«Nós tivemos um ano e meio de merda!»
Bruno Horta Soares, da Iniciativa Liberal, no debate de ontem à noite na SIC com sete candidatos à câmara de Lisboa
«Nós tivemos um ano e meio de merda!»
Bruno Horta Soares, da Iniciativa Liberal, no debate de ontem à noite na SIC com sete candidatos à câmara de Lisboa
“Nós tivemos um ano e meio de merda!”
É por causa destes negacionistas das regras sanitárias que nos obrigam a andar de máscara.
A doutora Graça merece ser coroada Miss Negacionista. Com aquela célebre frase a renegar as máscaras.
Não há “negacionistas” de regras sanitárias. O que há são pessoas racionais e capazes de pensar por si próprias, ao invés de seguirem de forma cega, acrítica e subserviente, todas as medidas de Fascismo Sanitário impostas pela classe Política e seus caciques, inclusivamente, e com a conivência de, a nossa classe Médica, que de Médicos teem muito pouco…
Você quando está doente consulta quem?
A vidente? O curandeiro? O endireita?
Há há! Muito engraçado, caro Pedro.
Mas falando seriamente, beneficio de saúde geralmente robusta, o que me permite minimizar a dependência de Médicos ao mínimo. Felizmente.
Quanto à classe médica, alinhou sem reservas com as Linhas polticas dos nossos (des)governantes
nós últimos 18 meses.
Alinhou em todas as medidas desproporcionadas, incoerentes, restritivas e francamente desastrosas para a generalidade da população Portuguesa, particularmente para os mais Frágeis e Doentes, que se viram privados de acompanhamento médico regular e especializado, com mais de 1/2 milhão de consultas, milhares de Cirurgias urgentes, diagnósticos precoces de Câncer, etc, sumariamente cancelados!
O resultado deste abandono médico colectivo foi excesso de mortalidade como já há muito não se via, e praticamente nenhuma dessas mortes tiveram alguma coisa a ver com o Covid.
Excepto que foi a obsessão insana com o Covid, acima de tudo, de que resultou precisamente toda essa mortalidade.
Sumariamente, a classe médica Portuguesa, salvo honrosas excepções, renegou ao seu Juramento Hipocrático. O que e de todo indesculpável ou injustificável.
Perdoe-me, portanto a atitude cínica e depreciativa em relação à classe..
Também leu https://www.fnac.pt/A-Year-in-the-Merde-U m-Ano-em-Franca-Stephen-Clarke/a297688
Autor de cabeceira. Em francês soa melhor.
Não vi o debate mas, pelo que vou lendo, também foi assim um bocado para o… merdoso. Falou-se muito de partilha de dados, de arrendamentos acessíveis e de novos aeroportos. Curiosamente, parece não ter havido tempo para dizer a palavra “Salgado” – talvez porque ninguém quisesse afligir Sua Majestade D. Medina com minudências éticas.
Há três corridas nesta corrida a Lisboa. A propriamente dita, a de Medina para liderar o PS, a de Moedas para liderar o PSD.
Ferreira, no PCP, nem precisa de correr. Já está ungido como delfim.
Houve, houve.
Insinuações e coisa… adiante que se faz tarde.
Vou ali estacionar o carro em cima do passeio e volto já.
Você com aquela habilidosa fake news do carro no passeio lixou a vida ao Moedas, ou ao Rio?
Se o Moedas perder as eleições, que pode muito bem acontecer, lá se vai o Moedas lixado e o Rio contente por o Moedas não servir para Lisboa quanto mais para o País, se o Moedas ganhar as eleições, que pode acontecer, lá se vai o Rio lixado para lá do rio que o Moedas pode muito bem passar a pasta a outro, estilo Santana, e atirar-se à liderança do PSD.
Mas você é que está por dentro deste esquema secreto, que até utiliza propaganda do Goebbels para as tretas e do Bera para a lei da rolha.
Experimente escrever antes de almoço. Talvez se perceba melhor.
Essa do antes de almoço tem que experimentar você para perceber o que está escrito.
Mas, cá pra nós, até acho que percebeu bem.
E não percebe você outra coisa: se o Moedas ganhar ou perder as eleições o que acontece ao Rio.
Vi que escreveu às 2.44 da madrugada.
Recomendei-lhe que escrevesse antes do almoço, não antes do pequeno-almoço.
Não deixa de ser interessante que o candidato facho-populista tenha levado um recorte de jornal, e não imagens da cidade. Lixo, transportes atrasados ou sobrelotados, pichagens e carros em cima de passeios. Como todos os outros. Aliás, pouco se falou da cidade em si (o Medina falou brevemente de uma cidade que ele deve ter criado no Simcity ou assim), mas sim do futuro. Mais aeroporto, mais habitação a preços acessíveis (seja isso o que for), mais bicicletas e menos touradas.
O mais interessante foi ouvir aquela candidata à câmara que quer transferir o aeroporto de Lisboa para Beja.
Interrogo-me porque não terá preferido antes Faro. Talvez se lembre disso no próximo debate.
Posso ter ouvido mal, mas ela queria usar o de Beja em vez de um 2º aeroporto na área de Lisboa. O que não deixa de fazer sentido houvesse uma ligação ferroviária tipo Alfa entre Beja e Lisboa.
Quem plantou aquela coisa em Beja devia explicar o porquê…
Beja, o aeromoscas mais célebre do País e talvez até da Europa.