![thumbnail_20220314_150317[2].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2022/22262270_r8RTn.jpeg)
Bombardeamentos? Ocorrem em vários sítios.
«Se estes refugiados ucranianos, que são brancos, fossem negros ou muçulmanos, nada do que está a acontecer acontecia. Bombardeamentos de cidades ocorreram no Iémene, ocorreram na Líbia, ocorreram no Sudão, ocorreram… aa… aa… na… no sul do Sudão, no Darfur. Ocorreram em vários sítios… na Faixa de Gaza. Há bombardeamentos sobre cidades e há, em muitos casos, centenas de refugiados, só que têm a cor errada.»
Ucrânia e Etiópia: não há diferença.
«Sírios, etíopes, sudaneses, iemenitas e muitas outras pessoas com a cor errada e com a religião errada não tiveram um centésimo da disponibilidade. E no entanto a sua tragédia não é diferente em muitos casos.»
O «problema ético» não é de Putin: é nosso.
«Se a nossa solidariedade em relação às vítimas de um conflito é grande para os europeus mas ao mesmo tempo é pequena para aqueles que não são nossos… não têm a nossa cor nem a nossa religião, nós temos um problema ético e moral de fundo.»
A invasão da Ucrânia é «um conflito».
«Nós não olhamos para os ucranianos como olhamos para os sudaneses ou para os somalis. Não olhamos da mesma maneira. Isso é uma reflexão que temos de fazer enquanto europeus: é fácil a solidariedade com alguém que é igual a nós; é difícil a solidariedade, nos mesmos termos e com uma dimensão apropriada em relação aos conflitos, com alguém que não é igual a nós.»
Guerra? «Moderemos o nosso olhar.»
«Temos de moderar pela discussão racional, na comunicação social, muitos aspectos do nosso olhar.»
Nós damos-lhes «roupa estragada».
«Uma coisa é dar roupa – aliás, muita roupa estragada, quem conheça sabe que há muita coisa estragada, há uma atitude de lavagem da consciência que eu acho que nós devíamos discutir para olhar com seriedade para estes processos. Isto significa também olharmos para nós próprios, para as nossas pessoas com dificuldades, para as nossas pessoas que vivem em situação de miséria e para aqueles que são nossos irmãos mas que têm a cor errada e a religião errada.»
«É preciso ter cuidado» com… a Ucrânia.
«Havia coisas que nós devíamos saber mais. Qual é o governo da Ucrânia? Que partidos estão no governo da Ucrânia? Como é que lá chegaram? Uma coisa é defender um país que está a ser invadido… aa… a sua soberania, a sua liberdade no sentido pleno. Outra coisa… é preciso ter cuidado com essa coisa da democracia versus autocracia porque não é liquído que seja assim.»
Excertos de uma intervenção de Pacheco Pereira, ontem à noite, na CNNP. Sem uma crítica a Vladimir Putin nem à violenta agressão da Rússia à Ucrânia, que dura há 18 dias.

Assim de repente fez-me lembrar o Vincent Price… deve ser da fascinação pelo macabre.
O Vincent Price era um genuíno cavalheiro e não se levava demasiado a sério: o diametralmente oposto deste nosso JPP. Que um lhe tenha feito recordar o outro é-me tão estranho como seria estranho eu ver a Ana Gomes e dizer que “assim de repente fez-me lembrar a Kate Beckinsale” 🙂
O Vincent Price era o máximo, mas tétrico qb. Foi durante muito tempo ” a encarnação do mal”, no olhar, na voz…
A Ana Gomes não se parece com nada que eu possa referenciar. Talvez um Obscurus fugido da mala do Newt Scamander, sei lá…
Creio que 9,9 milhões de portugueses dirão que a Ana Gomes é igual ao Herman José quando mete a peruca. Os outros não dirão, mas pensarão
Um amigo meu, quiçá menos generoso do que esses 9,9 milhões, diria ser o Herman que, com peruca e barba de um dia, ficava igual à Ana Gomes.
Nas palavras eternas do Diácono Remédios: “não havia necessidade” 🙂
Pois não, não havia – e por isso é que soube tão bem. 🙂
… ver a Ana Gomes e dizer que “assim de repente fez-me lembrar a Kate Beckinsale” 🙂
Porra, nem a brincar…!
Descanse, V., eu nunca brinco com a sra. Beckinsale (infelizmente…). Se colocar a minha frase que citou no seu contexto, há-de ver que se trata de uma argumentação recorrendo ao reductio ad Beckinsale.
O Vincent Price não era badocha.
a Europa a esboroar-se, particularmente o socialismo putinesco portuga, que importava da Ucrânia 40% do milho
na boca do citadino entra agro-pecuária e pescas e sai bosta
ando a pé porque os veículos lixam as costas até aos ‘culos de hierro’
Putin é o líder de um partido de extrema-direita, apoiado pela oligarquia russa, e que por sua vez financia diversos partidos de extrema-direita na Europa. Conclusão brilhante de “vortex”: Putin é socialista.
Dá vontade de dizer “por qué no te callas”?
Este Pacheco Pereira é candidato a “Filho de Putin” do ano.
Só besteiras… de besta.
Nada como citar o que um senhor NÃO-ELEITO disse a um chefe de Estado democraticamente eleito.
Eh, pá! Não há ninguém letrado deste “Delito de Opinião” que exija publicamente um debate na CNNP com o Pacheco Pereira sobre este assunto, mas principalmente por não criticar Vladimir Putin e a agressão da Rússia à Ucrânia.
Ou então enviar à CNNP e ao barracão do PP uns SS LPs e por tudo aquilo na ordem. Afinal estamos em guerra e a censura só é permitida ao putin.
Nem uma palavra sobre o tirano Russo nem para o herói da Ucrânia.
É o que dá coleccionar bilhetes de metro.
A União Europeia é uma espécie de pacto, repetido, a partilha da Europa entre a Alemanha e a Rússia, antes da II Guerra Mundial. Só que desta vez era só com a energia em vez de ser com as armas. Armas, destruição, é uma emergência só porque os ucranianos não quererem colaborar.
Shroder (sabemos como se reformou) e depois Merkel e Putin, como bons camaradas que são, organizaram as partilhas. Um entra com a componente industria o outro com a energia. Cada um fica com o seu respectivo bocado, que lhe aprouver, da Europa, dos palácios, dos iates, das medalhas, das coroas imperiais. A gosto.
Os ucranianios não colaboram?. Parecem os polacos da outra vez. Não há paciência. “Temos” que os pôr na ordem.
PS. Porque será que Putin esperou pela saída de Merkel e (não menos importante) de Trump?.
Pacheco Pereira a diretor do Avante. Mais comuna que os comunas deve ser dificil.
Espero não ir cometer um “delito de opinião” e arriscar-me a ser devidamente lapidada (que o moderador tenha piedade de mim!), mas cá vai: li e achei admirável o raciocínio do artigo de opinião da Fernanda Câncio, no DN de dia 8. erceber… E, depois, contra tamanha força não há resistência possível, pois não? Pois não.
Por favor, não tropecem em “Fernanda Câncio” e achem que está tudo dito e não querem saber de mais nada…
Algo me diz que um destes dias vamos achar que a culpa dos NOSSOS problemas é do Zelensky, que devia ser mais pragmático e etc e tal, que embarcou numa guerra perdida, deu cabo do país dele e vai fazer o mesmo aos nossos, que devia ter cedido e depois a diplomacia blá-blá-blá.
Algo me diz que um destes dias acordamos com o Zelensky assassinado, e vamos achar que foi o malvado Putin que o matou, e se calhar até nem foi, se calhar até foi fogo amigo, até foi o mundo do ‘business as usual’, do ‘show must go on’, da economia-que-tem-que-funcionar- se-não-as-pessoas-não-têm-empregos-está-a-p
Seja como for, e aí reside o interesse do raciocínio do artigo, ainda que anexada e destruída a Ucrânia, acabada a invasão, soltos os indisfarçáveis suspiros de alívio por as nossas (pobres, complicadas, inocentes) vidas regressarem à normalidade, como conseguiremos viver no terror da permanente ameaça de uma próxima agressão, sem defesa possível, que nos vise a nós? Quem será o próximo?
Não interessa se a Ucrânia é impoluta ou não: é um país com assento na ONU que foi agredido por outro que, por ter armas nucleares, não pode ter resposta à altura.
O que acontecer agora à Ucrânia ditará o nosso futuro.
Este nunca enganou ninguém,talvez só os incautos.
Pacheco Pereira vê a hipocrisia da coisa, afinal as guerras são para ricos e para os pobres pagarem.
Aldino Branco
Mas disse alguma mentira (tirando o que parece deturpado)? Qualquer pessoa com cérebro condena Putin (nem é preciso dizê-lo), reconhecendo ao mesmo tempo que só se fala na guerra se acontecer na Europa. Ainda me lembro do ódio contra refugiados há uns anos atrás, ódio esse destilado em caixas de comentários deste blog. Ainda bem que finalmente o ódio anti-refugiados desapareceu (embora a escumalha do Chega o mantenha), só é pena que seja numa situação tão drástica.
Claro que disse mentiras.
Até parece que os refugiados são todos iguais…. 3 milhões de refugiados da Front Nationale Francesa viessem para cá qual a sua reacção e do PP?
Que tu gostes de escumalha é lá contigo, lucklucky.
Todo o esquerdalho vive sob o espectro da ‘igualdade porque sim’.
Sejam os preconceitos, as simpatias, os sentimentos, a cor, a cultura, a religião, a nacionalidade, a família – tudo ‘cancelado’ por uma igualdade que não existe, nunca existiu, nem existirá.
E os idiotas dão-se ares de superioridade moral por produzirem essas bojardas!!!!
Basta pôr tamanhos idiotas no poder para logo ver ameaçada a liberdade, por tratarem de garantir que não haja uma efectiva igualdade perante a lei, sacrificando-a à imposição de uma outra multidão de pretensas igualdades.
«Igualdade perante a lei – Liberdade com responsbilidade – Solidariedade quanto possível» são ambições demasiado comesinhas para esses ‘grandes espíritos’ deslumbrados com toda a grandeza que se atribuem!
O Nazareno teve a modéstia de nem num outro mundo projectar a igualdade.
Para estes cretinos, é já e agora!
Paranoia tem tratamento
Olhando para a imagem…

assim de repente…
aquele “look” desgrenhado…
ele há ali qualquer coisa do Rasputin!
É basicamente um discurso do racismo neo-Marxista anti branco.
Para o Pacheco Pereira quando falamos muito de Angola, Moçambique mas não falamos da Nigéria e do Mali é demonstração que somos racistas?
Quando o país se uniu sobre os “escurinhos”* de Timor-Leste do outro lado do mundo mas estava-se nas tintas sobre a Irlanda do Norte foi racismo?
* Trademark da Marxista CGTP
Marxista era a sua mãe
Com homens como Pacheco Pereira e Sousa Tavares, Portugal nunca seria independente, hoje seria uma colonia da França(Napoleão) ou Espanhola.