Ok, mas parece-me um caso inusitado. Só essa info não chega para estabelecer qualquer tipo de causalidade. E Deus sabe que eu culpo o Costa e os seus acólitos por quase tudo.
Muito bem. Aplaudo este texto, sobre um tema que é muito caro desde que li George Orwell, um clássico na denúncia da manipulação da linguagem para efeitos de propaganda política. Acerta em cheio. Compete aos jornalistas um esforço permanente para combater esta manipulação. Que começa na escolha das palavras.
É normal que o poder, e quem o desafia, tente dominar a linguagem Pedro. Cabe de facto à imprensa a nobre tarefa de descobrir e revelar o que se oculta no meio da linguagem.
O que temos são impostos de primeira e serviços de terceira. Os liberais que conheço e que aprecio sabem distinguir um euro investido de um euro esbanjado. Apenas a título de exemplo. Compare o custo que o país suporta em continuar a arrastar a TAP, com os recursos que sobram a “apoiar” os jovens. Vou dar-lhe uma dica. A propaganda chamada IRS Jovem custa ao OE 25 de Milhões de Euros…
Podes juntar a isso os mil milhões de euros anuais de desperdício no SNS, por ser mal administrado. Com o aplauso bacoco de leitores como este “jo”. Quantos médicos poderiam ser contratados com esse dinheiro que se deita borda fora devido a gestão incompetente?
Os tarefeiros contratados são médicos para colmatar “constrangimentos” e que chegam a ganhar três e quatro vezes mais por hora que os profissionais do SNS. O problema da saúde, da educação e não só, não é a falta de dinheiro, Pedro, mas apenas má organização e péssimo planeamento. Os portugueses precisam de que no próximo momento sejam eles o centro do sistema. Até agora tudo anda à volta dos prestadores de serviços e toda a lógica do “serviço público” relegam ao cidadão, ao contribuinte, às pessoas para um indecoroso desprezo. Mudar isto é o desafio da próxima geração.
“Querem que o Estado poupe, não cobre impostos e tenha serviços de primeira. Para os nossos liberais as leis económicas não se aplicam ao Estado,”
Esta merece o 2º Prémio Orwell de Newspeak depois das “constrangimentos” tão bem assinalados acima. Note-se que o Jo usa a expressão “Querem” fazendo querer que é o que acontece, que é a realidade, que os impostos são ultra liberais flat rate de 10 ou 15%, não há IVA ou é diminuto etc etc… Os cerca de 50% do PIB em gastos do Estado e os altos impostos e alta dívida para o Jo não existem, a realidade para o Jo é o que os liberais “querem”.
Se Marta Temido fosse do governo de Passos Coelho, já teria sido eutanasiada politicamente em todas as capas de jornais e todas as aberturas de telejornais.
Se a Marta Temido fosse do governo de Passos Coelho não havia problema porque a maternidade Alfredo da Costa já tinha sido encerrada. E com os 600 milhões de desinvestimento no SNS era limpinho, isto funcionava tudo às mil maravilhas.
Se calhar andarão de mão dada com os indignados selectivos de agora. Como acabou a treta dos subsídios covid tem de se espalhar o caos para justificar o alarme. Até parece que isto não era previsível depois dos confinamentos estúpidos e de medidas completamente absurdas.
Nunca, jamais, em tempo algum. Quem se indigna com a morte de um bebé por falta de assistência, não merece andar de mão dada com quem coloca as carreiras, as diuturnidades e os direitos adquiridos acima das necessidades das pessoas.
Até parece que não é isso que está a acontecer agora. Porque razão é que a minha consulta de cardiologia só foi possível depois de acabarem as restrições covid? Mais de dois anos depois porquê? O que é que tinha a ver? Deixem-se de tretas, é sempre tudo por dinheiro. Querem lá saber da saúde das pessoas. Interessa é provocar o caos, quando muito não seja só por motivos políticos.
Exacto. Que se lixe a política. Viva a Polis.
É, querem ver que na oposição são todos anjinhos. Deve ser por isso que os tarefeiros estão lá por amor aos doentes. Ou então como o meu cardiologista que esteve dois anos com covid. Mas é só agora que isto está assim porque no tempo da Cristas quando houve o surto de legionela a coisa correu às mil maravilhas, foi um instante enquanto a malta recebeu as indemnizações e tudo a que tinha direito. É pena funcionava tudo tão bem e deixaram chegar a este ponto.
Pelo que disse não há muitos comentários atrás, V. Excia era beneficiário de um seguro de saúde. Esteve dois anos sem consulta de cardiologia, mesmo tendo um seguro de saúde? Ou faz parte dos defensores do SNS para os que não podem pagar, mas que, em podendo, paga para não ter de esperar? Não tem de responder. Pode ignorar a pergunta e todos ficamos a pensar que não a chegou a ler.
E o que é que tem a ver uma coisa com a outra? Tive um ataque cardíaco na rua, fui de charola para o hospital, fiquei internado, fui operado, correu tudo bem e optei por continuar com a assistência. Qual é o espanto? Tenho mais de quarenta anos de descontos, qual é o problema? Tenho um seguro de saúde pago pela empresa, qual é a admiração? Ou lá por eu ter um seguro de saúde já não posso utilizar o SNS? Que eu saiba não chegaram a cortar os 600 milhões mas é capaz de não dar é para pagar a chantagem dos hospitais privados.
Estimo que tenha ultrapassado a situação. Sinceramente. Não há nada de errado em ter um seguro de saúde, antes pelo contrário. Salvo erro em Israel o SNS baseia-se num cheque seguro de saúde. Cada beneficiário escolhe a companhia que mais lhe agrada, existe um acordo entre todas as companhias e o regulador em que o seguro não poder ser negado a ninguém independentemente da idade e condições de saúde. Existe concorrência entre as seguradoras e entre os hospitais que precisam de fregueses e que só os podem atrair pelo serviço. Pelo que ouvi é um sistema bem interessante e funcional mas que nunca passaria pelas mentes amolgadas pela ideologia que ainda detêm o poder no nosso país.
“Existe concorrência entre as seguradoras e entre os hospitais que precisam de fregueses e que só os podem atrair pelo serviço.” É precisamente aí que está o problema. A diferença que existe entre os hospitais públicos e os hospitais privados é que os hospitais públicos visam o doente e os hospitais privados visam o lucro. Quando estive internado em Santa Maria fizeram tudo para que eu desocupasse a cama o mais depressa possível. Quando a minha mulher esteve internada no hospital da Luz, além de ter pago uma caução à entrada, fez uma panóplia de exames ligados à doença e não só, e no fim pagou material de apoio que nunca utilizou. É precisamente essa falta de critérios e a mentalidade tacanha dos gestores portugueses que me levam a desconfiar da aplicabilidade dessas medidas nos hospitais portugueses.
Existem diversos modelos, o alemão, o inglês e outros. Em todos eles existirão órgãos de supervisão que pretendem evitar abusos e garantir o nível do serviço. O que temos não serve mas qualquer reforma iria contra o compromisso do governo, que foi escolhido com a expectativa de não fazer quaisquer reformas.
Mas é só agora que isto está assim porque no tempo da Cristas quando houve o surto de legionela a coisa correu às mil maravilhas
LOL. Tem tudo a ver não haja dúvida. Esta devia ir para uma antologia do whataboutismo.
V. você sabe ler a ironia? Tente, vai ver que não é difícil.
A manipulação do discurso público e da opinião pública não deve ser confundida com propaganda. Esta é apenas uma pequena parte daquela – e uma parte soft. A mentira, o embuste, a distorção da linguagem são as partes duras.
M´a espantou ter constatado, na altura, que os portugueses deram a maioria absoluta ao PS. A Marta é apenas um exemplo da mediocridade e ilusionismo que grassam no Governo de Portugal.
A Marta recebeu um cartão de militante no congresso. Para poder ser demitida, muito mais gente terá de morrer. Fico curioso até esclarecer qual a fasquia do PM. Pelo que vimos com Cabrita, já sabemos que Costa tem os seus Ministros em elevada consideração.
Parte da culpa do que aconteceu ali pertence aos “especialistas”, àquele senhor professor de Coimbra da tribo do Costa. Essa gente resolveu inventar soluções que achava extraordinárias e influenciou as decisões do COs — e quando a “protecção civil” alinhada com o regime socialista tomou o controlo total das operações as coisas mudaram radicalmente. Como se lembrarão, a partir de 2000 e picos, depois do fogo na serra do Caramulo, foram impostas 2 regras operacionais que estão a ter desde então resultados DESASTROSOS e que culminaram nos trágicos incêndios de Pedrógão (agora abrandou porque já não há praticamente nada para queimar no norte e no centro)
1- Os fogos já não são atacados de frente e os pontos de ataque com carros são os estradões (o que na prática significa que o fogo arde até se cansar e porque o ataque aéreo que é feito entretanto é perfeitamente inútil em fogos com mais de 1 hora.)
2- As pessoas têm de ser evacuadas nem que seja à força das suas propriedades. Na prática, desde sempre que eram as pessoas nas aldeias que apagavam os fogos, metiam as máquinas nos campos, faziam contra-fogos, etc. Agora fica tudo vazio e aplica-se a regra descrita em 1).
Conclusão: arde tudo.
Uma última palavra para a estratégia de Prevenção do governo:
1. arrancar árvores para não arderem 2. vai um técnico de formação especializado (isto é, escolhido pelo PS) dar formação às juntas de freguesias. Juntam os velhinhos todos e ensinam-nos a fazer queimadas. O formador é bem pago.
O anónimo que disse que a Ucrânia escolheu o seu caminho, que siga o caminho que entenda. O Milhazes pode dar-lhe uma ajuda a decidir em que direcção avançar.
Não entendo nada de política, mas ao ver estas imagens de terror, destruição, atrocidade e malvadeza, pergunto onde enquadro as frases carregadas de cinismo e cegueira dos dirigentes comunistas. [:<] E moralmente o seu assento na AR é certo? Maria
Julgo que se refira à Guerra na Ucrânia. O assento dos deputados na AR é legitimo, sim, pois representam quem votou neles. Espero que venham a pagar eleitoralmente todas as imoralidades que têm dito. Mas teremos de aguardar para saber isso.
Um palerma anónimo ainda não entendeu que só aprovo comentários que me agradam. Gosto de debater e por isso passa quase tudo. A excepção, já o revelei há algum tempo, prende-se com as cassetes encravadas que seja qual for o conteúdo dos postais, vêm descarregar textos de propaganda putinista. Por isso, caro palerma, não adianta fazer comentários a dizer “Vá, publica!” porque isto não é Moscovo nem Pequim. Insisto em siga na direcção que lhe indiquei acima.
A situação está assim porque a maioria quis que assim estivesse, ou seja, têm o que pediram. Só lamento pelos que nada contribuíram para esta desgraça … e quiçá, outras que se seguirão.
Morre gente nos carros à porta dos hospitais?
Acompanhou as notícias durante a pandemia?
https://www.cm-tv.pt/atualidade/det alhe/20220616-1001-mulher-morta-ha-dois-d ias-em-frente-ao-hospital-amadora-sintra?r ef=Atualidade_DestaquesPrincipais&fbclid=IwAR2NGYdrzjGc43rtL9bkc_Ssj2W-m5w xoooxg-N2Aa5UMAcTXhTQb7_87zE
Ok, mas parece-me um caso inusitado. Só essa info não chega para estabelecer qualquer tipo de causalidade. E Deus sabe que eu culpo o Costa e os seus acólitos por quase tudo.
Muito bem. Aplaudo este texto, sobre um tema que é muito caro desde que li George Orwell, um clássico na denúncia da manipulação da linguagem para efeitos de propaganda política.
Acerta em cheio. Compete aos jornalistas um esforço permanente para combater esta manipulação. Que começa na escolha das palavras.
É normal que o poder, e quem o desafia, tente dominar a linguagem Pedro. Cabe de facto à imprensa a nobre tarefa de descobrir e revelar o que se oculta no meio da linguagem.
Querem que o Estado poupe, não cobre impostos e tenha serviços de primeira.
Para os nossos liberais as leis económicas não se aplicam ao Estado,
O que temos são impostos de primeira e serviços de terceira. Os liberais que conheço e que aprecio sabem distinguir um euro investido de um euro esbanjado.
Apenas a título de exemplo. Compare o custo que o país suporta em continuar a arrastar a TAP, com os recursos que sobram a “apoiar” os jovens. Vou dar-lhe uma dica. A propaganda chamada IRS Jovem custa ao OE 25 de Milhões de Euros…
Podes juntar a isso os mil milhões de euros anuais de desperdício no SNS, por ser mal administrado.
Com o aplauso bacoco de leitores como este “jo”.
Quantos médicos poderiam ser contratados com esse dinheiro que se deita borda fora devido a gestão incompetente?
Os tarefeiros contratados são médicos para colmatar “constrangimentos” e que chegam a ganhar três e quatro vezes mais por hora que os profissionais do SNS. O problema da saúde, da educação e não só, não é a falta de dinheiro, Pedro, mas apenas má organização e péssimo planeamento.
Os portugueses precisam de que no próximo momento sejam eles o centro do sistema. Até agora tudo anda à volta dos prestadores de serviços e toda a lógica do “serviço público” relegam ao cidadão, ao contribuinte, às pessoas para um indecoroso desprezo. Mudar isto é o desafio da próxima geração.
“Querem que o Estado poupe, não cobre impostos e tenha serviços de primeira.
Para os nossos liberais as leis económicas não se aplicam ao Estado,”
Esta merece o 2º Prémio Orwell de Newspeak depois das “constrangimentos” tão bem assinalados acima.
Note-se que o Jo usa a expressão “Querem” fazendo querer que é o que acontece, que é a realidade, que os impostos são ultra liberais flat rate de 10 ou 15%, não há IVA ou é diminuto etc etc…
Os cerca de 50% do PIB em gastos do Estado e os altos impostos e alta dívida para o Jo não existem, a realidade para o Jo é o que os liberais “querem”.
Com impostos altos, tudo entraria nos eixos.
Se Marta Temido fosse do governo de Passos Coelho, já teria sido eutanasiada politicamente em todas as capas de jornais e todas as aberturas de telejornais.
Como disse hoje o nosso colega delituoso Rui Rocha: “Acham que o Cabrita faria muito pior se fosse ele o Ministro da Saúde?”
Se a Marta Temido fosse do governo de Passos Coelho não havia problema porque a maternidade Alfredo da Costa já tinha sido encerrada. E com os 600 milhões de desinvestimento no SNS era limpinho, isto funcionava tudo às mil maravilhas.
Bem lembrado. Onde é que andarão os indignados selectivos com o fecho da MAC?
Se calhar andarão de mão dada com os indignados selectivos de agora. Como acabou a treta dos subsídios covid tem de se espalhar o caos para justificar o alarme.
Até parece que isto não era previsível depois dos confinamentos estúpidos e de medidas completamente absurdas.
Nunca, jamais, em tempo algum. Quem se indigna com a morte de um bebé por falta de assistência, não merece andar de mão dada com quem coloca as carreiras, as diuturnidades e os direitos adquiridos acima das necessidades das pessoas.
Até parece que não é isso que está a acontecer agora.
Porque razão é que a minha consulta de cardiologia só foi possível depois de acabarem as restrições covid? Mais de dois anos depois porquê? O que é que tinha a ver?
Deixem-se de tretas, é sempre tudo por dinheiro. Querem lá saber da saúde das pessoas. Interessa é provocar o caos, quando muito não seja só por motivos políticos.
Exacto. Que se lixe a política. Viva a Polis.
É, querem ver que na oposição são todos anjinhos. Deve ser por isso que os tarefeiros estão lá por amor aos doentes. Ou então como o meu cardiologista que esteve dois anos com covid.
Mas é só agora que isto está assim porque no tempo da Cristas quando houve o surto de legionela a coisa correu às mil maravilhas, foi um instante enquanto a malta recebeu as indemnizações e tudo a que tinha direito. É pena funcionava tudo tão bem e deixaram chegar a este ponto.
Pelo que disse não há muitos comentários atrás, V. Excia era beneficiário de um seguro de saúde. Esteve dois anos sem consulta de cardiologia, mesmo tendo um seguro de saúde? Ou faz parte dos defensores do SNS para os que não podem pagar, mas que, em podendo, paga para não ter de esperar?
Não tem de responder. Pode ignorar a pergunta e todos ficamos a pensar que não a chegou a ler.
E o que é que tem a ver uma coisa com a outra?
Tive um ataque cardíaco na rua, fui de charola para o hospital, fiquei internado, fui operado, correu tudo bem e optei por continuar com a assistência. Qual é o espanto? Tenho mais de quarenta anos de descontos, qual é o problema?
Tenho um seguro de saúde pago pela empresa, qual é a admiração?
Ou lá por eu ter um seguro de saúde já não posso utilizar o SNS? Que eu saiba não chegaram a cortar os 600 milhões mas é capaz de não dar é para pagar a chantagem dos hospitais privados.
Estimo que tenha ultrapassado a situação. Sinceramente.
Não há nada de errado em ter um seguro de saúde, antes pelo contrário. Salvo erro em Israel o SNS baseia-se num cheque seguro de saúde. Cada beneficiário escolhe a companhia que mais lhe agrada, existe um acordo entre todas as companhias e o regulador em que o seguro não poder ser negado a ninguém independentemente da idade e condições de saúde. Existe concorrência entre as seguradoras e entre os hospitais que precisam de fregueses e que só os podem atrair pelo serviço. Pelo que ouvi é um sistema bem interessante e funcional mas que nunca passaria pelas mentes amolgadas pela ideologia que ainda detêm o poder no nosso país.
“Existe concorrência entre as seguradoras e entre os hospitais que precisam de fregueses e que só os podem atrair pelo serviço.”
É precisamente aí que está o problema.
A diferença que existe entre os hospitais públicos e os hospitais privados é que os hospitais públicos visam o doente e os hospitais privados visam o lucro.
Quando estive internado em Santa Maria fizeram tudo para que eu desocupasse a cama o mais depressa possível.
Quando a minha mulher esteve internada no hospital da Luz, além de ter pago uma caução à entrada, fez uma panóplia de exames ligados à doença e não só, e no fim pagou material de apoio que nunca utilizou.
É precisamente essa falta de critérios e a mentalidade tacanha dos gestores portugueses que me levam a desconfiar da aplicabilidade dessas medidas nos hospitais portugueses.
Existem diversos modelos, o alemão, o inglês e outros. Em todos eles existirão órgãos de supervisão que pretendem evitar abusos e garantir o nível do serviço. O que temos não serve mas qualquer reforma iria contra o compromisso do governo, que foi escolhido com a expectativa de não fazer quaisquer reformas.
Mas é só agora que isto está assim porque no tempo da Cristas quando houve o surto de legionela a coisa correu às mil maravilhas
LOL. Tem tudo a ver não haja dúvida. Esta devia ir para uma antologia do whataboutismo.
V. você sabe ler a ironia? Tente, vai ver que não é difícil.
Era? Mil perdões. Escapou-me.
No mínimo. [:<]
A manipulação do discurso público e da opinião pública não deve ser confundida com propaganda. Esta é apenas uma pequena parte daquela – e uma parte soft.
A mentira, o embuste, a distorção da linguagem são as partes duras.
Os spins do PS é a sabem toda.
M´a espantou ter constatado, na altura, que os portugueses deram a maioria absoluta ao PS. A Marta é apenas um exemplo da mediocridade e ilusionismo que grassam no Governo de Portugal.
A Marta recebeu um cartão de militante no congresso. Para poder ser demitida, muito mais gente terá de morrer.
Fico curioso até esclarecer qual a fasquia do PM. Pelo que vimos com Cabrita, já sabemos que Costa tem os seus Ministros em elevada consideração.
Julgo que os incêndios de Pedrogão dão uma indicação.
Parte da culpa do que aconteceu ali pertence aos “especialistas”, àquele senhor professor de Coimbra da tribo do Costa. Essa gente resolveu inventar soluções que achava extraordinárias e influenciou as decisões do COs — e quando a “protecção civil” alinhada com o regime socialista tomou o controlo total das operações as coisas mudaram radicalmente. Como se lembrarão, a partir de 2000 e picos, depois do fogo na serra do Caramulo, foram impostas 2 regras operacionais que estão a ter desde então resultados DESASTROSOS e que culminaram nos trágicos incêndios de Pedrógão (agora abrandou porque já não há praticamente nada para queimar no norte e no centro)
1- Os fogos já não são atacados de frente e os pontos de ataque com carros são os estradões (o que na prática significa que o fogo arde até se cansar e porque o ataque aéreo que é feito entretanto é perfeitamente inútil em fogos com mais de 1 hora.)
2- As pessoas têm de ser evacuadas nem que seja à força das suas propriedades. Na prática, desde sempre que eram as pessoas nas aldeias que apagavam os fogos, metiam as máquinas nos campos, faziam contra-fogos, etc. Agora fica tudo vazio e aplica-se a regra descrita em 1).
Conclusão: arde tudo.
Uma última palavra para a estratégia de Prevenção do governo:
1. arrancar árvores para não arderem
2. vai um técnico de formação especializado (isto é, escolhido pelo PS) dar formação às juntas de freguesias. Juntam os velhinhos todos e ensinam-nos a fazer queimadas. O formador é bem pago.
Pelo que vimos com Cabrita, com a Constança, com o Azeredo e mais alguns que devo estar a esquecer.
Eles acham que são o Estado, mas são apenas o estado a que chegámos, João.
Timpanas
« Eu dou vinho aos meus cavalos
Mas sou eu que vou borracho »
Saudinha da boa.
O anónimo que disse que a Ucrânia escolheu o seu caminho, que siga o caminho que entenda. O Milhazes pode dar-lhe uma ajuda a decidir em que direcção avançar.
Não entendo nada de política, mas ao ver estas imagens de terror, destruição, atrocidade e malvadeza, pergunto onde enquadro as frases carregadas de cinismo e cegueira dos dirigentes comunistas.
[:<] E moralmente o seu assento na AR é certo?
Maria
Julgo que se refira à Guerra na Ucrânia. O assento dos deputados na AR é legitimo, sim, pois representam quem votou neles. Espero que venham a pagar eleitoralmente todas as imoralidades que têm dito. Mas teremos de aguardar para saber isso.
Exactamente. Por lapso e numa questão de segundos…
Valeu a intenção.
Maria
Um palerma anónimo ainda não entendeu que só aprovo comentários que me agradam. Gosto de debater e por isso passa quase tudo. A excepção, já o revelei há algum tempo, prende-se com as cassetes encravadas que seja qual for o conteúdo dos postais, vêm descarregar textos de propaganda putinista.
Por isso, caro palerma, não adianta fazer comentários a dizer “Vá, publica!” porque isto não é Moscovo nem Pequim. Insisto em siga na direcção que lhe indiquei acima.
A situação está assim porque a maioria quis que assim estivesse, ou seja, têm o que pediram.
Só lamento pelos que nada contribuíram para esta desgraça … e quiçá, outras que se seguirão.