O “prato”, Ana, está muito apetecível – não fora o colesterol – as perninhas ( julgo serem asas de galinha) e as bolinhas de recheio , já teriam marchado – sem garfo e faca …;))
Genial. E bem inglês. Por falar nisso, em Churchil também tem uma boa fonte de tiradas absolutely british… (estou-me a lembrar daquela célebre conversa com Lady Astor 🙂
Oh, já conhecem a história de certeza! Mas reza assim: Churchill e Lady Astor passavam uns dias em casa dos Marlborough (uma casita modesta, por sinal…) e andavam permanentemente embrenhados em alfinetadas um ao outro. A certa altura, já farta daquela mente tortuosa, Lady Astor terá dito: «- Winston, você é terrível. Se eu fosse sua mulher punha-lhe veneno no café!» Ao que ele respondeu: «- Nancy, e se eu fosse seu marido, tomava-o»…
Deliciosa, Chloé. Não conhecia. Mas lembrei-me de uma óptima também, mas tem de ser contada em inglês para ter graça. Acho que vai para os “rasgos” também. 🙂
Também se conta outra… Lady Astor terá um dia dito a Churchill ” – Winston, se você e eu tivéssemos filhos, já pensou como seriam pessoas fantásticas? Herdeiros da beleza da mãe e da inteligência do pai?” E ele: “- Pois, o pior é se havia um desastre e eles saíam com a beleza do pai e a inteligência da mãe”..
Ûm autêntico cavalheiro, este perseguidor: preparava-se para comer o Óscar de garfo e faca, e tudo! Tenho a impressão de que se fosse hoje em dia, seria ainda mais “accurate” e pedi-lo-ia em casamento. Mudam-se os tempos…
Ocorreu-me agora que Oscar Wilde (o homem e não o escritor) é um bom exemplo de como o direito à opção sexual pode ser uma prerrogativa aparentemente justa, (no plano da igualdade filosófica) mas terrivelmente iníqua e danosa para terceiros em muitas situações concretas da vida. OW fez em cacos a vida da mulher e dos filhos. Na verdade nem se imagina quanto, vendo bem como as coisas se passaram. Ora o problema está em que a história dele não é nada singular mas sim, pelo contrário, muitíssimo comum. E não é por terem passado mais de cem anos que a duplicidade desapareceu, porque continua e continuará. Já sei que sou politicamente incorrecta, mas sou assim: desconfio sempre quando nos afastamos dos grandes princípios de civilização e entramos em delírios conceituais de duvidoso rigor silogístico, assentes em premissas cor-de-rosa e cenários celestiais. A realidade nua e crua é muitíssimo diferente do que conta a propaganda e as campanhas de sensibilização…
«A história dele não é nada singular mas sim, pelo contrário, muitíssimo comum»? Não é incomum, mas espero que não seja assim «muitíssimo comum». De qualquer modo, no essencial estou de acordo consigo, Chloé.
Falava da duplicidade, só isso. Essa é que é muito mais comum do que se pensa e não tem nada a ver com a legalização ou não legalização dos comportamentos. Cifras negras. A única diferença é que talvez os outros (os tais terceiros) se sintam mais à vontade para denunciar isso, apesar dos filhos..
Bem, Ana, o Oscar era lindíssimo, mesmo fofinho!
(É impressão minha ou a Ana anda terrível?…)
Impressão sua, claro…
😉
O perseguidor era seguramente um homem muito à frente do seu tempo: ia comer o Oscar.
Louis de Funés protagonizou uma adaptação livre para o cinema: “Onde Está o Oscar?”
Se fosse hoje, a refeição seria legal e abençoada…
:))
E o Oscar – muito ralado…
A Ana provoca…;))
Ah, pois provoco, Maria… a ideia é mesmo essa: provocar as vossas respostas divertidas!
🙂
O “prato”, Ana, está muito apetecível – não fora o colesterol – as perninhas ( julgo serem asas de galinha) e as bolinhas de recheio , já teriam marchado – sem garfo e faca …;))
Ficamos a saber que o perseguidor não era oriental, senão utilizaria dois pauzinhos….
Bem visto, Ariel. Mas acho que utilizava pelo menos um…
Genial. E bem inglês.
Por falar nisso, em Churchil também tem uma boa fonte de tiradas absolutely british… (estou-me a lembrar daquela célebre conversa com Lady Astor 🙂
Conte, Chloé! Quero saber tudo.
😉
Oh, já conhecem a história de certeza! Mas reza assim: Churchill e Lady Astor passavam uns dias em casa dos Marlborough (uma casita modesta, por sinal…) e andavam permanentemente embrenhados em alfinetadas um ao outro.
A certa altura, já farta daquela mente tortuosa, Lady Astor terá dito:
«- Winston, você é terrível. Se eu fosse sua mulher punha-lhe veneno no café!»
Ao que ele respondeu:
«- Nancy, e se eu fosse seu marido, tomava-o»…
Deliciosa, Chloé. Não conhecia. Mas lembrei-me de uma óptima também, mas tem de ser contada em inglês para ter graça. Acho que vai para os “rasgos” também.
🙂
Eu também gostava de saber essa do Churchill…
Também se conta outra…
Lady Astor terá um dia dito a Churchill ” – Winston, se você e eu tivéssemos filhos, já pensou como seriam pessoas fantásticas? Herdeiros da beleza da mãe e da inteligência do pai?”
E ele: “- Pois, o pior é se havia um desastre e eles saíam com a beleza do pai e a inteligência da mãe”..
Essa conhecia. 🙂
Ûm autêntico cavalheiro, este perseguidor: preparava-se para comer o Óscar de garfo e faca, e tudo! Tenho a impressão de que se fosse hoje em dia, seria ainda mais “accurate” e pedi-lo-ia em casamento. Mudam-se os tempos…
Ocorreu-me agora que Oscar Wilde (o homem e não o escritor) é um bom exemplo de como o direito à opção sexual pode ser uma prerrogativa aparentemente justa, (no plano da igualdade filosófica) mas terrivelmente iníqua e danosa para terceiros em muitas situações concretas da vida.
OW fez em cacos a vida da mulher e dos filhos. Na verdade nem se imagina quanto, vendo bem como as coisas se passaram.
Ora o problema está em que a história dele não é nada singular mas sim, pelo contrário, muitíssimo comum. E não é por terem passado mais de cem anos que a duplicidade desapareceu, porque continua e continuará.
Já sei que sou politicamente incorrecta, mas sou assim: desconfio sempre quando nos afastamos dos grandes princípios de civilização e entramos em delírios conceituais de duvidoso rigor silogístico, assentes em premissas cor-de-rosa e cenários celestiais.
A realidade nua e crua é muitíssimo diferente do que conta a propaganda e as campanhas de sensibilização…
«A história dele não é nada singular mas sim, pelo contrário, muitíssimo comum»? Não é incomum, mas espero que não seja assim «muitíssimo comum». De qualquer modo, no essencial estou de acordo consigo, Chloé.
Falava da duplicidade, só isso. Essa é que é muito mais comum do que se pensa e não tem nada a ver com a legalização ou não legalização dos comportamentos. Cifras negras. A única diferença é que talvez os outros (os tais terceiros) se sintam mais à vontade para denunciar isso, apesar dos filhos..
É bem possível.
:))