DELITO há dez anos


Pedro Correia,

21523202_SMAuI.jpeg

 

Adolfo Mesquita Nunes: «Há quem encha gavetas com primeiras páginas e se esgote em esboços de uma história que não virá. Há nesse esforço uma qualquer noção de expectativa que sempre ambicionei: a minha imaginação conduz-me sempre para o desenlace de histórias que nunca vieram.»

 

Ana Lima: «A primeira vez que estive na Festa do Avante foi no primeiro ou segundo ano em que se realizou na Quinta da Atalaia, pela mão de um namorado, que, pertencendo à JCP, nela trabalhou arduamente. Depois disso, poucas vezes lá fui. Este ano (ontem) foi uma delas.»

 

Ivone Mendes da Silva: «Cá para mim, mais algumas romãs teriam feito toda a diferença. Talvez ela tivesse passado daquela ataraxia complacente e tivesse exigido, pelo menos, mais três meses longe do sol e do solo. Mas isto digo eu, que gosto é do Outono.»

 

Luís M. Jorge: «No Delito de Opinião todos escrevem o que querem. Somos infinitamente tolerantes uns com os outros, embora tenhamos já, por duas vezes, discutido o que podiam ser os limites da crítica num blog colectivo. A primeira conversa ocorreu no tempo do Governo de Sócrates, a segunda no de Passos Coelho. A resposta, tal como a entendo, é esta: não há limites.»

 

Rui Rocha: «Ainda sou do tempo em que a competência para discutir novos impostos estava atribuída à Assembleia da República. Agora, pelo visto, para se ser um bom cidadão, mais do que pagar impostos, importa é propor novos caminhos na cruzada do esbulho fiscal. Não falta quem esteja disposto a contribuir. Com propostas, entenda-se. De Cavaco Silva a aprendizes de Warren Buffett, cada vez há mais praticantes deste desporto nacional.»

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *