
Andaram a vangloriar-se que Portugal era um dos países do mundo com maior taxa de vacinação. De facto, ocupamos a quinta posição, com cerca de 88% da população vacinada. Durante todo este tempo aludiam à vacina como panaceia seguríssima contra a pandemia. Mas preparam-se para voltar a fechar e paralisar tudo: o primeiro passo foi ontem anunciado pelo Governo. Decretando novas restrições nos acessos a restaurantes, recintos desportivos, bares e ginásios. Recuperando o uso compulsivo de máscaras em locais de trabalho e todos os espaços fechados. Anunciando que para assistir a espectáculos ou concertos não basta afinal exibir o certificado de vacinação que dantes tanto enalteciam: há que fazer testes à covid-19. Quem não os fizer, fica à porta.
Voltamos à bolha, voltamos à redoma.
Dizem que procedem assim porque lá fora, noutros países europeus, as infecções voltaram a alastrar a ritmo acelerado. Apontam os exemplos da Áustria ou da Holanda – omitindo que nestes países a taxa de vacinação é muito inferior à nossa: 69% no primeiro caso, 72% no segundo.
Agora lembraram-se de começar a vacinar as crianças a partir dos 5 anos, contrariando tudo quanto tinham garantido anteriormente. E já andam histéricos, recomendando sérias restrições ao convívio familiar nas quadras festivas de Dezembro. Como se afinal não fizesse qualquer diferença os portugueses estarem vacinados.
Terão concluído enfim que as vacinas não nos imunizam? Caramba, nada alimenta tanto o “negacionismo” como esta conclusão.
Uma das figuras que mais vezes aparecem nos ecrãs televisivos em defesa aberta de novas restrições é o epidemiologista Manuel Carmo Gomes, que esta noite fez uma extraordinária sugestão na recém-surgida CNN Portugal: todas as pessoas devem passar a fazer testes imediatamente antes e depois de qualquer convívio familiar «para despistar os falsos negativos». Garante que os testes são «bastante acessíveis em termos financeiros», esquecendo-se de especificar quanto este estapafúrdio conselho deverá pesar na bolsa de cada português.
Entretanto, o monotema da pandemia inunda de novo os espaços informativos. Como se nada mais acontecesse. Como se não houvesse uma infinidade de outras doenças a ameaçarem seriamente a vida dos portugueses. Estas doenças voltam a tornar-se clandestinas: é tabu falar delas. Mas vão matando mais que nunca.
Oiço-os, com infinita paciência, e começo a chegar a uma perturbante conclusão: esta gente ensandeceu de vez.

Ensandeceu, sim, mas já há algum tempo, como se constata por exemplo com os atropelos legais, as discriminações austríacas e madeirenses, conceitos deturpados (vacina, Imunidade de grupo), silenciamento de quem destoar da Verdade Aprovada, coação, quebra de protocolos médicos (ciclo de aprovação de medicamentos), decisões sem lógica (por exemplo, ter-se fechado o comércio após sábados à tarde, levando a enchentes aos sábados de manhã), eetc. Basta seguir a argumentação de geometria variável.
Não faz o menor sentido este pacote de restrições (que é apenas o início, todos pressentimos) quando 88% da população portuguesa – quase 9 milhões de pessoas – tomou a vacina completa e possui o respectivo certificado oficial comprovativo dessa toma.
Não faz o menor sentido que o mesmo Governo que se gabarola de ter conseguido a quinta maior taxa de vacinação à escala mundial adopte medidas idênticas às dos países com muito menor imunização ao coronavírus.
A menos que tenham entretanto concluído que as vacinas não imunizam. E lá voltamos todos ao mesmo, como no tempo em que não havia um só português vacinado.
LIDO POR AÍ:
1-O Covid não chegava cá! Mentira
2- As vacinas imunizavam com uma só doze de 77% umas e 95% outras. Mentira!
3- Veio a 2ª doze para imunizar as mentiras das 1ªs doses.
4- Agora temos a 3ª doze para imunizar a 1ª e a 2ª Doze. Aguardemos??
5 – Os infectados ficam com anticorpos naturais e duradouros e vacina-se para aniquilar as defesas naturais!
6- As crianças era imunes, agora têm de ser vacinados.
7- A imunidade de grupo começava nos 65%. Mentira!
8- Dizem estar vacinados 97% e a imunidade não existe?
9 – Os vacinados infectam-se e transmitem o vírus.
10- Uma vizinha com todas as vacinas está infectada e hospitalizada.
11- Conheço mais infectados já vacinados.
Não vai haver responsáveis pelas mentiras.
Nada como um copinho de vinho para desanuviar
Esta gente ensandeceu e os cobardes, os desinformados e os hipocondríacos aceitam tudo, batendo palminhas… Triste mundo, este em que vivemos.
Existe uma hipocondria generalizada – desde logo nas mais altas esferas do Estado – face à covid-19 e um manifesto desinteresse no combate a todas as outras doenças, relegadas para o fundo da escada por um sns à beira da ruptura.
Enquanto a tribo dos epidemiologistas seleccionados a dedo pelo Governo pontifica nas pantalhas, advogando dia após dia a necessidade de haver novas medidas restritivas, numa escala sem travão.
Como se os portugueses não fossem maiores – e vacinados.
Tudo, neste cenário, oscila entre o mau e o péssimo.
PÓLVORA SECA
Enquanto houver vacinas para agendar, Rendeiro para capturar e caça aos caçadores do campo de tiro de Alcochete, todo o resto de sofismas e pantominas vai seguindo nas densas sombras artificialmente montadas.
Valha-nos a lucidez de Sua Excelência nosso estimado presidente, que já veio reconhecer que a resiliência, aliada a volumosa paciência digo eu, está na cabeça de todos.
Se innterpretado como reconhecimento a todos os portugueses do estofo sempre demonstrado para aturar atropelos e palhaçadas de importantes cabeçudos de proa, com monas a rastejar ao peso de inertes carradas de areia lamacenta que comportam, merece forte aplauso o sempre visivel comandante supremo.
Qualquer dia exigem aos autores e comentadores deste blogue a realização de testes antes e depois de virmos aqui escrever não importa o quê.
já tinha pensado nisso
o monotema da pandemia inunda de novo os espaços informativos.
Naah, a nova CNN Portugal —que prometeu uma maneira diferente de fazer informação e muitas novidades com a mesma gente de sempre— consegue passar mais de metade do tempo de emissão a falar do Benfica.
Se isto é novo vou ali e nunca mais volto.
Hoje interessa-me falar das novas medidas lesivas de direitos e liberdades, novamente a pretexto do covid, num país em que 88% das pessoas estão vacinadas – isto é, num país em que se atingiu a tal “imunidade de grupo” que eles diziam há meses poder atingir-se com 70% de vacinação. Mais uma “inverdade” somada a tantas outras.
Sobre a CNN e qualquer outro tema, haverá tempo para discutir.
Eu não vejo estranheza nisso, sinceramente. Já era conhecido que a imunidade dada pela vacinação contra qualquer tipo de coronavirus tem uma duração limitada e a imunidade vai descendo gradualmente a partir da data da inoculação. A da gripe dura 6 meses e já está a ser desenvolvida e actualizada há mais de 20 anos.
Tudo o resto é propaganda.
Tá armado em sindicalista ou quê?
Todos acharam bem estas medidas até a população em geral, excepto o Sr Correia.
A imunidade de grupo é a cantiga do bandido toda gente já percebeu que é uma treta e não é possível.
Tu pertences à tribo anónima, portanto tens imunidade perpétua.
Sim, tem razão, mas parece-me que a nossa comunicação social também tem muitas culpas.
Não se compreende como é que Portugal quer andar à frente nestas coisas, a servir de cobaia.
Não mate o mensageiro. Ignorando os responsáveis – desde logo a bolha de epidemiologistas que “aconselham” o governo, desdizendo hoje o que disseram ontem, numa “verdade” de geometria muito variável.
reunidos no Estádio Nacional para caberem todos
concluíram que haviam transformado isto em Rilhafoles ou casa dos orates
Já fez o teste hoje?
procuro a imunidade de grupo e a variante que me saiu na rifa
Eu já estou imune. Contra o desgoverno.
Para mim, o principal efeito do Covid é sobre a capacidade de fazer contas e sobre a memória. A mim parece-me aritmeticamente impossível que, sendo o Benfica v. Sporting às 21h de dia 3 de Dezembro, e sendo obrigatório para entrar certificado de vacinação E teste negativo (feito um máximo de 72 horas antes, se for “PCR”, 48 se for de antigénio) se vão fazer 65.000 testes em laboratório ou farmácia, entre as 21 horas de 31 de Novembro, e (para haver resultados para mostrar) a a manhã de dia 3 de Dezembro (sendo que 1 de Dezembro é feriado). O PM disse que “Já tivemos uma experiência recente com jogo da Seleção, onde houve testagem e tudo correu perfeitamente, sem quaisquer dificuldades”, mas como ele não é um mero aldrabão, certamente se esqueceu que, nesse jogo, era “apenas” necessário apresentar certificado OU teste e não certificado E teste, pelo que estando mais de 95% dos adultos portugueses vacinados, praticamente ninguém precisou de ser testado. Com ele fez esta declaração à frente de uns 20 jornalistas e nenhum lhe disse isto, presumo que também eles estão com a memória afectada.
Eis o nível de sapiência de um dos principais epidemiologistas que aconselham o governo, o omnipresente Carmo Gomes: 4-11-covid-19-ja-fui-vacinado-posso-ser-i nfetado-e-transmitir-a-doenca-6-pergunta s-e-respostas/
https://visao.sapo.pt/visaosaude/2021-0
«não há certezas…»
«o mais certo é…»
«parece que…»
Pergunto: é isto ciência?
Andamos todos, há quase dois anos, a ser cobaias destes supostos especialistas?
conclusão do Palito Métrico
Os cientistas não têm certezas absolutas e vão-se desdizendo à medida que sabem novos factos. É a natureza das coisas.
Só os tolos e os comentadores políticos têm certezas absolutas e definitivas. E memória seletiva. De repente esqueceram-se todos do que disseram em janeiro do ano passado após um surto grave de covid. Nessa altura as autoridades de saude eram pouco menos que assassinas por não terem prevenido o surto. Partece que hoje são estúpidas por estarem preocupadas com um novo surto.
Há um ano não havia um só português vacinado. r-portugal/2021-10-13-Covid-19-os-numero s-da-vacinacao-em-Portugal-e-no-Mundo-42 c4410b
Em Outubro, Portugal tornou-se o primeiro país do mundo com 85% da população vacinada e com 100% de vacinas aos maiores de 50 anos.
https://sicnoticias.pt/especiais/vacina
Comparar as duas situações deriva da habitual desonestidade intelectual de quem se esconde no anonimato para debitar não importa o quê.
E o resto da Europa como é que está ? Está Melhor por acaso ?
O que é que a gente tem a ver com isso?
Andamos nós a sofrer novas restrições só porque outros países não tiveram um vice-almirante capaz de conduzir com sucesso o processo de vacinação?
E por que raio só agora o governo se lembrou de exigir comprovativos nos aeroportos para quem viaja seja de onde for?
Há um mês viajei para um país europeu onde tive de mostrar certificado de dupla vacinação logo no desembarque. No regresso, em Lisboa, foi sempre a andar até à porta de saída. Ninguém perguntou nem quis ver certificado algum.
Agora, com eleições à porta, mostram músculo a ver se pega. Até são capazes de ir buscar o vice-almirante outra vez.
Ainda bem que não têm medo da nova variante Africana.
O Rangel está farto de pedir o Vice-Almirante.
Tu sentes um fascínio por ambos, dá para perceber.
Eu? Não sou negacionista ao contrário do Sr Correia que anda para ai a passear pela Europa enquanto os compatriotas estão confinados em casa.
Tu preferes ir “passear” ao bilhar grande. Mas leva máscara protectora.
Leopedro, ele não percebeu aquela do fascínio e também não sabe o que se passou na reunião entre o pm e os partidos. V. sabe?
É preciso começar a elencar as variantes envenenadas com que responsáveis e especialistas nos bombardeiam para justificar as suas sucessivas contradições, erros, falhanços e enganos.
Melhor que os badalados melhores que somos nós não seria possível.
deitado lantejano
« cadqcal mija cassua »
O período de imunidade da vacina era desconhecido, e dependia de pessoa para pessoa. Acabar a 1a campanha de vacinação não era o fim da guerra ou a capitulação do inimigo.
Tudo o resto é propaganda.
Como diria a dra Freitas, a vacina criou uma falsa sensação de segurança.
E como o portuga é como o interruptor, passou-se num ápice da normalidade em que o vírus estava extinto (veja-se como saiu dos noticiários) para a calamidade.
Agora o Dr. Costa vai gerir a coisa de modo a, em Janeiro, isto não andar de rastos, pelas razões óbvias.
“Era desconhecido” mas peroravam nas pantalhas como se debitassem conhecimento científico.
Afinal era pensamento mágico.
Quanto ao brilhante doutor Costa, seria conveniente que na tal “gestão da coisa” não voltasse a insultar os médicos, chamando-lhes “cobardes”, como fez perante dois jornalistas do ‘Expresso’. lhe/divulgado-video-em-que-antonio-costa-c hama-medicos-de-cobardes
https://www.sabado.pt/portugal/deta
Acredita quem quer.
A vacina tem efeito inibidor, nunca se disse que iria extinguir o bicho. Se as pessoas optam por ouvir o que querem ouvir…
Continuamos a viver do sentimento e nao da razão, hoje na rua vi uma quantidade de máscaras que não via há meses, e nada mudou de ontem para hoje.
Será que os médicos já não são cobardes, como António Costa lhes chamou há uns tempos?
São resilientes.
Hoje acordei bem disposto, o orçamento tinha sido aprovado, tínhamos finalmente atingido a imunidade de grupo e as pessoas já andavam na rua sem máscara o que era sinónimo que o pesadelo tinha terminado.
Recebo uma mensagem no telemóvel a pedir desculpa pelo atraso de dois anos da minha consulta de cardiologia e a informar que estava marcada para o próximo mês de Dezembro. Fiquei eufórico.
Levanto-me da cama para ir tomar banho e fazer a barba e quando chego à porta da casa de banho está lá um letreiro que diz, apresentar certificado de vacinação. Achei estranho mas não liguei, fui buscar o certificado mas reparei que estava fora de prazo. Começa-me a dar vontade de urinar e a porta não abre sem o certificado. Entro em pânico, chamo pela mulher na esperança que o certificado dela esteja em dia e possa entrar na casa de banho. Mas ela não ouve e a vontade de urinar aumenta, MARIA OH MARIA PORRA NÃO ME OUVES?
Sinto a cama a tremer e a voz de aflição da minha mulher:
– Que é que foi homem, que é que tens, ai meu Deus que não te podes enervar, olha o teu coração filho, estás a suar o que é que foi?
Nem lhe respondi, só tive tempo de chegar à sanita.
Um dia quase perfeito. Infelizmente quase a chegar ao fim.
É verdade, parece que o estado de calamidade começa amanhã com as eleições do PSD.
O estado de calamidade começa no 1.º de Dezembro: forma original de o governo cessante assinalar o feriado nacional. Até nestes pormenores vão somando trapalhadas.
O seu calendário parece andar tão baralhado como o governo. O que não admira, após um dia tão intenso.
Você não perde uma para mandar uma farpa. Mas tem razão, o meu calendário está mesmo baralhado. Pensei que o estado de sítio em que está o PSD desse origem ao estado de calamidade do Costa.
Costa vai mandar agora vacinar todas as criancinhas a partir dos 5 anos. Isto apesar de, entre as 18 mil pessoas vitimadas com covid em Portugal desde Fevereiro de 2020, apenas cinco serem crianças – e todas terem sido anteriormente diagnosticadas com outras doenças.
O “estado do sítio” é este. Há quem faça vénias e bata palminhas. Assim vamos andando, de calamidade em calamidade.
O Costa faz assim, mas o PSD faz pior, veja o que acontece na Madeira. Neste caso a sorte do Costa passa mesmo por aí, se o PSD fosse governo era muito pior em restrições pandémicas e se calhar já tínhamos as vacinas obrigatórias.
Com tanto “se” e tanta suposição, você ainda se habilita a tornar-se epidemiologista com cátedra aberta nos canais televisivos.
Deve ser actividade de sucesso, tantos são os que lá desfilam.
Não é epidemiologista, o que está a dar é alarmista.
Veja lá que a variante da variante, a tal omicron, apareceu na África do Sul, há uma dúzia de infectados em todo o mundo e já é considerada a mais perigosa de todas as variantes conhecidas, a mais mortífera e para piorar a situação as vacinas são completamente inócuas.
Palavras para quê?
Oiço – e leio, inclusive nesta caixa de comentários – gente a subscrever o alarmismo oficial que volta à tona por estes dias.
Já ouvi – e li – até comparações entre a situação actual e o que se passava há um ano, quando não havia um só português vacinado.
Para que conste, eram estes os números faz hoje um ano: 5.444 infecções confirmadas, 3208 hospitalizados, 526 internados em unidades de cuidados intensivos, 67 mortos.
Nada a ver com as estatísticas actuais. Nada mesmo.
Afinal não é o estado de calamidade que começa hoje, é o estado de continuidade.
Diga lá agora o que é que adiantou tanta lavagem de roupa suja para ficar tudo na mesma?
O estado de calamidade regressa no dia 1.º de Dezembro, feriado nacional. Prenda deste patriótico primeiro-ministro aos portugueses.
Não diga isso, o homem só quer o seu bem, graças a ele você agora pode ver o seu Sporting em segurança. Pode apanhar uma decepção mas não apanha com o omicron.
E por entre as revelações ver ontem, ficámos a saber que para o sr. primeiro-ministro e o governo da nação as companhias de aviação são irresponsáveis (é aliás um tipo de negócio em que fica bem malhar – “malhar” é coisa aliás da predilecção dos nossos governantes, parte pelo menos, como se sabe -, por estes dias; é politicamente correcto, ambientalmente consciencioso, enfim). E vai de se lhes atirar com grossas coimas e ameaças de impedimento de operação em Portugal, caso depositem por cá passageiros sem teste ou certificado ou ambos, ou lá o que em dado momento se resolva exigir. Entretanto, que saiba, por meios terrestres continua a ser possível passar de e para Espanha sem o menor controlo. Ou seja, o risco para a saúde pública nada tem a ver com a Covid e deve ser afinal causado pelas radiações cósmicas que abundam lá por cima e que, por felicíssima coincidência, os testes Covid detectarão e cujos males a recuperação da doença evitará e as vacinas evitarão também (ou evitarão apenas na forma mais grave, ou afinal não evitam de todo, ou evitam por menos tempo do que se pensava; já não se percebe e deve estar – está, sem a menor dúvida – muito bem assim).
Em todo o caso estranha-se que o sr. secretário de estado para os assuntos fiscais (creio ser a designação) tenha deixado passar esta oportunidade de incluir entre as medidas agora decididas a exigência de um teste Covid a quem regressa de Espanha depois de atestar o carro ou comprar a bilha de gás. O teste custa dinheiro, presumivelmente anula a poupança de ir abastecer ao outro lado da fronteira e, se comprado cá, até rende, ele próprio, receita fiscal para o escrupulosíssimo estado português que tão sabiamente administra o dinheiro que gentilmente nos confisca a cada segundo da nossa existência
Devo corrigir-me: leio agora (só agora, mea culpa, quando a coisa foi feita ainda ontem e anunciada, pelo menos no insuspeito “Público”, perto das 23:00) que o governo, em comunicado posterior ao anúncio das medidas, anunciou estender “com as necessárias adaptações” (quem será então, com voz grossa, nesse caso crismado de irresponsável e ameaçado com coimas e interdições de operação?) a exigência de teste para a entrada nas fronteiras terrestres, marítimas e fluviais.
O cerco está pois montado. No papel e para os ouvidos do povo, porque – pelo menos nas fronteiras aéreas, por cá, ou esse controlo será feito por assaz tolerante amostragem, ou teremos muito provavelmente o caos (ainda mais caos) nos aeroportos. Gente do SEF, ou quem lhe sucede, não há que chegue, é verdade consagrada, e os tais seguranças privados, a fazer-se como deve ser a sua formação e certificação em termos de segurança (um aeroporto ainda vai sendo tido como área sensível), talvez estejam disponíveis quando a “vaga” acabar.
Mas que interessa isso? Que seja o caos que é o habitual. O estado decide, incumpre e volta a incumprir e nada acontece. Não se acusa seguramente de irresponsável, não paga coimas e até ver ninguém decreta a proibição da sua operação.
“…ficámos a saber que para o sr. primeiro-ministro e o governo da nação as companhias de aviação são irresponsáveis…”.
Não é fácil compreender como se obrigam, subrepticiamente, todos os portuguêses a levarem consecutivas picadas nos ombros … quando aos aeroportos todos os dias chegam centenas de passageiros, de inúmeras nacionaliades e proveniências (cujos motivos para entrada até podem ser discutíveis)… sendo estes sempre potenciais transmissores do vírus Covid -mesmo que assintomáticos.
Confinamento por pandemia no País concomitantemente com vagas de potenciais (re)transmissores permanentemente a chegar é difícil de compreender e de aceitar.
E isso faz das empresas (as companhias de transporte aéreo) um bando de irresponsáveis, é isso? E do governo (do estado português), incapaz de assegurar satisfatoriamente as suas funções de polícia de fronteiras, faz o quê? Sempre os malvados privados e o puro e abnegado sector público, deve ser isso o que tudo explica: simples e infalível.
Mas o que propõe V., chegados aqui: fechar fronteiras, interditar saídas e entradas do país, rebentar o que resta da economia, matar da cura para não morrer – eventualmente – da doença, é isso? Quanto ao mais, e pegando no seu último parágrafo, é já longa e bem sedimentada a nossa tradição de discriminar positivamente os estrangeiros; é ver o fisco…
Eu já não tenho argumentos para esgrimir aos meus conhecidos, colegas e familiares que não tomaram a vacina. Agora só me dizem, com razão, para quê?
Vi o Prof. Manuel C. Gomes e, como sempre que o ouço, fiquei estarrecida – mais uma vez o fim do mundo a chegar (ainda não me esqueci de quando o sr. Prof. afirmou que iríamos chegar a Fevereiro de 2021 com mais de 34.000 mortos – felizmente a modelação estava errada).
Se ensandeceram de vez, não sei, mas que existem bastantes “peritos” que estão a ganhar muito (projectos, visibilidade) a criar pânico e a passarem a sensação que o mundo não consegue viver sem os seus sábios conselhos e advertências isso existem. Pessoalmente estou agastada com tudo isto, por um lado a ver pessoas com doenças terríveis e que não têm o apoio que precisam no SNS e, por outro lado a ouvir profetas da desgraça e do fim do mundo. A ciência está-se a transformar numa religião.
Fiquem bem,
Catarina Silva
A Catarina está cheia de razão. E também penso que anda muita gente a governar-se com a pademia, metendo medo ao povo: uns porque vendem testes e outros porque estão a ficar famosos.
Ámen.
Sra. D. Catarina Silva, transformar numa religião dá sempre muito jeito, quando as coisas correm bem, p.ex.o não fim do mundo anunciado, há sempre aquela ‘Deus deu mais uma hipótese’.
‘Tá ver!
Esta gente já ensandeceu à muito, deixo alguns exemplos: o vírus é inofensivo nos transportes públicos, em tempos só frequentava restaurantes ao fim de semana (durante a semana não eram necessários testes ou certificados para frequentar esses espaços), à noite era muito mais perigoso (daí o recolher obrigatório), hoje é inexplicável o motivo pelo qual quem atende no pequeno comércio tem que usar máscara mas os clientes não.
Poderia continuar a lista mas fico por aqui. Um bom fds
Pedro Cunha
Igualmente, bom f(o)d(a)-s(e).
É o fim do mundo e a orgia final de levar com uma vacina
Azar de alguns ainda não haver vacina contra a estupidez.
Então e quais são esses 4 países felizardos que estão à nossa frente no que respeita à vacinação? E qual é a fonte e data desses valores?
https://sicnoticias.pt/especiais/vacina r-portugal/2021-08-29-Covid-19.-Portugal-e-o-q uinto-melhor-pais-no-ranking-mundial-da-v acinacao-fd5aa7aa
Nessa notícia aparece no topo a data de 21.08.2021 ás 20h35 que deve ser a data hora de publicação. Estas classificações sem revelar a origem padecem do problema do “Magister Dixit” uma vez que não foi a equipa da SIC Notícias que coligiu esses dados. Googlando (vaccination chart of top countries) constata-se neste site (dos primeiros da busca do Google) que estamos actualmente na 4ª posição, se se usasse o critério de vacinação completa (fully vaccinated) seria a 3ª, não havendo nenhum país europeu em posição melhor. As medidas que estão a ser tomadas tomam em consideração o estado vacinal da população. De qualquer forma a posição dum país nestas tabelas é muito volátil, pode ter havido alguma altura nos finais de Setembro em que estivéssemos efectivamente no topo.
No início de Outubro – informação oficial – Portugal foi o primeiro país do mundo a atingir os 85% de população vacinada. Se restringirmos a população apenas aos adultos abrangidos no processo de vacinação, essa percentagem subiria para cerca de 94%. dade/noticia/portugal-pais-mundo-85-popu lacao-vacinada-covid19-1980451
https://www.publico.pt/2021/10/09/socie
Caso para saudar o vice-almirante: cumpriu com brilho a missão.
Mas esta percentagem altíssima torna ainda mais incompreensível o discurso alarmista que se vai escutando agora, também por via oficial, menos de sete semanas depois.
A missão do vice-almirante assemelha-se ao filme de Manoel de Oliveira “Non, ou a Vã Glória de Vacinar” – acho que é esse o título, mas posso estar errado.
Filme que não foi patrocinado pela Pfizer nem teve como director de marketing «(…) Filipe Froes — consultor da Direcção-Geral da Saúde (DGS), coordenador do gabinete de crise da Ordem dos Médicos (OM) e membro do Conselho Nacional de Saúde Pública (…).
Quem o critica aponta o facto de o médico, investigador e coordenador da Unidade de Cuidados Intensivos do Hospital Pulido Valente receber quantias avultadas de empresas como a Pfizer, sendo também remunerado pela AstraZeneca (duas das fabricantes de vacinas para a covid-19), além de outras duas dezenas de farmacêuticas, desde 2013. Isto apesar de ser chamado para comentar nas televisões e nos jornais temas ou produtos desenvolvidos por essas mesmas empresas. Nos media, tem defendido as vacinas contra a covid-19, a vacinação de adolescentes, uma eventual terceira dose e também a intensificação da vacina para a gripe, sem revelar antes de cada intervenção as suas relações com a indústria. Nos últimos oito anos, Filipe Froes recebeu, segundo o que é público no site do Infarmed, €385.793, destacando-se as remunerações da Pfizer, no montante de €146.748. Só em 2020 e 2021, por exemplo, Froes recebeu da Pfizer €26.407 pela participação em reuniões médicas, palestras e congressos.» (Expresso, 2021/08/27)
Recordei-me agora do título do filme de Manoel Oliveira: “Non, ou a Vã Glória de Mandar”. Agora vou ver se descubro o significado de “conflito de interesses”.
Você recorda-se de muita coisa.
Só não se recorda de um princípio básico: quando queremos criticar alguém, assinamos por baixo. Pomos o nome. E não nos acobardamos, como você faz, usando um pseudónimo, escondido dentro do armário.
Eu tinha convocatória para a vacinação Anti-Gripe para as 12.04h de hoje; desloquei-me ao local indicado e, no encontro com o médico, ele diz-me:
– Também quer tomar a 3.ª dose da Covid?
– E posso? Só tive convocatória para a vacina da Gripe. Mas não me importo. Já fica!
– Se os prazos dão, pode. Tem aí o cartãozinho?
– Tenho. Mas creio que não dá porque ainda não passaram seis meses…
– Não importa. Agora são só cinco… Sabe, eles mudam isto mais vezes do que a gente muda de camisa…
Para além de toda esta “barafunda científica” e mais que se diz, “por estes comentários acima”, o grande erro de comunicação foi: confundiram defesa contra as consequências da infecção e eventual internamento – o único grande medo do Governo – com imunidade. E vai daí a bagunça das enchentes, dos encontros festeiros sem máscara nem distanciamento… os jogos de futebol… discotecas… escolas (sim, porque tem havido imensos infectados nas escolas) grupos desportivos, nomeadamente amadores onde só houve teste no primeiro dia de treinos… etc. Que esperavam?
Que mais se podia esperar destes incompetentes que nos governam?
Rutura após rutura até à derrocada final…
E venha a Santa Troika que o Costa já se pôs a andar…
Estes incompetentes voltam agora a interditar a entrada nos estádios de futebol a detentores de lugares de época que não exibam em simultâneo certificados digitais de dupla vacinação e um teste PCR negativo feito nas 72 horas anteriores.
Deste modo, espectáculos desportivos realizados ao ar livre são tratados ao mesmo nível dos bares e das discotecas.
Pelo mesmo Governo que em Junho de 2020 celebrou com pompa e circunstância, nos jardins do Palácio de Belém, o anúncio da final da Liga dos Campeões em Portugal, para Agosto seguinte. Com a presença do primeiro-ministro, do presidente da Assembleia da República e de vários ministros, além do Presidente da República, na qualidade de anfitrião da pindérica cerimónia.
Na altura, Costa teve a suprema lata de dizer que este jogo de futebol era “um prémio merecido aos profissionais de saúde”. Misturando SNS com bola.
Dava-lhe jeito falar assim. Agora, virando o bico ao prego, dá-lhe jeito tratar os jogos de futebol como se fossem perigosos agentes transmissores da pandemia.
O governo português exibiu uma grande presciência e sabedoria. Ainda mesmo antes de ter sido anunciada ao mundo a nova variante sul-africana, super-contagiosa e imune ao efeito das vacinas, o governo português tomou já medidas para resguardar a sociedade dela. As vacinas que 86% da população portuguesa tomou são afinal completamente ineficazes. Este post fala de uma situação passada, o governo agiu para a situação futura.
Melhor chamar alguém para lhe verificar os fusíveis. Aparentam estar queimados.
“e começo a chegar a uma perturbante conclusão: esta gente ensandeceu de vez.” (PC)
Só agora? Mesmo assim está bem melhor do que a maioria, o que já não é mau.
Mas não seja piegas e comece a arregaçar a manga para a terceira dose. E a do outro braço para a quarta, que vem aí o almirante ainda vice. Vá também baixando as calças para as doses seguintes, a administrar nas nádegas, que já se viu que isto só lá vai com intramuscular profunda. E se não o fizer chamam o Albuquerque e ainda vai para às Desertas – albu quer que – a fazer companhia às cagarras.
Entretanto, vá lendo umas coisas e vendo como se procedeu com êxito noutras geografias “negacionistas”, com enorme pesar daqueles com interesses, uns manifestos outros inconfessos, na manutenção desta enorme oportunidade de negócio.
“Ivermectin and the odds of hospitalization due to COVID-19: evidence from a quasi-experimental analysis based on a public intervention in Mexico City” ther-states/coronavirus-all-adults-in-go a-to-be-given-ivermectin-drug/article345 32312.ece s/2020/10/Home-Isolation-Monitoring-Kits-F or-COVID-19-Launched.pdf s/no-fresh-covid-cases-in-up-s-59-distri cts-australian-mp-praises-yogi-govt-1016 31606229422.html ovid-19-with-fewer-side-effects-ivermect in-still-used-widely-in-india-despite-wh o-recommendation-against-it/article34540 312.ece ome-isolation-and-ivermectin-based-treat ment-kits/
“Ivermectin for COVID-19 in Peru: 14-fold reduction in nationwide excess deaths, p=.002 for effect by state, then 13-fold increase after ivermectin use restricted”
https://www.thehindu.com/news/national/o
https://www.goa.gov.in/wp-content/upload
https://www.hindustantimes.com/india-new
https://www.thehindu.com/news/national/c
https://medicalupdateonline.com/2021/05/h
(90% successfully treated at home, 10% hospitalised
Treatment pack: Ivermectin, Doxycycline, Vitamin D, Vitamin C, Vitamin B, Zinc,
Paracetamol)
Acabo de ouvir um eminente virologista, no habitual tempo de antena que os canais dispensam a tais sábios em horário nobre, começar o seu depoimento televisivo desta forma: «Não sabemos nada ainda concretamente…»
Mais do mesmo.
E mesmo assim falam e falam e falam e falam…
Ouvi hoje que já anunciaram a 5ª vaga. Estou mesmo a ver que se preparam para nos injectar a 4ª dose de vacina contra o covid19. Vai tudo acabar bem.
Se isto continuar assim, e se eu tiver saúde, espero assitir à chegada da 20ª vaga, quem sabe se à 30ª, sempre com Portugal no grupo da frente.A fé deve ser a última coisa a morrer, como dizia a minha avó.
Antes de haver vacinas, era a tempestade. Depois de haver vacinas, garantiram-nos, viria a bonança. Agora, com o País duplamente vacinado, volta a tempestade. A bonança chegará com a terceira vacina para os mais velhos e a vacinação alargada aos miúdos. Mas já vão preparando todos para nova tempestade: afinal não basta estar toda a gente vacinada – uma, duas, três vezes. Dizendo hoje o que desdisseram ontem, e vice-versa.
Se isto é governar, qualquer um pode ser membro do governo.
Entretanto surge um(a) delator ex-Pfeizer a informar que os testes de qualificação do “produto” como “vacina” foram aldrabados para conseguir a necessária aprovação governamental. Sendo que alguém está nas mãos dos especialistas da saúde. Não há dúvida: estão mesmo a “tratar da saúde” do pessoal.
https://www.zerohedge.com/news/2021-11-2 6/vaxx-trial-fraud-pfizer-whistleblower-e xposes-how-your-government-captured
Os mais perspicazes já se tinham apercebido dessas questões há muito tempo. Bem vindo ao clube. Não há forma de libertar a sociedade se está não decidir libertar-se.
Chegámos ao ponto em que a vacina não serve para nos proteger do vírus, serve como um atestado de pureza religiosa. Os vacinados são os fiéis, os novos baptizados. Por isso vamos baptizar as crianças e provavelmente, a seu tempo, os bebés. Os impuros, não alinhados serão os bodes expiatórios, serão vistos como a escória da sociedade.
Já restam poucos “impuros”. Neste país de brandos costumes em que cerca de 95% da população adulta cumpriu religiosamente os preceitos vacinais.
Para manter a chama acesa, portanto, decretam-se novos graus de impureza. Quem ainda não tomou a terceira dose, depois a quarta, etc.
Quem assim procede, manda às malvas todos os mandamentos antes anunciados.
O mandamento de que a vacina teria um grau de eficácia “muito superior a 90%”.
O mandamento de que se atingiria “imunidade de grupo” a partir do momento em que 70% dos adultos estivessem vacinados.
O mandamento de que em caso algum seriam vacinadas crianças e adolescentes abaixo dos 14 anos.
Pobres Moisés da covid. Não acertam uma.
A vacina não impede a propagação do vírus com a magnitude que se esperava. E aparentemente a sua eficácia diminui com o tempo. Estes parecem ser os factos consensuais na comunidade científica. Também parece ser consensual que a vacina diminui muito a probabilidade de sofrer de doença grave. Só este último facto é uma vitória impressionante da medicina, dado o tempo record em que a vacina foi produzida. Toda a discordância sobre o que fazer tem a ver com o facto de haver muita incerteza nos modelos tendo em conta os dados de base. Essa discordância é normal em ciência e até saudável. O que está errado é tratar as teorias como se fossem evidências e certezas.
Com base do que sabemos sobre as vacinas a única estratégia a seguir seria obviamente vacinar os idosos e os mais frágeis com a vacina covid, antes da estação fria, tal como se faz com o vírus da gripe.
Mas o que é que as autoridades decidem? Vacinar as crianças!!!
Há um grupo de cientistas doidos que sonha em exterminar a covid, exterminando no processo o que de bom tem a nossa sociedade.
Sacrificando a liberdade como se tratasse de um simples detalhe. E há um número muito significativo de indivíduos que acha que vale tudo para se protegerem da morte. O problema é que não há protecção possível contra a morte. Ela chegará a todos a seu tempo. Resta decidir o que queremos fazer com a vida.
Enquanto existir este jornalismo teremos isto e muito mais.
Entretanto um racista na América atropela e mata quase uma dezena de pessoas e não há nenhumas manifestações? porquê? Porque o jornalismo censurou o caso.
Você sabe essas coisas como? Por telepatia? Lançou as cartas? Por sinais de fumo?
Talvez seja devido ao… jornalismo. O que anula essa retórica.