
Hoje celebra-se O Dia Internacional da Família
“A data foi escolhida pela Assembleia Geral da ONU, que proclamou o dia 15 de Maio como o Dia Internacional da Família.
A celebração do Dia Internacional da Família visa, entre outros objectivos, destacar:
- a importância da família na estrutura do núcleo familiar e o seu relevo na base da educação infantil;
- reforçar a mensagem de união, amor, respeito e compreensão necessárias para o bom relacionamento de todos os elementos que compõem a família;
- chamar a atenção da população para a importância da família como núcleo vital da sociedade e para seus direitos e responsabilidades;
- sensibilizar e promover o conhecimento relacionado com as questões sociais, económicas e demográficas que afetam a família.
O primeiro Dia Internacional da Família foi celebrado em 1994.”
Nada importa mais do que a família. Nascemos e crescemos num seio familiar. Aprendemos a ser gente com a família, seguindo os seus usos e costumes. Ser gente é saber viver em sociedade, ter noção de que a liberdade que a democracia nos providencia tem regras e com base no respeito pelas instituições e pelas pessoas, construirmo-nos como indivíduos com as qualidades e defeitos inerentes a qualquer ser humano, que singra na vida dependendo grandemente das suas escolhas e motivações.
A família é o núcleo. É em casa que se aprendem os valores fundamentais, que passam de geração em geração, pois todos nascem dependentes da família, vivem com a família em dependência e precisam da família à beira do fim. Primeiro damos-lhe raízes. Depois damos-lhes asas. Finalmente damos-lhes segurança e conforto.
“Paz e harmonia: eis a verdadeira riqueza de uma família.” – Benjamim Franklin, seguramente a pensar nas provações das famílias ucranianas.
Cresci numa família tradicional. Tal como os nossos bisavós, os nossos avós e os nossos pais antes de nós, eu e os meus irmãos aprendemos o valor do trabalho, da educação, da responsabilidade e do respeito. Não nos faltou coisa alguma, mas sempre tivemos a noção de que tudo o que os nossos pais nos deram foi fruto de muito trabalho. Tenho orgulho em verificar que passámos estes valores aos nossos filhos e estamos empenhados em participar activamente na formação dos nossos netos para que também possam ter uma vida boa, pautada pelos valores centenários que têm guiado a nossa família através de muitas gerações.

No dia 15 de Maio celebra-se também O Dia do Objector de Consciência
“A objecção de consciência é um direito fundamental dos/as cidadãos/ãs previsto constitucionalmente, e que permite a isenção do cumprimento do serviço militar quando obrigatório, substituindo-o pela prestação de um serviço cívico de natureza exclusivamente civil, igualmente obrigatório.
Pode requerer o reconhecimento do estatuto de objector de consciência de serviço militar o/a cidadão/ã que, estando sujeito/a a obrigações militares, não as pretende cumprir por convicção de que, por razões de ordem religiosa, moral, humanística ou filosófica, não lhe é legítimo usar de meios violentos de qualquer natureza, contra o seu semelhante, quer se trate de defesa nacional, colectiva ou pessoal.”
Na realidade, quease todos nós por cá somos de algum modo objectores de consciência, porque não achamos legítimo usar “de meios violentos de qualquer natureza, contra o seu semelhante, quer se trate de defesa nacional, colectiva ou pessoal.”
Todos excepto os militantes e simpatizantes do PCP, os mentecaptos a quem as estações de TV pagam para comentar a guerra e toda a escumalha que lhes bebe as palavras e as traduz no lixo que se vê, que se ouve e que se lê.
(Fotos Google)

versão depois de «abril, mentiras mil»
« óvi um passarinho
às 4 da madrugada,
dava um arraial de facada
na lombeira da sua ex-amada»
‘a miséria não tem lei’
se na Fed Russa óvesse objectores não tinha 27 mil em camiões frigoríficos e 12 generais a comemorar 5 dias de guerra com relâmpagos.
para quando o dia internacional da sucata metálica da guerra?
“Na realidade, quase todos nós por cá somos de algum modo objectores de consciência….Todos excepto os militantes e simpatizantes do PCP, os mentecaptos a que…”
Mas os do PCP sempre manifestaram ser a favor da paz e contra a corrida aos armamentos.
Em teoria? Talvez. Na praticam apoiam a Rússia em todas as modalidades de transgressão.
E em prol do armamento e da guerra, claro.
Então, e na prática, os simpatizantes da NATO ?
Somos nós , os europeus ameaçados e castigados com duas guerras destrutivas, que agora têm na Ucrânia o espelho da soma de todos os seus medos, que não eram de todo injustificados, e que constatam que afinal o Papão existe .