1.º de Julho


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Na esplanada de Nenhures acabo um dia nulo. Atrás de mim uma mesa festiva, uma vintena de homens, de cinquentões a septuagenários, clientes locais que acolhem, mesa e braços abertos, parceiros hispânicos. As conversas saem-lhes risonhas e múltiplas, afastam-me do velho livro. Alguém tem uma pequena coluna, destas coisas de música da internet. Tocam os cubanos daquele Ry Cooder, os velhos do Buena Vista… Peço mais uma imperial, já em demasia. Pois Julho começou. E há sempre um pouco de felicidade a flanar, aspergindo. Mesmo que alheia. 

9 comentários em “1.º de Julho”

  1. cá me fico com a cevada no Inverno.Em canículas tal mosto alarga-me as sudoríperas e atordoa-me. Rimbô também nos invernos.

      1. Soube,andares acima, da proeza aniversariante.
        Saúde e alegria de viver!
        Mas cevadas e aveias em Minhos,Douros e Dãos, que o apóstolo apóstata nos proteja.
        https://books.google.pt/books?id=Y84UAAAAIAAJ&pg=PA125&lpg=PA125&dq=roman+emperor+julian+the+apostate+poem+against+beer&source=bl&ots=TiX3pHqahF&sig=ACfU3U0eAi0mTbyQlQvoHj_Vioi4NOdUKg&hl=pt-PT&sa=X&ved=2ahUKEwjEi_3R29z4AhWhhc4BHSGXB1sQ6AF6BAgYEAM#v=onepage&q=roman%20emperor%20julian%20the%20apostate%20poem%20against%20beer&f=false

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