
Dei comigo para ali nua… pois se nua não estava, para que serviriam os panos que me cobriam a nudez, se pelas pregas resvalavam carne e pele em abundância suficiente para encher a ânfora maior repousada à sombra seca duma árvore de folha perene, que resistia debaixo dum calor insuportável.
Por todo o lado, belas e musculadas mulheres, morenas e sorridentes, seminuas naqueles panos parcos e finos, se exercitavam debaixo dum abrasador sol de fogo, fazendo alongamentos ou envolvidas num abraço de força e destreza, dentro dum círculo desenhado no chão, com a pele gotejada de suor que lhes conferia um brilho adamantino, atraente e formidável.
“Anda, bacante, é a tua vez.” Percebi que se dirigiam a mim e atrevi-me a perguntar: “Bacante Porquê?”
“Ora mulher, branca e gorda é certo e seguro que não pertences ao culto de Artémis. Crês tu porventura conseguir finalizar a Heraia?” Riram todas. Afinal era mesmo engraçado que alguém sem preparação física visível se imaginasse sequer nos primeiros pés da Heraia… Se se obrigasse a atingir um estádio poderia até ter fim idêntico ao do valoroso Feidípedes, que engrossa agora o panteão dos glorificados pela morte magnífica.
Afinal estávamos em Marathónas, caramba!
Embalada pelo conhecimento adquirido em muitas horas de conversa/estudo com a filha historiadora, atrevi-me a contrapor que de onde eu vinha as mulheres eram fortes e resistentes e não corriam só a Heraia, corriam todos os seis sextos, corriam a Maratona como os homens, taco a taco, lado a lado, com a mesma vontade, o mesmo vigor e muitas vezes melhor classificação no podium.
Fizeram-me calar logo, não fosse homem de atalaia ouvir tamanho sacrilégio e condenarem-me sem apelo nem agravo ao monte Taigeto. “Mas isso do Taigeto não é só para deficientes?”, perguntei. Há olhares que valem mil palavras. Os delas disseram tudo.
Ripostei: “Se eu vivesse numa terra onde os homens brutalizam as mulheres, que se calam por respeito e medo e os da religião fossem feios, porcos e maus, permitissem incestos, violações e consanguinidades, fugiria a sete pés ou torna-me-ia eremita!!” Parei de imediato para pensar na ironia das palavras que proferira, que transbordavam falsidade por todas as entrelinhas… eu, a apregoar sobre o meu mundo de telhados de vidro…
Sorri tristemente, encolhi os ombros e dei o braço à top-model que estava a meu lado:
“Vá, vamos beber qualquer coisa fresca, que eu ensino-vos sobre lingerie sensual, dores de cabeça e de como fazer os homens pensar que são os donos da vontade.”
O sol pôs-se, caiu a noite, surgiram fogueiras mil, rimos, bebemos e adormecemos abraçadas como irmãs, filhas dum sangue antigo, espesso e tão poderoso que perdurará pela eternidade.

ontem ao procurar assunto sobre as novas drogas sintéticas
aparecera artigos sobre matriarcado, patriarcado e esta pérola
Filippo Tommaso Marinetti
Come si seducono
le donne
«Un libro sull’arte di sedurre le donne, ora?… Sì, ora, nella conflagrazione futurista delle nazioni, nella ostra
guerra igienica liberatrice novatrice centuplicatrice io
sento il bisogno di dirvi come si seducono le donne. »
Le donne sono sedotte solo se vogliono essere sedotte, entuglio!
fui sempre adoptado do berço até hoje
Vai adoptando ideias por aí, isso sim.
Muita maratona ainda vamos ter de correr para chegar aonde queremos/devemos estar :-/
Nem para chef de cozinha. As mulheres hoje só querem é beber copos.
É capaz. As coitadas que aturam mentecaptos precisam de algo forte para estimular a paciência.
O dito sexo forte é cada vez mais limitado. Não será no meu tempo, mas espero que no tempo dos meus bisnetos as mulheres mandem no mundo, como nunca deveria ter deixado de ser.
Então Maria Dulce Fernandes, as mulheres já não são o sexo forte? É o que faz andar a ver concertos da Anitta. Não faz mal, beba mais um copo.
Mais um anónimo que não sabe ler, ou que não entende o que lê, o que só reforça a minha ideia sobre as limitações dos senhores DITOS sexo forte. Que atraso de vida.
Peço desculpa, mas de Dildos eu não percebo nada.
Quando se traz um tema à conversa é porque se percebe bem dele. Nunca lhe perguntaram o que é que gostaria de ser, se já não fosse idiota?
Chiça, agora deu-lhe para falar como um homem.
Nada disso. Se eu falesse como você, depreendendo que seja homem, claro, só tinha conversas parvas.
Mas quando é que as mulheres deixaram de mandar no mundo?
(Basta pensar no pequeno mundo que é a casa (o lar) quem manda?)
Eis o primeiro comentário masculino que não posso criticar.
🌻
Deve ter sido forte o que andou a tomar… ou então:
La donna è mobile
Qual piuma al vento,
muta d’accento
e di pensiero.
Sempre un amabile,
leggiadro viso,
in pianto o in riso,
è menzognero.
La donna è mobil’.
Qual piuma al vento,
muta d’accento
e di pensier’!
È sempre misero
chi a lei s’affida,
chi le confida
mal cauto il cuore!
Pur mai non sentesi
felice appieno
chi su quel seno
non liba amore!
La donna è mobil’
Qual piuma al vento,
muta d’accento
e di pensier’!
O lucklucky Rigoletando! Uau!
A parte da piuma al vento por acaso dava-me jeito.
A única coisa que eu tomo forte, é o jeito para responder às safadezas.
Uma bicadinha. Agora vai uma bicada.
“Eterno Feminino” está a acabar porque a mulher está a chegar ao fim.
A partir do momento em que mulheres fazem o que fazem os homens passam desenvolver-se biologicamente como homens. Menos nascimentos também evoluem o corpo feminino para o corpo do homem . O Feminino desaparece . Foi aliás sempre esse o objectivo das feministas radicais não das outras.
Em paralelo, culturalmente em poucas gerações o acto sexual hetero será considerado primitivo, violento e contra igualdade porque existe penetração de um no outro, logo fortemente desigual como aliás uma feminista Espanhola já argumentou.
A fecundação será cada vez mais feita recorrendo a métodos comerciais e o orgasmo será uma experiência que se adquirá no Booking.com prolongando assim a aliança Woke+Kapital.
Que previsões distópicas, luck. Esta ” fase ” vai seguramente acabar. Autocanibalizar-se-à, como todos os fundamentalismos.
Aqui na Tugalândia só quando uma mulher incompetente chegar ao topo é que haverá igualdade.
Até lá se quiser correr a Marathónas tem de ser na cozinha à volta dos tachos e das panelas.
Panelas antigamente chamava-se aos homens armados em machões.
Já vi que você hoje está com o sentido de humor apurado.
E está com muita sorte de eu não participar aos hashtags da violentação que é ler alguns comentários. Não os seus, claro, que são um primor.
#naoaviolentacaoqueeler
Espero que ajude.
#taogiroqueeusou
Pensei que você tivesse percebido que a primeira frase não era minha mas sim do presidente Marcelo. Enganei me.
#soumesmoburro
#autoavaliacaomuitojusta
#copieipelasua
#pelaminhaquê
Essa frase não é do presidente Marcelo.
Se ele a repetiu desconheço.
Faça uma pesquisa e ficará a saber de quem é.
Até é de uma mulher. O Carlos Sousa continua enganado.
Tenha respeito pelo Sr. Sousa. Isto de as feministas assanhadas andarem a bater nos homens a toda hora é demais.
Sou uma pessoa bastante tranquila e aprendo tudo
isto á volta dos tachos e panelas.
Tenha V. Exa. o não identificado, respeito pela Senhora se faz favor.
Fraçoise Giroud numa entrevista ao Jornal Le Monde
em 1983 .
“Marcelo diz que só quando uma mulher incompetente chegar ao topo haverá verdadeira igualdade nas Forças Armadas”
Diário de Notícias
Só não percebo é porque é que ainda não atingiram a verdadeira igualdade.
Uma mulher só chega ao topo, atingindo a igualdade , quando suplantar em incompetência o incompetente no cargo, o que é quase impossível vir a acontecer.
Ficámos também a saber que o Presidente cita aforismos de outrem, o que nem é nada de transcendente, não fora tentarem com isso demonstrar a burrice de outro, quando afinal também têm telhados de vidro.
Será que ele ( presidente) tentou com essa frase dizer
que são todos incompetentes nas Forças Armadas ?
Kika, burilar os discursos é uma das características do Presidente Marcelo. Nem sempre diz o que diz, faz rewind e lembra que o que dizem que ele disse não é assim, porque não era isso o que ele queria dizer. E em boa verdade o significado, depois de revisto, acaba por dar ” para os dois lados”. Nós , o público alvo, é que percebemos mal e pensamos logo o pior. Por isso é provável que tenha tentado dizer isso mesmo, ou nós é que estamos a interpretar erradamente.
Eu gosto dele, mesmo assim.
Com tantos beijinhos a maioria dos portugueses também gostam.
Eu, sinceramente não aprecio tanta palhaçada, dito isto, a criatura
parece-me inofensiva o que já não é mau.
É boa pessoa e lembra-se de tudo o que lhe dizem! É mesmo por aí, kika, inofensivo. Talvez precisasse de passar mais à ofensiva em relação ao estado a que isto chegou, mas piorar, não piora nada.
Todos não, só os que chegam ao topo.
Todos fazem por chegar ao topo, por isso qual o mais incompetente? Um do li tá…
Também tenho de explicar tudo…não me diga que se está a candidatar às forças armadas?
É uma opção em aberto para daqui a uns aninhos, se começar a ficar gágá.
Françoise Giroud numa entrevista ao jornal
Le Monde em 1983 .
Nestas coisas de género o Carlos de vez em quando embaralha-se.
Tropeça nos tachos e panelas 😂😂
Hoje em dia somos uma sociedade muito rica, inimaginávelmente rica comparada com o que gregos e romanos tinham. O debelar da mortalidade infantil foi a cereja no bolo.
Hoje podemos pôr mulheres a morrer em combate – a fogos, ao crime, em guerra – em vez criar a próxima geração. Podemos desperdiçá-las a fazer o que os homens faziam, duplica-se e embaratece-se a força de trabalho, e pulveriza-se a sociedade, ganha-se por todos os lados.
E basta os merceeiros cantarem-lhes umas lérias mentirosas, caem quase todas como moscas ao mel. Até o divórcio, objectivamente o pior ataque aos seus direitos, acolheram como grande melhoria.
A Gorgo do Leónidas, a Cornélia mãe dos Gracchi, e a camarada Agripina, por exemplo, eram capazes de desconfiar de qualquer coisa, mas eram antigas pouco esclarecidas.
“Até o divórcio, objectivamente o pior ataque aos seus direitos, acolheram como grande melhoria”. E não é uma grande melhoria? Um homem só se divorciava se quisesse e podia entregar a mulher aos pais com uma mão à frente e outra atrás. Era dono e senhor da mulher.
Agripina era uma víbora formidável.
A nobreza romana tinha “confarreatio” – casamento indissolúvel, que aquelas famílias não brincavam em serviço. A plebe acasalava mais à vontade. Os chineses, árabes, etc. tinham poligamia.
A Igreja fez um imenso serviço às mulheres em geral ao impôr o casamento indissolúvel. Claro que foi logo o primeiro ponto que protestantes e progressistas atacaram. A lei do divórcio foi a primeira “conquista de Abril” em 1974, devido ao bem apregoado “atraso atávico” cá da paróquia.
Um dia um sociológo faz as contas ao prejuízo, até material.
Bem vistas as coisas os homens têm muito mais a perder com o divórcio do que as mulheres. Nem vale a pena tapar o sol com uma peneira e fazer paralelismos bacocos. A realidade é essa e há que aceitá-la.
Maria Dulce Fernandes aqui a mostrar toda a misandria e pseudo superioridade feminina, “as mulheres mandarão no mundo”, “um mundo sob supervisão feminina será mais justo, mais belo, mais idílico”, “os homens com visões e ideias limitadas com conversas vagas e parvas”, os “homens como principais derrotados e prejudicados com o divórcio? [em que sentido? quando somos despossados?, quando dão preferência à mulher/mãe pela guarda dos filhos menores? quando nos são visto negados ou discriminados direitos em detrimento do das mulheres?], realmente tem razão, o “patriarcado” sempre a desfavorecer e discriminar as senhoras e a remete-las para um lugar secundário e acessório da história

Mulheres, pequenas viborazinhas e totalitárias iguais ou piores (tendem a ser mais cinicas e dissimuladas) que os homens. É só sumidades nos altos cargos da nação, “Marta Temido”, “Graça Freitas”, “Mariana Vieira da Silva”, um mimo de elegância e capacidade que sem dúvida têm trazido uma visível melhoria ao funcionamento das nossas instituições e um marcado desenvolvimento socio-cultural. “Jacynta Arden”, “Hillary Clinton”, “Christine Lagarde”, “Ursula Von der Leyen”, “Catarina Martins”, “Mortáguas”, “Ana Catarina Mendes”, etc, etc, tudo expoentes da finura e da elevação intelectual e da representação do “sagrado feminino”.
De uma vez por todas, há homens e mulheres capazes, diligentes e inspiradores..como há homens e mulheres sem qualidades e valores. Acho engraçado esta tentativa de branquear o trabalho dos homens, os verdadeiros impulsionadores da humanidade (e não só e apenas porque a mulher foi atirada para um papel servil e doméstico ao longo da história..até pq elas tendem a preocupar-se mais com arranjar as unhas, a criar intrigas e a fofocar..quando não se vêm barrados pelos seus limites naturais na tentiva de concretizar as suas aspirações) as evidências confirmam que o desvio padrão entre caracteristicas e atributos tende a ser maior nos homens nas mulheres, “favorecendo-nos” nos extremos…o que nos torna capaz tanto do pior como do mais belo e edificante). Não, um país governado por/ou maioritariamente por mulheres não significa um mundo mais harmonioso, justo e desenvolvido, muito pelo contrário…tende a estagnar, quando não a inverter na escala do progresso.
Mas claro que haverá sempre mulheres capazes e necessárias que estarão na vanguarda do desenvolvimento social e humano.
Tudo o resto são “clichês” e deturpações, sem sentido real nem prático. Engraçado é esse tipo de discursos como o da senhora Maria Dulce Fernandes, serem amplamente aceites e tolerados. Fosse dito em sentido contrário, já seriamos taxados de “ignorantes”, “misóginos”, “intolerantes”, “tacanhos” e mais uma série de adjectivos pouco abonatórios. Mas é esta hipocrisia que reina no mundo e quem se manifesta ainda se sujeita a ser alvo das hordes de feministas lunáticas e dos homens mansos, obedientes e servis às “detentoras de vulva” (é assim que se diz agora, n?! ahaha).
Peço desculpas sinceras, Srª Maria, se os seus comentários tendem mais para a ironia do que para manifestações de pensamentos e ideias reais e pessoais, mas de qlq forma serve para todos os outros com discursos idênticos. Já não há pachorra para estas mentiras e banalidades….. e ninguém se insurge???
Cumprimentos,
Os insurgentes só podem ser idiotas como você que não saber apreciar história, não têm senso de humor e não sabem o que é a ironia. Machistas ressabidos e palermas, que lêem um texto e partem para a ” ofensa velada” como se fossem os donos do conhecimento. Não percebem patavina, mas enxovalham porque é bem enxovalhar. Depois queixam- se que as feministas exacerbadas dos ## lhes caiam em cima e os rebaixem à infima espécie do ser repugnante que exibem nas caixas de comentários dos blogues.
O meu último comentário parece que foi desaprovado sem qualquer razão aparente (não fui propriamente rude nem vulgar..criticar agora é ser grosseiro?? hum..) mas, pelos vistos, existe uma “linha vermelha” neste blog, que impede uma crítica mais incisiva e pertinente aos blogueiros da casa, tornando-los intocáveis e inatacáveis (são estes os vossos conceitos de “liberdade de expressão” , “autodeterminação” e “imparcialidade”?).

Até fico admirado pelo meu primeiro comentário ter sido aceite e publicado, com estes critérios e normas vigentes, mas tudo indica que foi apenas para a Srª Maria, poder responder e atacar-me (ela sim de forma rude e indelicada….nem levei assim tanto a mal lol). Que deselegância excluir-me da conversa e negar-me defesa e resposta à sua só porque fui determinado e directo (o engraçado é que fui bem menos ofensivo que a senhora em questão.. e limitei-me a responder ao ataque, esse sim “velado” e dirigido). Mas o ressabiado sou eu, não é!?
O irónico disto tudo é que fui censurado num blog intitulado “delito de opinião”. Isso mesmo, fui cancelado e silenciado por “delito de opinião”. São estas as contradições que a vida nos apresenta, já nem me surpreende a conduta humana.
Confesso que fui igualmente deselegante por me dirigir e criticar alguém sem sequer me identificar (não que isso me tire o anonimato, uma das taras de alguns “inquilinos” , mas considero incorrecto e frouxo, em todo o caso).
Diogo S., o anónimo da crítica anterior.
Olhe, DiogoS., não tenho por regra censurar comentários, salvo se forem ordinários, obscenos, ou seja , impróprios, porque aparecem por aqui e muito, principalmente de pseudo machos que atacam mulheres com opiniões fortes. Se o seu dito comentário não aparece aqui é porque não chegou cá. Não fujo de um “bate boca” . Por mais estúpido que seja é sempre salutar, mesmo vindo de pessoas que escrevem testamentos para dizer algo que se diz em três ou quatro linhas.
Como já leu o meu ponto de vista que é meu e não muda pode ripostar à vontade, porque se aqui chegar, eu prometo publicar, como sempre fiz.
Aconselho a ler de novo o texto, um portal de ficção e humor, e depois der o seu comentário à Putin, para se conscencializar da agressão gratuita e bacoca. Pode ser que dê dia às imagens fiquem mais claras.
Maria, agradeço a resposta e louvo esse bom princípio (saber ser criticado e dar espaço e possibilidade a que tal aconteça). Realmente o comentário deve ter sido censurado (mesmo que não por si), uma vez que foi “validado” (apareceu a mensagem que estaria em moderação) e esfumou-se.
Até admito que os meus comentários pequem pelo excesso de vocabulário e por falta de polimento e talvez, qualidade (por acaso poderiam ser melhor “arranjados” mas n estou a publicar um tratado e tmb tenho os meus limites). No entanto, não corroboro essa sua afirmação “que poderia ser dito em 2 ou 3 linhas”, mas não passa de perspectivas diferentes.
Quanto ao resto, para que saiba, o meu comentário não resultou da sua publicação inicial (que até me agradou) mas pelos seus comentários consequentes. Se também a Maria ler com atenção, entenderá que são uma resposta às ideias e exposições desagradáveis que vc mesmo enunciou (mais uma vez nos comentários). Não foi propriamente uma agressão gratuita mas uma reacção aos seus dizeres (admito igualmente que possa ter parecido preconceituoso e desdenhoso para com as mulheres, porque na verdade até o fui, mas nunca pus em causa a capacidade de muitas de vós possuirem qualidades e de assumirem funções prestigiantes e de destaque…refutei apenas a ideia que uma possível “substituição” [não é a melhor expressão até pq dá uma ideia errada..as coisas não estão assim tão desequilibradas] ou uma promoção transversal feminina fosse trazer visíveis melhorias e progresso…e expliquei as minhas dúvidas e descrença).
Repare, nem foram tanto os seus comentários que me incomodaram (por si só) mas o facto de serem ideias e opiniões partilhadas por muita gente e amplamente aceites e toleradas. E perceba, quando critico as mulheres, pratico uma “agressão gratuita e bacoca” mas o mesmo não se aplica a si que se fartou de enxovalhar os homens (até fui bem mais moderado que você e limitei-me a ser reactivo, como referi)? É uma hipocrisia latente (mesmo que um pouco irónica não me convence que isso não reflecte as suas considerações, que as mulheres são mais “capazes” e melhor “orientadoras”, palavras minhas)…afinal quem é oprimido actualmente é mesmo o homem que se vê desprezado e desconsiderado e sem possibilidade de resposta/”contra-ataque” (recebe logo o epíteto de “machista”, “misógino”, “porco” ou pra pegar em palavras suas, “estúpido” e “ressabiado”). Realmente não se entende
Bem, eventualmente responder-lhe-ei (se chegar a dar sequência) mas não me alongarei muito mais na discussão (para além de longa e inútil, perdeu ainda mais o sentido quando me silenciaram).
Passe bem,
Diogo S.
O Diogo não é o primeiro que se queixa do desaparecimento de um comentário e que pensa ter sido censurado. Por vezes acontece desaparecer, ou ser apagado por engano no meio de muitos e nem se dá por isso.
Os meus comentários tendem a ser mais corrosivos, porque, se ler com atenção, ninguém comenta o postal, que conta uma história ficcionada, mas bem humorada. Atacam logo a minha pessoa, que de feminista só tem as penas. Não sou pelo facilitismo nem às mulheres, aos gays, às pessoas de cor, etc. O que conta é a competência. Odeio os ##. São um veículo para exercer vinganças pessoais, cuja consequência é a perda do verdadeiro objectivo da luta das mulheres pela igualdade.
Ler um texto que escrevi ou os comentários aos comentadores da praxe, não é de todo conhecer-me.
Eu percebo e aceito que exitam falhas e erros e que por vezes alguns comentários sejam “apagado[s] por engano no meio de muitos e nem se dá por isso”… mas não deixa de ser estranho ter desaparecido precisamente quando fui igualmente “corrosivo” e pouco simpático e ainda por cima, quando publicado de madrugada (após conclusão da moderação do dia e numa altura de reduzida actividade) o que faz com que não acredite que tenha nessa hipótese (novamente, não lhe estou a acusar de o ter feito, estou em crer na suas palavras mas que alguém o fez…ou isso ou alguma falha no blog, embora pouco credível).
Maria, estou-me a repetir mas eu não a ataquei por causa do postal ou do seu sentido de humor (referi no comentário desaparecido que até tinha boa impressão sua), irritei-me somente com os comentários desprezíveis sobre nós homens (e decidi escrever quando vi que nao houve propriamente incómodo ou defesa… para além de passar como uma verdade ainda demonstra que a contra a honra e bom caracter dos homens tudo é permitido). Acabei de reler os comentários e confesso que exagerei e me excedi um pouco (percebi melhor a ironia…já tinha sido parcialmente detectada) mas é tão recorrente este tipo de opiniões (e totalmente toleradas) que me aborrece e me impele a manifestar-me . Não, não é propriamente uma contricção (mesmo que lamente o excesso) já que mantenho a minha posição e crítica (talvez me moderasse…mesmo depois da sua agressividade e indecência).
Pelos vistos estamos de acordo, “[n]ão sou pelo facilitismo nem às mulheres, aos gays, às pessoas de cor, etc. O que conta é a competência” e faço suas as minhas palavras.
Para acabar este meu role de banalidades (sim, também me autoaprecio) quero apenas dar destaque ao seu ultimo parágrafo, “[l]er um texto que escrevi ou os comentários aos comentadores da praxe, não é de todo conhecer-me”, que é totalmente inequivoco…claro que não, nem eu supus o contrário.. e não é válido para os dois lados? (“repense” então aquilo de que acusou, um tanto dissonante!?).
Diogo S.
Não encontrando o seu comentário na reciclagem, tudo o que posso fazer é dizer-lhe que reescreva, que será publicado, ok?
Quanto ao restante, é assim, lei de talião. Nunca poderia ser de outra maneira ou perderia toda a piada de escrever num blogue.
´Assim sendo acho que podemos dar por terminada este nosso “arrufo”. Óbvio que não insistirei mais no assunto (mesmo lamentado o comentário desaparecido).
temos msm que ser nós a procurar os estímulos certos. Certo!
Agora achei-lhe graça
Aprecio (de maneira sincera) o facto de me ter “encarado” e “enfrentado” (não deixando de desaprovar a forma… gostei da melhoria…tmb tenho as minhas culpas…n fiquei chocado; é, também me vejo “obrigado” a aturar quem não quero, faz parte) ..todos nós merecemos ser ouvidos e rebatidos (dou-lhe um Suf. menos
). Cruzamo-nos na próxima controvérsia (não se preocupe..dificilmente a aborrecerei tão cedo..a acontecer também não espero que reaja de maneira diferente (e pq deveria msm de me fazer qlq tipo de concessão?? ou eu a si, sem sentido lol), condeno mas respeito e incentivo essa singularidade… quem não gosta que “se fod*”[ perdão], aplica-se a todos).
Uma boa tarde,
Diogo S.
Cá o espero . Tenha uma boa semana.
Caro Senhor Diogo S. não baixe a guarda e não se deixe manipular pela Maria Dulce ela e as suas acólitas têm atacado os homens sem dó nem piedade com a tal supremacia feminista que nos enxovalha e nos humilha dia a dia. Digo-lhe desde já que a minha mulher está proibida de comentar textos desta Maria desde que me pediu o divórcio.
Ao ler o Senhor Diogo S. tive coragem de aqui escrever e deixar de ser o manso que tenho sido.
Bem haja homens deste calibre do Diogo S. com coragem de pôr os pontos nos ii.
Luís Rodrigues
“Homens, uni-vos!”
Brincadeiras à parte, precisamos de rever ideias e determinações que ultimamente têm vindo a corroer a harmonia social e o entendimento humano. Nós homens, temos aceitado passiva e conscientemente todo o tipo de insultos e atropelos por insegurança, vergonha ou medo de nos vermos invalidados pelas mulheres (mas quando é que nos tornámos escravos de nós mesmos?), “nós” próprios nos desonramos, ridículo.
Companheiro, Srº Luís, não estou seguro da veracidade [dsclp se estou a ser injusto] desse relato (não percebi a parte da sua mulher e fiquei reticente noutros pontos… mas assumindo a autenticidade , porque sim, é uma preocupação real que devia inquietar mais pessoas, felicito-lhe por se procurar esclarecer e por se impor e afimar).
Seja o que for que o incomode, não se esconda nem se retraia, por nada nem ninguém. Segue a luta
Cumprimentos,
Diogo S.
A meu ver, o comentário de notava uma ironia muito subtil, mas isso sou só eu e ai de mim ferir susceptibilidades.

fiquei igualmente desconfiado….mas se a ideia era provocar poderia ser mais impetuoso e afrontoso. O assunto é preocupante. E dou sempre o benefício da dúvida. E a maioria acaba por se autocensurar. Seems legit!
Diogo S.
I don’t think so, but ok.
Aplaudo de pé este homem anónimo!!!
Qual?
O único que teve tomates.
Ah “teve”? Coitado , dá para perceber…