente é a do comboio.
Nada.
Seguirei o seu conselho, doutora Graça Freitas.
Vou esperar por Setembro.
Beba cerveja. Parece que faz bem à saúde.
Estas fazem-me lembrar Marta Temido e Graça Freitas. Talvez por serem loiras.
… e frescas!
Acompanham bem com chamuças.
Os verdes ou azuis não têm direito a urgências hospitalares.
Usurpadores.
Piores são os verdazuis.
Uns híbridos rastejantes.
Claro, o protocolo é de Manchester: só os vermelhos é que têm direito a viver.
Vermelhos eram os índios.
E lixaram-se.
Observado há dias:
– num dos hospitais privados na minha cidade: área de recepção com 20 guichets, pelo menos 12 assistentes a fazer atendimento, tempo de espera: 2m. Em cada piso de especialidade, mais 2 ou três funcionárias para apoio logístico. E um corropio de gente que nem chega a aquecer os bancos de espera.
– no hospital público distrital: 2 pessoas na urgência a fazer triagem, 3 na secretaria e os seguranças a tentar acalmar as pessoas que aguardam. Com uma multidão à espera. A maioria de pé, alguns no exterior por falta de espaço. Uma hora, duas, três…
É chamar a salvadora Supermarta. Ela aparece num instante, mal coma os superamendoins.
O Hospital Amadora-Sintra mandou-me a um Hospital privado fazer um exame ao coração.
Também fiquei admirado haver mais pessoas a atender que doentes para ser atendidos, incluindo nas recepções nos andares sem haver doentes para atender.
Também reparei no aspecto dos doentes não ser de pessoas com posses para Seguros de Saúde, o que me levou a crer serem doentes enviados pelo SNS.
Fui bem atendido e conclui que aquele hospital privado era um bom cliente do SNS, não podendo haver concorrência no hospital público, evidentemente. Parece, que afinal, está a ser criado um “saúde de balcão” nos hospitais públicos e uma “saúde técnica” nos privados. Será? Que ganda negócio.
Ganda negócio?
Ambos os sectores têm sensivelmente o mesmo nível de despesa.
Um apresenta lucros; no outro, o dinheiro evapora-se.
A solução? Combater os lucros.
«Combater os lucros» é a palavra de ordem dos socialistas mais radicais. Enquanto entoam hossanas ao capitalismo de Estado que socializa os prejuízos.
Lucro é palavra pecaminosa – nisto revelando-se herdeiros dos mais ortodoxos dogmas religiosos.
Nem lhes passa pela cabeça que sem lucro não há investimento. E que sem investimento não há criação de emprego. E que sem criação de emprego não há produção de riqueza.
O ganda negócio, não é esse.
O ganda negócio é abrir uma actividade com o lucro garantido, se a “saúde técnica” fosse feita nos hospitais públicos lá se ia o negócio dos privados. Os privados só adquirem as “maquinetas” por terem clientela garantida.
Os laboratórios de análises clinicas são sempre próximo, logicamente, dos Centros de Saúde. Um Centro de Saúde da linha de Sintra ia abrir com especialidade de análises, ficou-se pelas vacinas e mudanças de pensos, por aparecer mesmo em frente uma filial de um grande laboratório de análises. Não há mal nenhum nisso, até é mesmo em frente e o médico pode receitar análises à fartazana que nunca são demais.
E cá temos o ganda negócio, e sem aquela preocupação para onde vão os nossos impostos, desde que o laboratório não seja de alguém da “família”.
Grande negócio é mesmo o SNS.
Nunca houve tanta verba disponível, tanto do OE português como de fundos europeus, nunca houve tantos recursos financeiros e humanos, e nunca houve tanto desperdício. Enquanto o atendimento aos cidadãos nunca foi tão mau.
Como bem se nota no aumento constante das listas de espera para cirurgias (forçando pessoas de todas as idades e de várias condições sociais a procurar o sector privado), no chocante aumento das estatísticas relacionadas com a mortalidade, nos quase 1,4 milhões de portugueses hoje sem médico de família e no inédito caos das urgências hospitalares. Apesar de termos um índice de clínico por cidadão superior à média europeia.
Ao ponto de estarmos até a regredir em mortes de grávidas, o que é algo inaceitável.
Isto tem a ver com a escolha para “gestores” e “administradores” hospitais de uma casta parasitária com o cartão do Partido do Poder Absoluto. E absolutamente incompetente.
Sete anos depois, os resultados estão à vista.
E vá lá que o Almirante pôs ordem na bagunça das vacinas – que começou da pior maneira, com “lares de idosos” transformados em morgues” (como em Reguengos de Monsaraz) e vários protegidos do poder a furar filas à margem de todas as regras. Senão, nem isso teria funcionado.
Pedro, espero que seja apenas um mau estar passageiro. to-de-mos-vai-oferecer-plano-de-saude-ao s-municipes/
Respondendo à questão, quem for FP já usufrui do SNS Premium (ADSE), para os demais e perante a sazonalidade, e não só, do nosso SNS o melhor é mesmo subscrever um seguro de saúde.
Ou então mudar-se para Porto de Mós. Perante a permanente falta de médicos e de assistência médica, o Município negociou o serviço com uma seguradora e vai oferecer o seguro de saúde municipal aos habitantes.
https://oportomosense.com/camara-de-por
Acima de tudo mostra preocupação para com os munícipes, mas acaba também por mostrar como é que o governo está a falhar com os portugueses.
Ena, boa sugestão.
Obrigado, Paulo.
Entretanto ponderei bastante e decidi seguir a recomendação da doutora Graça Freitas. Não tenciono adoecer antes de Setembro.
Já me abstive de comer bacalhau. Nem à Brás nem sequer à Gomes de Sá.
Como o abrir comes e bebas para turista é o que está dar, não sabemos se os menus são graçolas ou mesmo à não saber.
“Bacalhau à Comes Cá” e “Galinha África Sé”
Propostas tentadoras. Mas só lá para Setembro.
Há que evitar indigestões em Agosto.
Agora só chá e torradas. E umas compostas caseiras, recomendadas por aquele senhor doutor adjunto da doutora Graça lá na DGS..
Se é ligeiro o tempo cura tudo. As melhoras.
Felizmente fui cumpridor e não comi bacalhau com natas – prato que, por coincidência, não consta dos meus cardápios.
É o primeiro passo para tudo correr bem.
O segundo é não nos levarmos demasiado a sério. Ajuda muito.
Obrigado, Maria.
vá a espanha e leve o cartão europeu de saúde.
Felizmente não preciso.
Mas não duvido que seria mais eficaz.