Leituras


Pedro Correia,

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«Foi nessa altura que nasci, ao compreender que dentro de um corpo – rebelde, aventureiro, fogoso, benévolo, apaixonado e generoso – um outro ser de rosto desconhecido ampara e acompanha a nossa pobre carne mortal, um ser que se pode, talvez, deixar maltratar sem que ouçamos o seu lamento, um ser sobre tudo e todos vitorioso e liberto.»

Natércia Freire, Infância de que Nasci (1955), pp. 125/126

Quasi, Famalicão, 2005 (2.ª ed)

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