(uma das portas de entrada da cidade transformada num imundo urinol público)
38 comentários em “A Lisboa de Medina (16)”
Aqui a culpa principal é do Calatrava. É um objecto arquitectónico completamente desligado da sua função e serve apenas para embelezar (?) o portfolio do arquitecto: enche o olho visto de longe, mas de perto não só criou um buraco escuro em baixo onde páram os autocarros como a estação em cima é um pé de vento no inverno e um autêntico tarrafal durante Verão. Esta concepção da arquitectura como peças autónomas que se espetam onde calha, sem a preocupação de se traduzirem em maior conforto e maior qualidade de vida, não me convence.
Claro. O arquiteto deveria ter planeado a estação com paredes inclinadas a um ângulo tal que, sempre que alguém lhes mijasse em cima, o mijo ricocheteasse e lhe molhasse as calças.
Já existem paredes assim, mas o ricochete é feito pela própria tinta que tem uma propriedade qualquer. Por exemplo, no túnel de Xabregas junto à Casa Pia.
Bom dia Pedro Correia Este é um dos piores exemplos dos vários que conheço em Lisboa e em outras cidades e vilas, e refiro-me exactamente à imundície que se propicia com aquele monumento que, como bem referido no comentário de V, é das coisas piores quanto à comodidade dos cidadãos e utentes. Tenham uma boa semana. Saúde. António Cabral
Felizmente estes postais não têm cheiro incorporado, caro António Cabral. Valha-nos a tecnologia ainda não estar tão “evoluída”. Um abraço, agradecendo e retribuindo os seus amáveis votos de boa saúde.
E porque Lisboa não é só Portugal, na última semana aqui a zona foi invadida por funcionários camarários munidos de roçadoras que desfazem as ervas e plantinhas que crescem nos passeios e escadas. Não os (ou)via há uns largos meses.
Isso, Pedro Correia. E os eleitores deviam votar, todos os anos, de forma a dar a vitória à oposição. A primeira coisa que esta nova administração deveria fazer era realizar uma auditoria às contas da anterior presidência. E publicá-las. Tudo fiaria mais fino. O problema, depois, seria o auditar as auditoras….
Outra solução para este curiosa confusão entre autárquicas e legislativas seria um quadradinho, no boletin de voto, com a designação “Nenhum dos acima mencionados”. Se calhar seria voto expresso mais comum do que se possa pensar. Claro que passaríamos largos meses a votar, em sucessivas votações, sem identificado vencedor. Até aparecer no boletim o D. Sebastião?.
Se isto é um urinol público, é culpa de quem lá mija, porque há na Gare do Oriente diversas casas de banho que podem ser utilizadas gratuitamente. Não se deve assacar a Medina a culpa de os cidadãos de Lisboa (e arredores) serem porcos.
Lá vem a cartilha habitual. Tudo quanto está mal na cidade, nunca é da responsabilidade do alcaide. Parecem os putos queixinhas da escola primária: a culpa é sempre dos outros meninos.
O único problema que vejo nessa fotografia é o desperdício de espaço numa inútil calçada que suportaria perfeitamente uma ampla ciclovia de dois sentidos.
Ó senhor candidato a presidente da câmara, como é que resolvia o problema das pessoas mijarem fora dos urinóis públicos na Gare do Oriente? Arranjava uns mirones, apontadores, desempregados a receber o rsi, voluntários do meu partido, sei lá tantas coisas e tal para informar as pessoas de ser mijonas de rua. Muito obrigado senhor candidato a presidente da câmara, se ganhar temos o problema resolvido. Uf! ‘té qu’enfim já estava mesmo à rasquinha com tanta conversa. Prontus, mais uma medinice resolvida.
Aqui a culpa principal é do Calatrava. É um objecto arquitectónico completamente desligado da sua função e serve apenas para embelezar (?) o portfolio do arquitecto: enche o olho visto de longe, mas de perto não só criou um buraco escuro em baixo onde páram os autocarros como a estação em cima é um pé de vento no inverno e um autêntico tarrafal durante Verão. Esta concepção da arquitectura como peças autónomas que se espetam onde calha, sem a preocupação de se traduzirem em maior conforto e maior qualidade de vida, não me convence.
Aliar o belo ao útil/funcional: um segredo civilizacional que ainda não dominamos.
a culpa principal é do Calatrava
Claro. O arquiteto deveria ter planeado a estação com paredes inclinadas a um ângulo tal que, sempre que alguém lhes mijasse em cima, o mijo ricocheteasse e lhe molhasse as calças.
Cambada de misóginos. Deviam ter contratado uma arqui-teta em vez de um “arquiteto”. Seja lá o que isso for.
Já existem paredes assim, mas o ricochete é feito pela própria tinta que tem uma propriedade qualquer. Por exemplo, no túnel de Xabregas junto à Casa Pia.
Claro.
Muito claro. Se não tivesse criado aquele buraco escuro com pontos mortos sem utilidade o pessoal não ia para ali mijar e sabe-se lá mais o quê
Do Calatrava não, de quem contratou o desconhecido Calatrava.
Esqueceram-se de instalar os vasos sanitários?
Eram em plástico. Foram retirados por ordem do ministro do Ambiente.
Bom dia Pedro Correia
Este é um dos piores exemplos dos vários que conheço em Lisboa e em outras cidades e vilas, e refiro-me exactamente à imundície que se propicia com aquele monumento que, como bem referido no comentário de V, é das coisas piores quanto à comodidade dos cidadãos e utentes.
Tenham uma boa semana. Saúde.
António Cabral
Felizmente estes postais não têm cheiro incorporado, caro António Cabral. Valha-nos a tecnologia ainda não estar tão “evoluída”.
Um abraço, agradecendo e retribuindo os seus amáveis votos de boa saúde.
Realmente, aquele mictório branco ali no meio só deve ser acessível a homens com mais de 1.80mt. Vê-se mesmo que foi feito para turistas.
Não queremos que lhes falte nada.
E porque Lisboa não é só Portugal, na última semana aqui a zona foi invadida por funcionários camarários munidos de roçadoras que desfazem as ervas e plantinhas que crescem nos passeios e escadas. Não os (ou)via há uns largos meses.
Pena não haver eleições todos os anos.
Nas últimas foi o alcatrão (a picada que servia a zona foi pavimentada), este ano é passeios.
Isso, Pedro Correia. E os eleitores deviam votar, todos os anos, de forma a dar a vitória à oposição. A primeira coisa que esta nova administração deveria fazer era realizar uma auditoria às contas da anterior presidência.
E publicá-las. Tudo fiaria mais fino. O problema, depois, seria o auditar as auditoras….
Outra solução para este curiosa confusão entre autárquicas e legislativas seria um quadradinho, no boletin de voto, com a designação “Nenhum dos acima mencionados”. Se calhar seria voto expresso mais comum do que se possa pensar.
Claro que passaríamos largos meses a votar, em sucessivas votações, sem identificado vencedor. Até aparecer no boletim o D. Sebastião?.
Cheira bem, cheira a Lisboa…
Se isto é um urinol público, é culpa de quem lá mija, porque há na Gare do Oriente diversas casas de banho que podem ser utilizadas gratuitamente.
Não se deve assacar a Medina a culpa de os cidadãos de Lisboa (e arredores) serem porcos.
A culpa é do Passos.
dirigentes desnorteados e os aventais desorientado (já usei no Golu)
em Coimbra havia a «placa gare
Avental? Também já usei.
Quando desço ali de autocarro também aproveito, nada contra, arranjem outro para vocês!!
Você é condutor da Carris?
O problema é arriar o calhau, estas arcadas têm muita corrente de ar.
Não convém arriares o calhau. Ficas decapitado.
A limpeza dos espaços públicos no quotidiano é da competência das juntas por lei.
A ideia que um presidente de câmara tem responsabilidade por tudo o que se passa não faz grande sentido.
Não é à toa que há uma tripla eleição nas autárquicas.
Lá vem a cartilha habitual. Tudo quanto está mal na cidade, nunca é da responsabilidade do alcaide.
Parecem os putos queixinhas da escola primária: a culpa é sempre dos outros meninos.
A sua resposta nem faz sentido… nem sequer vou votar em Medina.
Agora a limpeza diária é das juntas. Facto. Responsabilize o executivo do Parque das Nações.
A culpa é do Passos.
Pelo que oiço da campanha autárquica a solução para a Higiene Urbana é o acesso à habitação para o munícipe poder fazer xixi em casa.
Em obediência aos salutares princípios do materialismo diurético.
O único problema que vejo nessa fotografia é o desperdício de espaço numa inútil calçada que suportaria perfeitamente uma ampla ciclovia de dois sentidos.
Cada coisa de sua vez. Ainda não há ciclovia, mas já existe mictovia.
Ó senhor candidato a presidente da câmara, como é que resolvia o problema das pessoas mijarem fora dos urinóis públicos na Gare do Oriente?
Arranjava uns mirones, apontadores, desempregados a receber o rsi, voluntários do meu partido, sei lá tantas coisas e tal para informar as pessoas de ser mijonas de rua.
Muito obrigado senhor candidato a presidente da câmara, se ganhar temos o problema resolvido. Uf! ‘té qu’enfim já estava mesmo à rasquinha com tanta conversa.
Prontus, mais uma medinice resolvida.
Evite escrever de bexiga cheia.
Acredito em Medina e na sua visão para a cidade de Lisboa.
Força, rumo à maioria. O povo é soberano e sapiente com o seu voto.
Você, como Anonimus, devia acreditar em Medinius.
Até rimava.