
Leonid Brejnev e Álvaro Cunhal em Moscovo na década de 70
O ditador russo mandou os blindados avançar por território ucraniano, naquilo que representa a mais grosseira violação do direito internacional de que há registo no século XXI, pondo uma parte relevante da fronteira leste da Europa em estado de guerra. Com repercussões gravíssimas à escala continental, a que nenhum país ficará imune.
No nosso recanto ocidental, todos os partidos condenaram sem reservas a agressão do tirano moscovita, que desenterra a política de canhoneira característica das antigas potências imperiais. Todos? Todos não. Vassalo de Putin, o PCP verga-se ao agressor, apontando como culpado o país agredido. Enquanto dispara balas de papel contra os EUA, a NATO e a União Europeia.
Num vergonhoso comunicado, o partido liderado por Jerónimo de Sousa rasga os sacrossantos princípios da soberania dos povos e da independência nacional que consta da sua retórica oficial, comportando-se como sucursal de Moscovo. Reflexo condicionado dos dias em que prestava obediência ao defunto Partido Comunista da URSS.
Simplesmente execrável. Mas nada surpreendente num partido que entre 1939 e 1941 defendeu sem abalos de consciência o pacto germano-soviético que deu início à II Guerra Mundial e teve o seu líder histórico, Álvaro Cunhal, como arauto da equidistância entre Hitler e as democracias ocidentais num panfleto intitulado «Nem Maginot nem Siegfried».

“O defunto Partido Comunista da URSS”? O da URSS pode estar defunto mas o da Federação Russa continua bem vivo: https://lishbuna.blogspot.com/2022/02/bl og-post_68.html
O da URSS, claro. O actual, da federação russa, é um fantoche manipulado por Putin. “Oposição” de fachada, seguidista de facto.
Também acho execrável que todos os partidos do recanto ocidental tenham condenado o apoio da Rússia à independência das repúblicas na Donbass.
Só mesmo em Portugal se pode não pensar que se todos pensam da mesma maneira é porque ninguém está a pensar.
Os USA de Biden e a UE agradecem a subserviência.
Ah, esta atracção do Camarada Vento pelos homens fortes, de barba rija e dura têmpera…
Isso o leva a entoar hoje loas ao eminente pacifista Vladimir Putin, tal como já cantou hossanas a esse insigne estadista chamado Donald Trump.
Meu caro, eu estou sempre do lado dos bons. Mas não desista, eu acredito que você converter-se-á. Se a Senhora de Fátima conseguiu converter a URSS, também acontecerá consigo. Também converteu os astecas e os castelhanos no México somente com a impressão num manto. Estas coisas levam tempo. Persevere.
Você olha para uma azinheira e vê lá o Trump. Depois olha para para um sobreiro e vê o genocida russo.
Caramba, mais valia pôr a droga de lado.
A minha posição vai precisamente no sentido que indica: coloquei de parte a droga da ” posição de todos os partidos do recanto ocidental”. Porém o meu caro Pedro é mais: Faz o que eu digo e não faças o que eu faço.
Serei o último a espantar-me por ver os devotos de Trump prostrados em adoração de Putin, o decapitador da Ucrânia.
Vendo bem, faz sentido.
Os Comunistas não foram equidistantes.
O partido Comunista Francês foi proibido em 1939 em França basicamente por colaboracionismo com os Nazis, inclui sabotagem da industria. Só depois da invasão da URSS se moveu para a resistência.
Em Inglaterra os sindicatos afectos aos Comunistas sabotavam as fábricas armamento.
A URSS oferecia bases à Alemanha para submarinos. atacarem o comércio vital à Inglaterra
Nos EUA o PCUSA trabalhava para manter o isolacionismo.
Tudo mudo em 22 de Junho de 1941.
O jornalismo ajudou os Comunistas a apresentarem-se exclusivamente como anti-nazis esquecendo os 2 anos anteriores à invasão da URSS onde apoiaram o Nazismo.
Já cá faltava. Lucky dispara sempre contra os jornalistas, infectados pelo vírus marxista.
A culpa é dos jornalistas, pelo menos desde a Guerra de Tróia. Para outros, também desde a mesma época, a culpa é da indústria bélica norte-americana – talvez ela própria, quem sabe, infiltrada pelo marxismo…
A equidistância a que me refiro, obviamente, é a que surge preconizada no artigo de Cunhal que foi manchete do jornal ‘O Diabo’ em 9 de Março de 1940.
O próprio título a indicia.
«Mas haverá na verdade alguma diferença entre a Alemanha do sr. Hitler e a França do sr. Daladier ou mesmo a Inglaterra do sr. Chamberlain?»
Uma frase do referido artigo.
FILME DA TAL QUINTA
Com a comida para gatos no chão poisam os pombos que timidamente lhe vão bicando os bocados, até que aterram as soberanas gaivotas espantando a outra bicharada, abrindo alarvemente o bico para enchimento do papo.
??
O respeito que me merece obriga-me a confessar que se trata de um enigma pensado.
Ah… ficou mesmo enigmático.
Enquanto continuar a relação bipolar entre os portugueses e o PCP não nos livramos deles. Na verdade, eles são sempre assim — as impressões que se têm sobre eles é que de vez em quando são simpáticas.
Porquê? Porque existe um discurso montado e uma semântica marxista-leninista com a qual analisamos os problemas. A existência desse pré-condicionalismo valida e protege o próprio agente produtor do discurso, e todos os demais que o utilizam.
Para além da Ucrânia, há muita coisa da Lei e da ética que é esborrachada por essa linguagem, operacionalizada todos os dias pela construção das notícias. As pessoas são condicionadas desde cedo nesse modelo com coisas como a intromissão na esfera individual e a eliminação da ordem familiar nas escolas, por exemplo, que condiciona gerações futuras.
O jargão de sempre, o mesmo molde pré-estabelecido para aplicar a toda a realidade, aconteça o que acontecer. Se o agressor é “bom”, a culpa só pode ser do agredido.
E ainda se atrevem a chamar “socialismo científico” a esta treta.
Kruschef era Ucraniano
seu filho publicou em Inglês as memórias que diariamente ditava para o gravador
Esse foi um “traidor ao socialismo”, na óptica da linha dura.
Excepto quando deu ordem aos blindados para esmagarem a sublevação popular em Budapeste.
Julgo que o PCP não é vassalo do Putin, mas sim parado no tempo e vassalo da Rússia antiga exemplo maior da revolução marxista…
Aliás Putin não é comunista e está no quadrante oposto como TS explica neste seu livro: https://www.bertrand.pt/livro/o-caminho-p ara-o-fim-da-liberdade-timothy-snyder/23 548791
“Julgo que o PCP não é vassalo do Putin, mas sim parado no tempo.”
Concordo, basicamente não têm mais nada a que se agarrar… ao-apoia-putin-esta-muito-para-la-de-put in/
https://blasfemias.net/2022/02/23/o-pcp-n
O Jornal Avante ainda promove viagens a Stalinegrado e Leninegrado cidades que j
á não têm esse nome há muitos anos.
Putin é um imperialista ortodoxo apostado em reavivar a “glória” ds Grã-Rússia, reabilitando todos os vultos em torno desse mito, de Ivan o Terrível ao bondoso Estaline, “pai de todos os povos”.
O PCP aplaude-o por motivos simétricos aos aplausos que Marine Le Pen lhe tributa: encaram-no como herói no combate ao liberalismo imoral e dissoluto que vem poluindo o Ocidente.
Se alguém tinha dúvidas, o comunicado do PCP vem trazer à luz do dia o pensamento dos seus ideólogos, parados no tempo, que na geringonça esconderam o “manual de instruções” da URSS, fingindo ser parceiros no jogo democrático.
A máscara caiu, para quem ainda não a tinha visto, e julgo que com esta tomada de posição a sua já tão frágil representação vai continuar a afundar-se, a caminho do fim, qual CDS, sem sentido numa política do século XXI.
O PCP anda, desesperado, em busca do tempo perdido. Anseia precisamente por ver a realidade ajustada à versão mais recente do seu manual de instruções, que data de 1988 – o ano anterior ao derrube do muro de Berlim.
a mais grosseira violação do direito internacional de que há registo no século XXI
Talvez. Mas se recuarmos somente um bocadinho mais, até 1999, encontramos o bombardeamento da Sérvia pela NATO – aquela aliança militar que supostamente tem intuitos meramente defensivos.
Sinta-se realizado: está em perfeita sintonia com o PCP, partido solidário com os genocidas sérvios.
a mais grosseira violação do direito internacional de que há registo no século XXI
Ainda hoje partes da Síria se encontram ocupadas militarmente por tropas da Turquia (no noroeste) e dos EUA (no sul, zona de At Tanf), em violações pelo menos igualmente grosseiras do direito internacional.
Tudo bem aí na repartição?
Muito trabalho hoje?
Chegou às 10, foi beber café, depois subiu e ligou o computador. Desceu para fumar um cigarro electrónico. Depois subiu e foi tirar fotocópias (note-se que já ninguém tira fotocópias). Era quase 12.30. Resolveu ir almoçar porque ia sair mais cedo às 14.30 para ir ver o Benfica.
Credo, uma canseira. Como é que esta gente aguenta?
” Nem Maginot nem Siegfried”
O link não está activo.
Alguém o desactivou. Devem ter sido os soviéticos. Perdão, os russos.
Também o Diabo foi desactivado depois do artigo.
Vá lá ponha a ligação activa, pode ser para o seu artigo, escrito em 14/11/17.
Pergunte aos de Moscovo. Pilhagem cibernética é com eles.
Estou a falar a sério, o link não funciona.
Claro que funciona. Ainda agora verifiquei.
Consigo abrir os outros todos, esse não. Se calhar é problema meu.
É, seguramente. Ainda há pouco o meu colega João Pedro comentou aqui, precisamente com base nessa ligação.
Tentarei arranjar outra, se for necessário.
Noutro artigo do mesmo jornal, publicado cerca de um mês depois – a 13 de Abril de 1940 – Cunhal escreve:
«Eu muito francamente declaro que, hoje em dia, o sr. Chamberlain me merece tanta simpatia como o sr. Hitler ou o sr. Daladier (a ordem dos nomes é arbitrária).»
Falando em execrável: nada de novo no PCP.
«Nem Maginot, nem Siegfried» não saiu numa publicação clandestina. Foi dado à estampa com grande destaque no jornal “O Diabo” de 9 de Março de 1940.
São duas as razões para eu não abrir o documento no telemóvel.
1° – O documeto está em pdf.
2° – Os pdf,s no meu telemóvel não abrem automáticamente.
Mas já vi o documento e confere, o PCP mantém-se firme e hirto desde 1940.
Inabalável coerência.
Bom dia,
o Putin é um autocrata e o chefe de uma camarilha de oligarcas mafiosos, disso não há qualquer dúvida, mas o ocidente – leia-se os EUA – conseguiram fazer praticamente tudo mal desde a implosão da URSS, numa afirmação de poderio e de humilhação do adversário vencido que só podia acabar nisto. Se a Rússia se transformou no que é hoje isso é devido – também – ao ocidente: com as devidas distâncias na comparação, no final da guerra fria tratou-se a Rússia como em Versalhes foi tratada a Alemanha: o resultado é sempre o mesmo – entre outras coisas, ressentimento a prazo. E convenhamos que a ideia de estender a NATO até às portas da Rússia é, para além do mais, basófia; estúpida, como é sempre a basófia.
PS: essa de o pacto germano-soviético ter dado início à II guerra, repense lá isso…
Nunca falham, os apóstolos do “mas”.
Já .estranhava a demora…
Cá está um, sempre com a mesma desculpabilização explícita do agressor. “Putin é um autocrata mas…”
E segue a cartilha.
Chamo a este reflexo condicionado, que vem da Guerra Fria, a Síndrome da Indústria Bélica Norte-Americana.
Suceda a atrocidade onde suceder, no mais recôndito lugar do planeta, a culpa é sempre da indústria bélica norte-americana.
Cá está ela, sempre a espalhar terror no planeta. Vendo bem, o “autocrata Putin” é vítima dela. Só pode.
Nunca falham, os apóstolos do “mas”.
Se a preposição “mas” lhe causa urticária, pode reescrever a frase sem ela. Fica assim:
“Putin é um autocrata e o chefe de uma camarilha de oligarcas mafiosos, disso não há qualquer dúvida. O ocidente – leia-se os EUA – conseguiu fazer praticamente tudo mal desde a implosão da URSS.”
Não fica pior do que anteriormente e evita o “mas” que tanto aborrece o Pedro.
É a terceira vez que aparece aqui hoje.
O trabalho aperta imenso, por aí. Dá para perceber.
Tem de reconhecer que também tem uma certa culpa. Você não respeita o Acordo Ortográfico e depois o balio não perdoa.
Pois. Ele… pimba!
Há muita desinformação em jogo. Os EUA e a NATO têm sérias responsabilidades no agravar progressivo das tensões com a Rússia ao longo das últimas três décadas, com a agravante de terem incorrido nelas perfeitamente conscientes do que estavam a fazer. Húbris.
Dito isto, Putin não tem um onça de legitimidade para invadir a Ucrânia e, ao fazê-lo, tornar-se-á efectivamente num pária. E, se alguma dúvida ainda restasse, o tristíssimo espectáculo público do Sr. Putin interrogando o seu “Conselho de Defesa” (o termo exacto escapa-me de momento) é esclarecedor quanto ao carácter crescentemente totalitário do regime vigente na Rússia.
Óbvio. Para todos, excepto para o PCP.
Lacaio de Moscovo uma vez, lacaio para sempre.
Se o PCP até esconjurava a nossa entrada na União Europeia, como é que esta gente ainda se senta na Assembleia da República?
Não passam de uns extremistas!
O PCP sempre foi contra a adesão de Portugal à União Europeia. Chega ao ponto de apontar a UE como uma das três entidades responsáveis pela agressão da Rússia à Ucrânia (!), mas mantém representação no Parlamento Europeu. O que lhe garante algum desafogo financeiro digno de nota (sem ironia).
São de uma “coerência” inabalável. Permanecem dentro das instituições europeias enquanto advogam a saída de Portugal da UE e acusam Bruxelas de provocar as guerras que são geradas por outros.
Ora aí está um facto que há muito me intriga e para o qual não encontro justificação. [:<][:<]
E que argumentos levam o PCP a ocupar lugares no Parlamento Europeu, tendo em conta a sua fervorosa negação a tudo o que encaixa na União Europeia.
Maria
Se fossem coerentes, deixavam os lugares vazios. Ou nem se apresentavam a eleições para o Parlamento Europeu.
Boa descoberta, essa, quando havia um jornal O Diabo gerido por comunistas. Ao menos Alves Redol manteve um mínimo de decência.
Ainda me consigo espantar com estas posições do PCP, embora não saiba porquê. Deve ser sentimentalismo burguês”. Desde que soube que o PCP deu toda a razão à Argentina (chefiada por aquela junta militar tão amiga do proletariado) na guerra com o Reino Unido pelas Malvinas que nenhuma posição vinda da Soeiro Pereira Gomes me devia admirar.
O PCP, por reflexo condicionado, coloca-se sempre numa posição antagónica à dos EUA.
Ficou-lhe isso dos tempos da Guerra Fria e permanece congelado nesse ano já remoto de 1988 – o ano anterior ao da queda do sacrossanto Muro, que eles tanto enalteceram como a oitava maravilha do planeta.
Em consequência, acabam por sair em defesa dos regimes mais abjectos. Incluindo esta ditadura imperialista do czar Putin, que tem inscrito na sua Constituição este belo trecho alusivo à identidade russsa: «Unida por uma história de mil anos, preservando a memória dos antepassados que nos transmitiram os ideais e a fé em Deus.»
Tudo a ver com os sovietes leninistas…
“Em consequência, acabam por sair em defesa dos regimes mais abjectos.”
Em consequência?! São Marxistas Leninistas, por definição os regimes que eles próprios constroem são abjectos.
Gualtieri ou Putin.são meninos de coro ao pé do totalitarismo comunista.
Putin, menino de coro. Parece a Marine Le Pen em tradução automática de francês para português.
O Diabo foi gerido por comunistas? Ou está a escapar-me alguma coisa?
Era um semanário de esquerda, claramente da oposição ao salazarismo e onde escreviam vários comunistas – incluindo Alves Redol, Manuel da Fonseca, Bento de Jesus Caraça e Álvaro Cunhal. Durou seis anos, entre 1934 e 1940. Foi encerrado no final deste ano.
Engraçado. Não sabia disso. Eu lembro-me de um O Diabo nos escaparates do Café Monumental nos finais dos anos 80 ou já 90, e estava perfeitamente convencido de que era um jornal mordaz de direita reaccionária.
Se calhar era um fantasma do outro.
Era ‘O Diabo’, até com o mesmo cabeçalho desenhado, mas com orientação política oposta. Claramente alinhado à direita.
O título estava sem proprietário à época, foi adquirido por Vera Lagoa.
Putin é nem mais nem menos, o exemplo vivo do tipo de dirigentes que o comunismo produz, não nos podemos esquecer que a sua formação foi feita no KGB. Quanto a mim, está a ter os mesmos procedimentos que o Hitler teve para justificar o início da segunda guerra mundial.
O Donbass actual, nesta crise bélica, equivale aos Sudetas em 1938. A utilização de estados-fantoche também segue o padrão hitleriano, tal como o conceito de “espaço vital” – germanófono, na Alemanha nazi, russófono na Rússia de hoje. O próprio padrão da raça suprema, hitleriano, encontra aqui um paralelo com a paranóia de Moscovo que sonha ser a nova Roma, farol da cristandade.
Com o aplauso beato do PCP, devidamente dobrado em respeitosa genuflexão.
Nova Roma? Talvez nova Constantinopla.
Nova Barbárie. Tresanda a velho.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Protocolo_ de_Minsk
Ambos invocam este acordo. Assim sendo o melhor fazerem as pazes e irem beber uns copos.
Putin é abstémio.
A hipocrisia é execrável. A memória selectiva também. Assim como as visões propositadamente distorcidas apanágio de quem paga ao jornalixo para as publicar. A ignorância é sobretudo lamentável.
Alguém ainda se recorda da declaração de independência do Kosovo e do posterior reconhecimento? Provavelmente já ninguém se recorda, mas os que condenam agora o reconhecimento de Donetsk e Luhansk são os mesmos que apoiaram o Kosovo.
Alguém ainda se recorda das armas de destruição massiva que o Iraque não tinha e que originaram a invasão?
Alguém ainda se recorda dos argumentos de protecção de minorias e direitos humanos que levaram à invasão da Líbia e da Síria?
A hipocrisia tem destas coisas, qualquer que seja o lado para onde se olhe.
Alguém ainda se recorda da “revolução laranja” (janeiro 2005), que levou à instalação em Kiev de um presidente pró-EUA (Viktor Yushchenko), revolução essa negada com a eleição de um presidente pró-Rússia (Viktor Yanokovitch) em 2010?
Alguém ainda se recorda que Viktor Yanokovitch, democraticamente eleito, foi derrubado em 2014 através de um golpe de estado orquestrado por Washington e perpetrado por grupos paramilitares neonazis, que colocaram no poder nacionalistas ucranianos anti-russos?
Alguém ainda se recorda que foi o presidente Bush Jr. que impôs, em 2008, na Cimeira da NATO em Bucareste, o convite à Ucrânia e à Geórgia para aderirem à NATO, quando após a reunificação da Alemanha tinha sido prometido à Rússia o contrário?
E dos acordos de Mink, ainda alguém se recorda? É que segundo os acordos de Minsk, à população russa da Ucrânia seria concedida autonomia, solução com que Kiev se comprometeu, mas nunca levou à prática.
A memória selectiva tem destas coisas, qualquer que seja o lado para onde se olhe.
Alguém ainda se recorda das intervenções sobre a NATO e a Ucrânia do presidente Trump? i3k – Trump and Stoltenberg get into tense exchange at NATO summit Hoc – Trump explodes at Reuters reporter asking about Ukraine
https://www.youtube.com/watch?v=Vpwkdmwu
https://www.youtube.com/watch?v=l71HR9F5
Os laços Alemanha-Rússia e Ucrânia-Biden-e-filho não interessam? Porque razão durante os quatro anos do mandato de Trump esteve tudo calmo? Porque razão a situação se agudizou no final de 2021, com os preparativos das forças ucranianas para atacarem o Donbass e resolver o conflito pela força?
O jornalixo e a ignorância têm destas coisas, qualquer que seja o lado para onde se olhe.
No momento em que se desenrola a maior agressão de um Estado europeu a outro desde a II Guerra Mundial, com Putin a copiar Hitler, aparecem sabujos a louvar o agressor.
Nada de novo.
Em 1939, se cá estivessem, andavam a entoar hossanas ao genocida nazi.
A NATO afinal não oi criada para combater a expansão o comunismo.
Quando é que foi escrito em toda a imprensa mundial ‘caiu o muro, pouco falta para cair o comunismo e pouco depois caiu o comunismo’
Mas NATO não acabou. por afinal ter sido criada para combater a Rússia.
E como diria o outro: estava a ver que o PCP não tinha culpas dos russos não querer a NATO junto da sua fronteira.
E mesmo sem campeonato mundial de ginástica, cá temos os mesmos a fazer flics-flacs para arranjar apoiantes para a NATO. O que vale é que esta vez não haver refugiados como na Iraque, Síria, Líbia ou Afeganistão, atá parecia que alguém ligado à NATO tinha negócios com os passadores de imigrantes.
Parece a cassete do PCP, que transforma o carrasco em vítima e culpa a vítima pelas atrocidades do agressor.
Sempre ao lado do Golias contra o David. Desde que o Golias fale russo.
Pedro Correia, para variar publique fotografia (há muitas) do apaixonante aperto de mão entre Chamberlain e Hitler.
E como sabe o que se passou no encontro Riibentrop -Molotov, também deve saber que acordo foi feito Chamberlain-Hitler
A tua foto é que não posso publicar, pois andas sempre com essa cara bem escondida.
Leo Pedro não perdoa o PCP ter perdido votos para a maioria absoluta do PS.
O PCP, agora perante a invasão da Ucrânia pelos russos, atingiu um dos seus pontos mais baixos de sempre.
Os votos do PCP são hoje quase tão irrelevantes como os do MRPP.
Jeronimo Sousa e os Comunas portugueses já tinham tido um papel vergonhoso durante a pandemia, agora ainda conseguem ser mais vergonhosos. Para mim era recambia-los todos para a Russia para irem fazer cócegas ao Filho da Putin
Armando Caldas
São hoje marionetas de Putin. Como foram, no passado, marionetas de Estaline e Brejnev.
Isto de arranjar fotografias de uns com outros é só escolher, e atirar o comentário que mais lhe interessar.
Há a célebre fotografia do Salazar com a fotografia do Mussolini na secretária e os desfiles da mocidade fascista com os nossos MP, e os apertos de mãos ao Fidel no Porto
Há fotos para todos os gostos. Menos de anónimos.