


Uma Abelha na Chuva, de Carlos de Oliveira (1953)
Manhã Submersa, de Vergílio Ferreira (1954)
O Trio e o Joio, de Fernando Namora (1954)
A Sibila, de Agustina Bessa-Luís (1954)
A Casa Grande de Romarigães, de Aquilino Ribeiro (1957)
Quando os Lobos Uivam, de Aquilino Ribeiro (1958)
Aparição, de Vergílio Ferreira (1959)
A Cidade das Flores, de Augusto Abelaira (1959)
A Escola do Paraíso, de José Rodrigues Miguéis (1960)

Falta-me ler “A escola do Paraíso”. José Rodrigues Miguéis é uma falha nas minhas leituras. A colmatar. Mas, de algumas obras nomeadas, pouco mais retenho além do título.
Belíssimo romance, “A Escola do Paraíso”.
Uma declaração de amor a Lisboa. Não à Lisboa dos bilhetes postais: à Lisboa popular e mais genuína.
“A Casa Grande de Romarigães” (crónica romanceada) é a obra memorialista por excelência (memória não do acontecido mas do que teria podido acontecer, acrisolado pelo verbo cru, plasmado no seio generoso da mãe natura).”
“Aquilino Ribeiro é mestre da língua como nenhum outro escritor deste século”.
Urbano Tavares Rodrigues
Concordo com essa definição de Tavares Rodrigues.
Para mim, ‘A Casa Grande de Romarigães’ é uma das melhores obras literárias de sempre em Portugal – não apenas do século XX.
Quando havia capas a sério…
E já agora: “Uma Abelha na Chuva” é um dos títulos mais bonitos da lit. portuguesa, na minha opinião.
Concordo em absoluto. Belas capas. De artistas como João Câmara Leme, Sebastião Rodrigues, Cândido Costa Pinto, Júlio Gil, Bernardo Marques, Armando Alves – vários outros.
Hoje, em regra, vai-se ao banco de imagens, copia-se uma, cola-se e está despachado.
Sim, ‘Uma Abelha na Chuva’ é um belíssimo título. Gosto muito também de ‘Manhã Submersa’.