Os jornais também servem para avivar a memória. Principalmente de uns quantos que a usam com filtro selectivo, por onde apenas passa a informação que o neurónio partidário regista.
Noutro local onde a canalha anónima e heterónima, que à falta de argumentos recorre à difamação e à calúnia, não entra (não sou tão magnânimo como alguns companheiros do DO e corto o pio a quem não se sabe comportar e recorre sistematicamente à calúnia) já aludira a dois dos casos que aqui são recordados. Esta crónica lembra mais uns quantos, sendo a sua leitura especialmente aconselhada a todos aqueles que reduzem a democracia e a liberdade de expressão a uma questiúncula futebolística. Não creio que o seu comportamento mude, mas sempre lhes fará bem a leitura para perceberem como são ridículos.
Já agora, também podem ler o Vasco Pulido Valente
Adenda: O maior erro de quem pretende manter o anonimato é utilizar, na escrita, frases que são a sua imagem de marca na oralidade. Outro, é deixar vestígios que permitam seguir-lhe o rasto, até ser identificado.

Faz muitíssimo bem Carlos. Há um certo tipo de gente que só medra no meio da esterqueira do seu próprio vómito. Por uma questão de higiene , no nosso espaço devemos ser selectivos.
Obrigado pelas suas palavras, Ariel. Foi com esse critério que consegui que o CR ganhasse credibilidade, tenha uma média superior a 300 visitas diárias, bastantes comentários e só seja frequentado por gente civilizada.
Infelizmente, há quem não pense assim e considere que o insulto e a calúnia fazem parte do inalienável direito à liberdade de expressão.
Tanta gente a enfiar a carapuça:)
Alguns haverá que não enfiam a carapuça, porque o mexerico, a insídia e a calúnia são a única razão da sua existência. Sem esses predicados, para eles não há democracia.
gostei da adenda.