Imensas situações destas pela cidade. Os peões são forçados a circular no meio da rua, fazendo ‘slalom’ entre carros e autocarros. Não adianta reclamar. A Câmara não responde.
Faz rodar o pião redondo tudo em volta Atira a primavera e recupera o verão Terras e tempos, tudo assume esse pião que rodopia e rouba o chão à folha solta
Rasga o espaço num gesto ríspido de vida reergue o braço a prumo, arrisca – nessa roda possível da maçã ao muro – a infância toda Tudo é redondo e torna ao ponto de partida
Ele só gosta dos peões se forem rabetas. Aí pinta-lhes o chão de azul e cor-de-rosa. Os que não são rabetas até podem levar com bicicletas nas trombas e ele não se importa nada com isso. Alguns são atropelados mesmo à porta dele. Who cares.
Leopedro, nem o Alex Jones se lembraria disto e diria ‘pra quê isto, ninguém morre por causa das obras nos prédios’. Já vale tudo e falta pouco para os Banons obrigarem o Moedas a atirar o além da esquerda radical com o ‘se perder foi batota na contagem dos votos’. Como é que o Moedas também entrou nesta: opiniões dos Banons e propaganda do Chegado.
Provavelmente, serão as suas carências que lhe dão para estas medinices. Eu visionei o Pedro Marques Lopes e lembrei-me do João Gomes Almeida.
O seu caso é preocupante. Experimente fumar algo diferente.
Gosto, dá a cidade uma rusticidade de estar sempre numa dinâmica continua. Os portugueses trabalham e os transeuntes e turistas tiram fotografias para mostrar que estamos sempre a laborar.
Em defesa da justiça: é possível ver nas imagens que foram pintadas passadeiras provisórias para que os peões possam contornar a obra com segurança recorrendo ao passeio do outro lado da estrada. Parece ser a melhor solução, dadas as circunstâncias. Claro que, em se tratando de peões lisboetas, nunca seria de esperar que entendessem o que é suposto fazerem, ou que simplesmente respeitassem o que lhes é pedido, para sua própria segurança…
É uma tanga, sabendo-se como as obras se arrastam em Lisboa. Essa tanga serve apenas para sacudir responsabilidade civil e criminal em caso de acidente.
Muito bem Pedro Correia, a mostrar uma Lisboa sempre em evolução para melhor. As obras são necessárias, com Passos estaria em vez do estaleiro um passeio e prédio degradados. Obrigado futuro PM Medina
Esse sinal de trânsito devia ser abolido. O homem e a mulher têm de ser do mesmo tamanho. Esse sinal demonstra a subalternidade da mulher perante o patriarcado.
O que vejo nas fotos é a ausência de corredores pedonais devidamente protegidos para encaminhamento de peões. Não será necessário recuar muitos anos para verificar isso em obras anteriores. Se calhar os pedidos de Ocupação de Via Pública vão para o mesmo e-mail para onde seguiu o parecer da PSP sobre os festejos do Sporting.
E pronto … O Medina é mau …. O Medina é mau …. O Medina é mau … e até é do Benfica. É muita coisa para antipatizar.
No post anterior foram os cabos de comunicações em prédios antigos que já existiam como solução antes do Medina e vão continuar depois do Medina, porque os prédios são antigos e quem lá habita precisa de comunicações.
Qual é a solução sugerida? … Pois … louro prensado enrolado, por vezes a automedicação é o mais indicado.
Acrescente-se a esse uma coisa parecida na Tomás Ribeiro.
Imensas situações destas pela cidade. Os peões são forçados a circular no meio da rua, fazendo ‘slalom’ entre carros e autocarros.
Não adianta reclamar. A Câmara não responde.
Faz rodar o pião redondo tudo em volta
Atira a primavera e recupera o verão
Terras e tempos, tudo assume esse pião
que rodopia e rouba o chão à folha solta
Rasga o espaço num gesto ríspido de vida
reergue o braço a prumo, arrisca – nessa roda
possível da maçã ao muro – a infância toda
Tudo é redondo e torna ao ponto de partida
“Obra Poética de Ruy Belo”
Vá lá, vá lá, conseguir fotografar duas obras em que os tapumes não estão grafitados, nem têm propaganda eleitoral, não é para qualquer um.
Era o que faltava andar a arriscar-me ainda mais a ser atropelado nas fantásticas ruas do maravilhoso alcaide Medina, admirável amigo dos peões.
Deixe lá estar o homem sossegado, se ele saísse da câmara lá tinha você que vender a máquina fotográfica.
Ele só gosta dos peões se forem rabetas. Aí pinta-lhes o chão de azul e cor-de-rosa. Os que não são rabetas até podem levar com bicicletas nas trombas e ele não se importa nada com isso. Alguns são atropelados mesmo à porta dele. Who cares.
Leopedro, nem o Alex Jones se lembraria disto e diria ‘pra quê isto, ninguém morre por causa das obras nos prédios’. Já vale tudo e falta pouco para os Banons obrigarem o Moedas a atirar o além da esquerda radical com o ‘se perder foi batota na contagem dos votos’. Como é que o Moedas também entrou nesta: opiniões dos Banons e propaganda do Chegado.
Você deve adorar o Moedas e o Ventura.
Passa o tempo a falar deles.
Isso é carência?
Provavelmente, serão as suas carências que lhe dão para estas medinices.
Eu visionei o Pedro Marques Lopes e lembrei-me do João Gomes Almeida.
O seu caso é preocupante.
Experimente fumar algo diferente.
Gosto, dá a cidade uma rusticidade de estar sempre numa dinâmica continua. Os portugueses trabalham e os transeuntes e turistas tiram fotografias para mostrar que estamos sempre a laborar.
Uns laboram, outros labutam. Parece a mesma coisa mas nem sempre é.
Em defesa da justiça: é possível ver nas imagens que foram pintadas passadeiras provisórias para que os peões possam contornar a obra com segurança recorrendo ao passeio do outro lado da estrada. Parece ser a melhor solução, dadas as circunstâncias.
Claro que, em se tratando de peões lisboetas, nunca seria de esperar que entendessem o que é suposto fazerem, ou que simplesmente respeitassem o que lhes é pedido, para sua própria segurança…
É uma tanga, sabendo-se como as obras se arrastam em Lisboa.
Essa tanga serve apenas para sacudir responsabilidade civil e criminal em caso de acidente.
Isso de obras eternizadas já é outra questão.
Experimente tirar fotografias aos alvarás.
Muito bem Pedro Correia, a mostrar uma Lisboa sempre em evolução para melhor. As obras são necessárias, com Passos estaria em vez do estaleiro um passeio e prédio degradados.
Obrigado futuro PM Medina
Outro que anda a enrolar louro prensado. Depois ficam assim.
Esse sinal de trânsito devia ser abolido.
O homem e a mulher têm de ser do mesmo tamanho. Esse sinal demonstra a subalternidade da mulher perante o patriarcado.
Sinal de trânsito misógino, claramente. O Bloco anda distraído.
E falta um lulu. Onde anda o PAN?
O que vejo nas fotos é a ausência de corredores pedonais devidamente protegidos para encaminhamento de peões. Não será necessário recuar muitos anos para verificar isso em obras anteriores. Se calhar os pedidos de Ocupação de Via Pública vão para o mesmo e-mail para onde seguiu o parecer da PSP sobre os festejos do Sporting.
Deve ser.
E pronto … O Medina é mau …. O Medina é mau …. O Medina é mau … e até é do Benfica. É muita coisa para antipatizar.
No post anterior foram os cabos de comunicações em prédios antigos que já existiam como solução antes do Medina e vão continuar depois do Medina, porque os prédios são antigos e quem lá habita precisa de comunicações.
Qual é a solução sugerida? … Pois … louro prensado enrolado, por vezes a automedicação é o mais indicado.
Esse disco está riscado.
Será do louro prensado?