
A invasão da Ucrânia pela Rússia – que ameaça gerar o maior êxodo populacional na Europa desde a II Grande Guerra – viola as normas basilares do direito internacional. É um acto de agressão contra um Estado soberano, notoriamente mais fraco. O facto de ocorrer com a expressa alusão ao uso de ogivas nucleares por parte da potência agressora constitui um factor agravante.
A Carta da ONU proíbe a resolução de conflitos por métodos que violem a integridade territorial ou a independência política de qualquer país. O uso da força está proibido, excepto em situações de legítima defesa ou por autorização expressa do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Em 1946, no processo contra a cúpula sobrevivente do poder hitleriano, o Tribunal de Nuremberga instituiu que a agressão é «o supremo crime» no âmbito das relações internacionais. Agredir um Estado vizinho, com óbvia desproporção de meios, é imitar o belicismo nazi. Com uma diferença digna de registo: Hitler, ao contrário de Putin, nunca possuiu arsenal atómico.

PONTO DE ORDEM
Malhar nos tiranos mostrados em cena no presente, abafando tiranias ainda à vista enroladas em pesado alforge, não passa de infausto jogo batoteiro com cartas falsas e manchadas.
Não é cozendo à sovela nova capa de um livro que se aldraba a sua história.
Também não é vomitando apoios a um país invadido, ficando-se por lhe criar um herói enquanto todos vão assistindo à chacina do seu povo.
em 62 dizia-se do arsenal russo
« ó cuba ou eu»
Pode a guerra NATO-Rússia ficar convencional? Pouco provável.
https://warontherocks.com/2019/04/how-do es-the-next-great-power-conflict-play-ou t-lessons-from-a-wargame/
Há uma guerra NATO-Rússia?
É a única maneira de evitar o desparecimento da Ucrânia.
Não.
Acho que sim. A NATO está a chutar para canto mas a 3a GG já começou. O que a NATO tem de decidir é se prefere fazer a guerra já e salvar a Ucrânia (que merece ser salva) ou fazer a guerra daqui a uns anos na Roménia ou no Báltico. Por mim é já: destruir Putin já amanhã. Não há retorno daquilo que ele fez, não há perdão. Deixar isto passar é cobardia e deixar o mal ganhar. E dar a vitória a balios e comunistas mentirosos.
Aplica-se a todas as invasões de todos os países por outros.
Claro. Aplica-se, portanto, à agressão russa em curso na Ucrânia nestes dias dramáticos em que mais de um milhão de ucranianos já se viram forçados a abandonar os seus lares e o seu país.
Bolsonaro apoia.
Maduro apoia
A China diz NIM mas SIM.
Estamos conversados.
Maduro não apoia nem deixa de apoiar: é um caniche de Moscovo, só lhe resta dar a pata. 22/03/03/621ffd1ee4d4d83c1a8b458c.html
Aliás, para quem tivesse dúvidas, eis as mais recentes declarações desse capacho de Putin. Chama «grande líder da Humanidade» ao ex-agente do KGB:
https://www.elmundo.es/internacional/20
Mas nem sequer ele se atreveu a votar ontem ao lado da Rússia na AG das Nações Unidas. Pouco antes da votação o embaixador venezuelano ausentou-se da sala.
O Maduro que apoie quem lhe apetecer. Afinal houve sanções aos Estados Unidos ou ao Reino Unido aquando da invasão do Iraque? A reação de Maduro é simples: “eles que são brancos que se entendam”. Estou bem mais preocupado com o facto de Putin financiar a escumalha de extrema-direita na Europa e de a União Europeia ter dado vistos gold à escumalha milionária russa, isso sim, vistos gold esses que foram defendidos pela extrema-direita portuguesa nos debates das últimas eleições, a mesma que defendia que filhos de ucranianos nascidos em Portugal não tivessem a nacionalidade portuguesa, a mesma que se opunha à restruturação da instituição que assassinou Ihor Homeniuk.
Estás preocupadíssimo com o assassínio do Ihor Homeniuk, claro.
Agora que o teu amigo Putin assassina as todas as horas centenas ou milhares de Ihor Homeniuks, decidiste finalmente chorar lágrimas de crocodilo por um ucraniano assassinado há quase um ano em Lisboa.
Nessa altura o teu partido apoiava o governo e nem se atreveu a exigir a demissão do ministro que tutelava o SEF. Meteram a viola no saco.
O problema de Nuremberga foi ter julgado exclusivamente “culpados Nazis”. Os japoneses também praticaram crimes contra a Humanidade, entre os quais o genocídio e a execução sumária de prisioneiros de guerra (na China, nas Filipinas,…) e no entanto, não foram levados a tribunal.
Talvez se tenha considerado que duas bombas atómicas eram “castigo” suficiente – mas as cidades alemãs também tinham sido arrasadas.
E os Russos, no seu avanço sobre Berlim, cometeram atrocidades ferozes, nomeadamente violações coletivas e em massa de mulheres alemãs – e as patentes do Exército Vermelho que as “patrocinaram” também não foram julgadas.
Estaline (e o seu Gulag) também não foi julgado em nenhum tribunal de Direitos Humanos – poderia tê-lo sido, simbolicamente, à revelia… Nem após o esmagamento da Hungria.
A História está cheia de criminosos flagrantes nunca julgados.
Por isso, temo que Putin vá ser só mais um. Muita acusação – nenhum julgamento.
Também foram julgados os criminosos de guerra nipónicos, no chamado Tribunal Militar de Tóquio. Que conduziu a sete condenações à morte, incluindo dois antigos primeiros-ministros, e 16 condenações a prisão perpétua. onal_Military_Tribunal_for_the_Far_East#S entencing
https://en.wikipedia.org/wiki/Internati
Caro Pedro, ficaram por julgar os membros da família imperial (para facilitar as mudanças sociais e políticas a implementar no Japão, era mais fácil mantê-los como fachada de legitimação). Também não foram julgados outros responsáveis políticos e ideológicos, que defenderam e propagandearam a superioridade racial nipónica face aos outros povos asiáticos (foram julgados apenas dois ministros das Relações Exteriores, salvo erro meu…) e ficaram por julgar criminosos como o Dr. Ishii, que conduziram experiências, supostamente médicas, cruéis e desumanas – porque os EUA negociaram os dados científicos obtidos.
O tribunal militar de Tóquio parece-me (salvo melhor opinião) ter ficado bastante aquém de Nuremberga.
É verdade, Maria José.
Obrigada pela anuência.
O Pedro costuma ser bastante cáustico face a alguns comentários.
Já não é a primeira vez que manifesto ideias que não são propriamente concordantes com as suas – e o Pedro retorna com simpatia.
É de cavalheiro!! 🙂
Pronto, OK – antes que alguém riposte por causa da igualdade de género: é de Democrata! 🙂
Agradeço as suas palavras, Maria José.
A propósito de igualdade de género: já reparou que não há mulheres na cúpula do poder russo? O que talvez explique muita coisa.
Caro Pedro, a ausência de mulheres na cúpula do poder é consentânea com a mentalidade russa. Na minha opinião, a Rússia está socialmente estruturada por mais valores asiáticos do que europeus/ocidentais. Alguém dizia (não me lembro quem…), já no Séc. XIX, que a Rússia é um grande palácio asiático, com uma varanda sobre a Europa – quando a França fez aliança política com a Rússia dos Czares, como defesa contra o crescente poder militar alemão (já depois da desgraça de Sedan).
Os europeus tendem a lidar com a Rússia como se partilhássemos o “quadro de leitura” do real. Mas… A Rússia é profundamente Nacionalista. A “Santa Mãe Rússia” está no inconsciente coletivo – nem durante a URSS perdeu o seu caráter “sagrado”. Estaline aliás recorreu nos seus discursos durante a II Guerra Mundial a essa mesma imagem, para fortalecer o espírito de combate. O solo Russo é inviolável… Persiste (e recrudesceu, após a queda do comunismo) a crença coletiva na sacralidade da Ortodoxia Cristã Russa – como legítima sucessora do Império da Cristandade (noção medieval, na Europa Ocidental). O que nos leva a outra dimensão do credo Russo: o Imperialismo. Para começar, os povos eslavos sem exceção, são “Rússia” (a URSS também herdou a conceção “Czar de todas as Rússias… e fê-la valer militarmente em todas as nações por detrás da Cortina de Ferro).
Dentro desta lógica, também a existência de “Homens Fortes” (predestinados a liderar “todas as Rússias” nas suas pretensões, quais “eleitos de Deus”) tem lugar – de Estaline a Putin, novos czares, no fundo novos césares.
Todas as repúblicas com sociedades de tradição muçulmana são “minorizadas”, dentro desta ideia de Grande Rússia ortodoxa.
Estes valores mentais estão disseminados – e daqui provém uma parte da misoginia. Não há mulheres no poder político, nem nos quadros militares. Nem em nenhum setor com visibilidade e influência.
As opiniões públicas ocidentais tendem a apodar Putin de “louco”, megalómano, questionando até a sua adesão à realidade, e afirmando até que “vive num mundo só dele”. Erro, na minha opinião. O homem é inteligente, frio e racional – mas a sua visão do Mundo está enformada pelas crenças que descrevi. As cúpulas de poder na Rússia partilham os mesmo valores. Daqui os apoios que reúne.
A ideia ocidental de que ele só conta com o apoio dos oligarcas, pois são quem beneficia do “capitalismo de estado”, pondo a tónica na questão do poder financeiro e económico é redutora e perigosa, a meu ver. (No fundo, enferma da eternalização da interpretação socio-histórica baseada no materialismo dialético – o dinheiro como motor de tudo…)
Existe na sociedade russa contemporânea uma vaga de fundo legitimadora das pretensões e atitudes de Putin. E não serão as novas gerações, lentamente doutrinadas pelo credo ocidental, que conseguirão detê-lo.
A guerra na Ucrânia é uma “Guerra dos Mundos” – o povo ucraniano fez uma opção pelo modelo democrata europeu. Do ponto de vista russo, uma traição aos grandes valores eslavos e ortodoxos. Os ucranianos são “uma rússia” a necessitar que o Grande Irmão os traga de novo ao redil…
Por isto, receio que apesar dos proclamados motivos estratégicos (“não querer a NATO no seu quintal”) a ofensiva russa só se detenha depois da aniquilação da Ucrânia, enquanto Estado e enquanto Nação.
«Persiste (e recrudesceu, após a queda do comunismo) a crença colectiva na sacralidade da Ortodoxia Cristã Russa – como legítima sucessora do Império da Cristandade (noção medieval, na Europa Ocidental).»
Não ignoro essa crença, que tem levado aliás alguns comentadores do DELITO, nos últimos dias, a babar-se de fervor idolátrico perante o genocida.
É profundamente irónico que imaginem como guardião da tal sacralidade um antigo operacional do KGB.
inconsciente coletivo
Isto é mais jungiano do que o Jung! Muito bem. Pena que não exista.
De resto não li mais por causa da ortografia. Tal como me recuso a aceitar ditadores russos também recuso ler coisas em ortografias da trampa. Glória à Ortographia. Cumprimentos.
Não fazia ideia de que era necessário ser mestre em psicologia para comentar…
Vou rever todos os meus livros para me certificar de ser científica, metodológica, epistemológica, deontológica e filosoficamente correCta, para não voltar a desagradar…
Tive de escrever com a maiúscula, para que o correCtor automático não converter em ortografia de trampa… Assim espero que me leia.
Cumprimentos!
Cara Maria José: claro que li, mas tinha de largar os meus flares contra o AO.
Folgo saber que foi o seu computer e não vossa excelência propriamente dita
Cumpts.
Bom dia, V..
Compreendo a atitude face ao AO.
Também me recuso a usar a nova ortografia.
Infelizmente, tenho correctores automáticos em todos os equipamentos digitais, excepto no tlm (com que escrevi neste momento).
Se os países de língua inglesa francesa, alemã,… (dou estes exemplos porque as sei escrever) adoptassem o mesmo critério cretino de “simplificação” e “aproximação a língua falada” havia de ser bonito!!!
Mas parece que só nos, os lusófonos, temos direito a estes linguistas iluminados…
Sim — é do esquerdismo, infelizmente.
” não há mulheres na cúpula do poder russo? “
Nos exércitos em geral também há pouquíssimas mulheres. Como seria um exército quase só de mulheres desde soldados a generais e chefias do Estado Maior, passando por capitães e coroneis?
Seria conveniente pôr unidades femininas a combater contra unidades masculinas? Ou seria mulheres contra mulheres e homens contra homens como não Desporto?
E quando não existiam armas de fogo e era à espadeirada e à cacetada?
Além de seres anónimo, és misógino.
Consegues juntar o inútil ao desagradável.
“Além de seres anónimo, és misógino.”
Misógino? Onde foi buscar essa? Não seria preferível responder aos argumentos que ponho?
Quer saber o meu nome? José Silva. Infelizmente um anónimo sem tostão nem importância. Mas satisfaço-lhe a curiosidade.
Estranhei porque tenho lido coisas suas e tinha a ideia de que não costumava chamar nomes feios.
Não hesito em pedir desculpa pelo meu anonimato se calhar devido ao facto de nunca ter roubado nenhum banco nem coisa nenhuma. Não tinha intenção de ofender, só de problematizar.
Não ofendeu.
“Não ofendeu.”
Óptimo, fico contente. Façamos as pazes. Por curiosidade: onde foi buscar essa da misoginia?
Depois explico.
Caro José Silva, a dificuldade das mulheres se fazerem ouvir fica demonstrada neste seu comentário.
Se estivesse de boa mente a ler o que escrevi, talvez se recordasse de que a presença feminina já nem sequer se questiona nos exércitos ocidentais. Sem que nenhuma das problemáticas questões que ele vou sejam levantadas…
A Rússia (ou União Soviética) integra os vencedores de 1939-1945. A História que fica, a que se ensina, é, sabemos, a dos vencedores. As terríveis atrocidades, passe a redundância, cometidas pelo Exército Vermelho e o inominavelmente sinistro legado de Estaline (e outros) – antes e depois da Guerra – serão sempre coisas largamente ignoradas ou objecto de não mais do que tímidas, desde logo em proporção, referências. Nunca, pelo menos e por mais algumas gerações, merecerão um unânime coro de repulsa.
O Nazismo, como encarnação do Mal, será sempre e sempre invocado. O Comunismo – que matou mais gente, por mais tempo, e competiu com aquele na crueldade dos métodos – ainda hoje é escrupulosamente protegido na legitimidade do seu proselitismo.
Precisamente por aqueles que, podendo, eliminaria(á). Com recurso a métodos que consagrou.
Recuso-me a andar de fita métrica a contabilizar cadáveres para concluir quem matou mais.
Sei, sim, que são dois regimes abomináveis. E que estiveram ligados pelo mais tenebroso do elo, o pacto firmado por Molotov (o Lavrov soviético) e Ribbentrop (o Lavrov nazi) em 23 de Agosto de 1939, que dá origem efectiva à II Guerra Mundial.
Também não o faço, isso de contar cadáveres, creia, para ajuizar sem mais da maldade dos homens.
Não devia ser assim, é certo, não devia ser necessário, mas todavia há, ou nisso creio, factos que convirá não deixar de invocar. Porque são larga e metodicamente condenados ao esquecimento e nada nos garante que a História se não repita. E porque parecem ser critério, o critério, para muita gente (afinal invocam-se amiúde, e até em anos somados de prisão, esses registos de aritmética do horror), se algum houver na verdade que faça vacilar os seus dogmas.
De facto, nada nos garante que a História é irrepetível.
Pelo contrário, todas as evidências apontam no sentido oposto.
Como temos vindo a observar, dia após dia, neste trágico primeiro trimestre de 2022.
“A História está cheia de criminosos flagrantes nunca julgados.”
É verdade.
Mas seria possível julgar tudo? Desde o princípio do mundo ou só de há uns anos pa cá?
Julgar a escravatura? Napoleão? A guerras coloniais, e não só as portuguesas? A invasão de Roma po Aníbal? A invasão do Iraque? Staline? Bush Filho? Franco?
Desconfio que haveria coisas de mais a julgar.
Não correríamos o risco de começar outra guerra devido ás discordâncias de quem julgar?
Ou seria preferível julgar só e a título excepcional os crimes mais horrendos e recentes? Como por exemplo os dos Nazis e ficar por aí? Amnistiar muita coisa como se faz no fim das guerras civis (até entre nós no Prec que em matéria de violência foi uma brincadeira)?
Fazer um reset da História, recomeçar de novo como Adão e Eva? Isso só seria possível depois de uma limpeza nuclear, não?
Há quem, para evitar uma palavra de condenação dos morticínios presentes, engate a marcha-atrás e se ponha com divagações históricas, perorando sobre morticínios pretéritos.
Acabarão por parar só em Caim, a quem não deixarão de apontar como responsável efectivo pela agressão da Rússia nuclear à vizinha Ucrânia.
Já vi que hoje não está em maré de responder a problemas sérios. Não pretendo evitar palavras de condenação de morticínios. Pretendo exactamente o contrário mas há problemas em que convém reflectir para não acabar como preconiza. Como sabe os juristas peroram sobre estas questões e bem. Caso contrário seria exercer vingança à toa e em quem estivesse mais a jeito. Não penso que os Lynchamentos sejam preferíveis à Justiça pensada e elaborada.
Desta vez não me esqueci de assinar.
Ainda bem.
Argumentação falaciosa…
)
Creio que se pode julgar a partir do momento histórico em que o consenso internacional permitiu a constituição de tribunais transnacionais, e em que o direito reconheceu a existência de um corpus legislativo supra nacional.
Mas não sou jurista (nem psicóloga…
concordo inteiramente
Registo com agrado.
Não existe uma alusão ao uso de armas nucleares para com a Ucrânia. Contudo, um aviso àqueles outros que baseados em seu poder também atómico se convenceram da fraqueza do seu alvo.
Lamento que depois de terem enviado a Ucrânia para um caldeirão efervescentes usem essas vitimas que fizeram para se fazerem de vitimas.
Se contabilizar o número de mortos na segunda grande guerra verificará que o seu clamor perante as armas nucleares não passa de figura para alimentar retórica.
Existe um etnocídio em curso que já deu origem a mais de um milhão de desalojados em apenas uma semana. O ex-agente do KGB não esconde ao que vem: quer riscar a vizinha Ucrânia – país com mais de mil anos de história – do mapa político, negando-lhe o direito à existência. Para o efeito, não hesita em ordenar bombardeamentos a alvos civis indiscriminados. E já deixou claro que todas as opções bélicas estão em aberto, incluindo o recurso a ogivas nucleares.
Se não entendeu, meta explicador.
Se é vassalo do Putin, dou-lhe os parabéns antecipados: habilita-se a integrar a próxima lista de candidatos do PCP ao Parlamento Europeu. Ficará bem aconchegado por lá, junto aos vossos comparsas da extrema-direita.
O seu tipo de retórica lembra a mesma em tempos usada por alguns de seus correligionários que aponta como contrários. Na realidade Vexa. é o protótipo do dinossauro já extinto mas que pretende destapar as pegadas deixadas para mostrar que habitou este céu. E, como alternativa, usa esses deliciosos epítetos, tais como fascistas, nazis…, para fingir que não é o que foi e mostra ser. Aceite com doçura esta explicação na medida em que Vexa. explica-se muito e diz sempre a mesma coisa sem dizer nada.
Até escreve sobre etnocídio como quem do alto de uma cátedra putrificada presume conhecer o que desconhece e nem tampouco exemplifica.
Ser putinista em 3 de Março de 2022 equivale a ser hitleriano em 3 de Setembro de 1939.
“Caninus” a abanarem a cauda perante genocidas e etnocidas.
É tudo a mesma escumalha.
Refere Vexa. a carta das Nações Unidas. Pretendo lembrar-lhe a suprema moral desta organização benemérita com a situação em 2002 oticia/onu-aprova-nova-resolucao-sobre-o-i raque-194948
https://www.publico.pt/2002/11/08/mundo/n
Talvez Vexa. escreva às nações Unidas para lhe proporcionarem acesso às armas de destruição encontradas no Iraque e que proporcionaram ao seu líder lunático levar a morte à região, que ainda permanece. Constato que Vexa. em matéria de mortes e genocídio não se importa que esta ocorra por vias vulgarmente mencionadas por convencionais. Provavelmente será mais doce este tipo de morte.
O seu zelo em dar a pata ao Putin é tão grande que começo a pensar que não ambiciona apenas ser eurodeputado do PCP. Deseja substituir Jerónimo de Sousa como secretário-geral do partido.
Mas vá tomando atenção a esse braço direito. Começa a ter tendência para se esticar em excesso.
Faz falta uma Valkyrie funcional. Não seria o adequado, nunca é, nem mil mortes bastariam, mas seria um bom princípio.
Nada fácil, como esta peça do ‘El Mundo’ revela: 22/03/03/621e3dd7e4d4d857638b4594.html
https://www.elmundo.es/internacional/20
O ex-KGB vive num «bunker mental».
Traz-me à memória uma canção intemporal, Pedro
Round like a circle in a spiral, like a wheel within a wheel
Never ending or beginning on an ever spinning reel
Like a snowball down a mountain, or a carnival balloon
Like a carousel that’s turning running rings around the moon
Like a clock whose hands are sweeping past the minutes of its face
And the world is like an apple whirling silently in space
Like the circles that you find in the windmills of your mind!
Like a tunnel that you follow to a tunnel of its own
Down a hollow to a cavern where the sun has never shone
Like a door that keeps revolving in a half forgotten dream
Or the ripples from a pebble someone tosses in a stream
Like a clock whose hands are sweeping past the minutes of its face
And the world is like an apple whirling silently in space
Like the circles that you find in the windmills of your mind!
Keys that jingle in your pocket, words that jangle in your head
Why did summer go so quickly, was it something that you said?
Lovers walking along a shore and leave their footprints in the sand
Is the sound of distant drumming just the fingers of your hand?
Pictures hanging in a hallway and the fragment of a song
Half remembered names and faces, but to whom do they belong?
When you knew that it was over you were suddenly aware
That the autumn leaves were turning to the color of her hair!
Like a circle in a spiral, like a wheel within a wheel
Never ending or beginning on an ever spinning reel
As the images unwind, like the circles that you find
In the windmills of your mind!
Belíssima canção de Michel Legrand para um filme de que gostei muito, com Steve McQueen e Faye Funaway.
https://www.youtube.com/watch?v=Ae_I81jP y3U
O mal das ditaduras e dos seus ditadores é viverem num mundo de ilusão e rodeados de lambe botas. Estão completamente alheados da realidade e incapazes de compreender a dinâmica do pensamento livre.
Putin já perdeu. Perdeu liderança, perdeu respeito, perdeu influência e a única coisa que ganhou a nível mundial foi desprezo.
Vamos ver o que é que vai demorar mais tempo; se é a entrada em Kiev ou se é a saída de Putin.
Vale a pena fixar este seu comentário. Para mais tarde recordar.
O Tribunal de Nuremberga condenou os responsáveis pelo genocídio de milhões de pessoas nos campos de concentração.
Ninguém foi condenado por bombardear Londres ou outras localidades que resultou a morte de civis.
O que dizer, então, do bombardeamento de Dresden pela aviação inglesa, sem qualquer razão de estratégia militar?
O Pedro Correia está a ficar maluquinho por ter perdido o comboio do Chega para com o Medina não poder ser ministro. Talvez se atire a Marcelo por ter cumprimentado o Putin.
A Ucrânia a ser bombardeada dia a dia, hora a hora, e vem este falar em Dresden.
Estes putinistas mostram o que são. Filhos da dita.
Putin tem de ser eliminado. A Mossad vai lá durante a noite e corta-lhe o pipo. A ele e ao outro cabrão que meteu o Guterres na ONU, o Lavrov.
É a melhor solução e é assim que deve ser feito. Limpinho e sem espinhas.
E o criminoso que mandou deitar a bomba atómica duas cidades japonesas não foi julgado ?
Nem o teu amigo Estaline, que matou 20 milhões de pessoas, foi julgado. d/major-soviet-paper-says-20-million-die d-as-victims-of-stalin.html
https://www.nytimes.com/1989/02/04/worl
Só na Ucrânia liquidou mais de quatro milhões – um verdadeiro genocídio. ian-famine-stalin
https://www.history.com/news/ukrain
Morreu tranquilamente no Kremlin, após uma noite de bebedeira.
Estão ambos no INFERNO
No inferno da Terra estão agora os ucranianos.
E também os russos, novamente submetidos ao pesadelo totalitário. Por causa de um único sujeito, que vive enclausurado num bunker. Tal como aconteceu com a Alemanha nazi.
Eu, Zé do Povo, admiro tanto Putin, como Samara Mackel :
“QUINTA-FEIRA, 3 DE MARÇO DE 2022
Putin estará na origem do assassinato de Samora Machel?” (apanhado algures na blogosfera.
O grande culpado desta hecatombe é o “Bidé” (não fui eu que o baptizei) e os seus lacaios ianques
Talvez com Trump na presidência nos USA a situaçãp acual não se verificasse.
Samara Mackel não faço ideia quem seja. Nem em que clube joga.
Samora Machel
E agora Sr. Pedro Correia ?
Agora ficou bem escrito.
No meu comentário acima onde escrevi “seus lacaios ianques” devia ter escrito ” lacaios europeus”
Para terminar devo dizer que esta hecatombe tem como principais causadores os USA e a Nato.
Putin não é flor que se cheire mas sente a Rússia ameaçada. Estou em sintonia com o autor do Site REGALIAS.
Putin ameaça os russos todos, impôs-lhes agora a lei marcial e a censura mais feroz, fechou os escassos órgãos de informação independentes e já ordenou milhares de detenções de manifestantes pacíficos.
Quem criticar a guerra arrisca 15 anos na pildra.
Deve ser por isso que vocês lhe entoam hossanas. Adoram tiranos e regimes totalitários.
Já disse o que penso de Putin.
Toda ou quase toda a comunicação social, nacional e estrangeira publica notícias falsas e o mais grave é que sabem que são falsas. Um exemplo: Numa TV nacional, certamente reproduzida duma estrangeira, são mostradas crianças encarceradas. Na verdade estão atrás de grades mas não quer dizer que estejam presas. Será que andaram a lançar granadas ?
O comediante presidente da Ucrânia representa bem o seu papel ao pedir que os aviões da Nato entrem no espaço aéreo mas a Nato nâo lhe faz a vontade. Porque será ?
Antes ser “comediante”, como você escreve com desprezo, e vencer eleições democráticas do que ter sido tenente-coronel do KGB e informador da sinistra Stasi, como consta do cadastro do ditador russo.