
Ana Margarida Craveiro: «Sempre que oiço Louçã ou Jerónimo (ou alguém dos respectivos partidos) a falar sobre urrricos e os bancos, tenho sempre uma dúvida: mas esta gente guarda o dinheiro onde, debaixo do colchão? É que independentemente de eu até poder discordar das políticas dos bancos, e da distribuição de dividendos e blá blá blá, no final do dia gosto de saber que o sítio onde tenho o meu pouco dinheirinho vai continuar de portas abertas. Gosto de saber que o meu pouco dinheirinho não desaparece numa qualquer falência ou bancarrota. Mas isso, sei lá, sou eu. Se calhar as outras pessoas, como o Louçã e o Jerónimo, são mais espertas que eu, e têm o dinheiro numa latinha em casa, à prova de incêndios e intempéries.»
Cláudia Köver: «Hoje deixo-vos com “The Grates”, banda australiana que esteve por várias vezes no top do Triple J Hottest – uma selecção da rádio australiana Triple J, votada pelo público. A banda foi varias vezes nomeada para os ARIAM (Australian Recording Industry Association Music Awards) e tem três álbuns.»
João Carvalho: «Uma grande vantagem dos nossos dias é a possibilidade de escolhermos um transporte versátil que nos proporcione, ao mesmo tempo, o bem-estar de quem anda a pé…»
Patrícia Reis: «Estava aqui a pensar que sendo o fuso horário tão diferente talvez seja uma ideia para ponderar. Ou então não ponderar em nada e ir simplesmente.»
Rui Rocha: «Em 2012 é necessário concretizar medidas de natureza estrutural, ao nível da despesa pública, e sobretudo nas administrações locais e regionais e no sector empresarial do estado, sendo o enquadramento da situação da Madeira uma oportunidade para dar um sinal claro de que não serão tolerados comportamentos erráticos e irresponsáveis.»
Eu: «Portugal sofre severas medidas de contenção da despesa pública e privada. Mas é uma ilusão pensar que, face à situação de penúria a que chegámos, haveria hoje alternativa ao programa de austeridade em curso. Basta reparar nas notícias que nos chegam de outros países europeus. Na vizinha Espanha, que regista a maior diferença entre ricos e pobres de toda a União Europeia, a economia estagnou: uma pessoa fica sem emprego a cada 20 segundos e de cinco em cinco minutos uma empresa fecha as portas. Eis a triste realidade: há hoje um milhão e quatrocentos mil lares espanhóis sem qualquer receita oriunda do trabalho.»
