Não é raro ler, na imprensa nacional, notícias que já lera uma ou duas semanas antes na imprensa estrangeira.
Agora ver como destaque de primeira página uma notícia que tem pelo menos três meses é que já me parece ser gozar com o pagode.
Não é raro ler, na imprensa nacional, notícias que já lera uma ou duas semanas antes na imprensa estrangeira.
Agora ver como destaque de primeira página uma notícia que tem pelo menos três meses é que já me parece ser gozar com o pagode.
Como muito bem dizes, depois queixam que os jornais não se vendem.
“Não é raro ler, na imprensa nacional, notícias que já lera uma ou duas semanas antes na imprensa estrangeira. “
neste caso, foram só duas semanas…o que dizer do jornalismo português andou a ocultar a triste realidade de Portugal…
O que dizer das televisões que não trabalham? Em particular, aos fins-de-semana (e não só), as notícias reaparecem com os mesmos textos e imagens dois e três dias seguidos. Se forem canais de informação, reaparecem hora a hora durante o mesmo número de dias.
Eu falei em televisões. Mas, claro, há uma (ou um canal, pelo menos) que nunca merece reparo, não é?…
Percebo a indignação.
Mas o “Metro” não é um jornal.
É uma folha distribuída, gratuitamente, a pessoas que não lêem jornais, nem nisso estão interessadas.
Há meses nem director tinha.
Nem para embrulhar castanhas serve, porque a ASAE não o permite.
Se o João César Monteiro ainda por aqui andasse ,diria que lhe encontrava utilidades culinárias para embrulhar tachos com arroz ou para absorver o óleo dos carapaus fritos, ou numa ou noutra aflição.
Os “leitores” do “Metro” sabem quem é o Liedson ou o Saviola, Luis Sepulveda passa-lhes completamente ao lado.
Ofende os jornalistas? Ofende, sim senhor, mas muitos que lá trabalham poderão perguntar como sustentam a família e aí começaria uma história interminável.