Péssima notícia. Ainda há pouco tempo lá estive – para mim, o Hot Club era, de longe, o melhor espaço em Lisboa para uma noite agradável. Espero que uma solução seja encontrada rapidamente.
Não sabia. Durante anos frequentei a Praça da Alegria, que sempre conheci com um certo ar decadente mas tinha uma atmosfera muito própria. A incúria, o desleixo, o desinteresse vão alastrando e deixando as suas marcas numa cidade onde só o betão prospera.
Ao que li, Pedro, o Hot Clube incomodava alguns interesses de patos bravos. A Praça de Alegria, realmente, já estava morta há uns anos. O Hot, porém, continuava a ser um local muito frequentado, tal como é , hoje, o revitalizado Maxime. Por razões familiares, em determinada época da minha vida frequentei muito o Hotel Plaza e, muitas vezes, quando de lá saía passava pelo Hot.
Ainda bem que ardeu. Era um prédio que estava devoluto em todos os andares habitacionais e que, assim, vai finalmente poder voltar à posse do seu legítimo proprietário. Fosse a lei das rendas justa e já o Hot Clube teria sido despejado há muitos anos, para o prédio poder ser remodelado ou reconstruído.
Ou seja… quando a Lei é injusta ( e concordo consigo que a Lei das Rendas é muito injusta) o melhor é destruir os prédios que prejudicam os intereses dos inquilinos. Com a devida vénia lhe digo, que um pato bravo não teria raciocínio melhor.
Eu diria antes, Carlos: o melhor é destruir os prédios que não têm viabilidade – como era o caso deste, um prédio em madeira e tabique que já ninguém queria ocupar. E para destruir os prédios é preciso previamente despejar os inquilinos. E, se para despejar os inquilinos os políticos não fazem uma lei das rendas adequada, tem que ser o fogo a fazer o trabalho. Que ficou feito.
Caro Luís Lavoura, sou historiador e divulgador de jazz em Portugal e queria dizer-lhe que o proprietário do prédio do Hot Clube é a própria Câmara Municipal de Lisboa. O prédio está devoluto porque a CML quer recuperá-lo e instalar nele a Casa do Jazz em Portugal. Nada disto tem a ver com rendas baixas nem com despejos. Quanto às rendas justas, talvez elas o possam ser quando os salários também o sejam assim como as desigualdades salariais entre gestores e trabalhadores.
O HOT está “interligado com o Parque Mayer, depois dos “buracos” feitos durante a última campanha eleitoral (para revitalizar) agrava-se a degradação do espaço, ou seja, cai mais depressa, dando espaço a…. INTRESSES!
Péssima notícia. Ainda há pouco tempo lá estive – para mim, o Hot Club era, de longe, o melhor espaço em Lisboa para uma noite agradável. Espero que uma solução seja encontrada rapidamente.
Apesar de ter perdido muito do carisma de outros tempos, o Hot Clube ainda era um local de cuto da nite lisboeta.
Não sabia. Durante anos frequentei a Praça da Alegria, que sempre conheci com um certo ar decadente mas tinha uma atmosfera muito própria. A incúria, o desleixo, o desinteresse vão alastrando e deixando as suas marcas numa cidade onde só o betão prospera.
Ao que li, Pedro, o Hot Clube incomodava alguns interesses de patos bravos.
A Praça de Alegria, realmente, já estava morta há uns anos. O Hot, porém, continuava a ser um local muito frequentado, tal como é , hoje, o revitalizado Maxime.
Por razões familiares, em determinada época da minha vida frequentei muito o Hotel Plaza e, muitas vezes, quando de lá saía passava pelo Hot.
Carlos (essa também era a “minha” Lisboa), não sabia, fico muito triste…
Era uma Lisboa diferente e só quem por lá passava amiúde tem esse sentimento de perda, Maria
Ainda bem que ardeu. Era um prédio que estava devoluto em todos os andares habitacionais e que, assim, vai finalmente poder voltar à posse do seu legítimo proprietário. Fosse a lei das rendas justa e já o Hot Clube teria sido despejado há muitos anos, para o prédio poder ser remodelado ou reconstruído.
Ou seja… quando a Lei é injusta ( e concordo consigo que a Lei das Rendas é muito injusta) o melhor é destruir os prédios que prejudicam os intereses dos inquilinos. Com a devida vénia lhe digo, que um pato bravo não teria raciocínio melhor.
Eu diria antes, Carlos: o melhor é destruir os prédios que não têm viabilidade – como era o caso deste, um prédio em madeira e tabique que já ninguém queria ocupar. E para destruir os prédios é preciso previamente despejar os inquilinos. E, se para despejar os inquilinos os políticos não fazem uma lei das rendas adequada, tem que ser o fogo a fazer o trabalho. Que ficou feito.
Caro Luís Lavoura, sou historiador e divulgador de jazz em Portugal e queria dizer-lhe que o proprietário do prédio do Hot Clube é a própria Câmara Municipal de Lisboa. O prédio está devoluto porque a CML quer recuperá-lo e instalar nele a Casa do Jazz em Portugal. Nada disto tem a ver com rendas baixas nem com despejos. Quanto às rendas justas, talvez elas o possam ser quando os salários também o sejam assim como as desigualdades salariais entre gestores e trabalhadores.
Essa é uma péssima notícia, Carlos. Deasaparem os locais hot e temos que ir vivendo com os cold (não são cool).
Como já terá reparado, Mike, há quem considere uma boa notícia. Opiniões…
O HOT está “interligado com o Parque Mayer, depois dos “buracos” feitos durante a última campanha eleitoral (para revitalizar) agrava-se a degradação do espaço, ou seja, cai mais depressa, dando espaço a….
INTRESSES!