Sim, é verdade, não sou particularmente católica – podem implicar à vontade com o particularmente, já se sabe que ou se é ou não se é – sim, não sou muito dada a tradições, sim, implico ferozmente com tudo o que são obrigações, sim, detesto fretes e imposições, presentes de Natal embrulhados na hipocrisia do dever cumprido e mensagens sms formatadas, iguais para todos os felizardos da lista telefónicae para gáudio das operadoras, odeio o cheiro a fritos que se me agarra ao cabelo sempre que me atiro aos afazeres de dona-de-casa prendada na véspera de Natal, sim, tenho uma saudade dilacerante do sorriso do meu pai por estes dias, sim, a música de Natal pelas superfícies comerciais tem o condão de me produzir uma raivinha miúda em crescendo como se fosse acometida pela proverbial e conveniente tpm os dias todos que antecedem o tal dia. E apesar de tudo, é Natal. E como não lhe posso fugir, e sim, até lhe acho alguma piada, daqui até dia 25 postarei sobre a quadra festiva. E será o que me apetecer: fotografias – e quantas- e textos.
Jingle Bells
cronicasnofeminino,

Para já, como prefácio, está muito bom, Leonor – azevinho, ao natural e tudo…Quero mais…;))
E mais virão, Maria.
Como a compreendo. Ainda mando postais de Boas-Festas,compras poucas e só as sentidas como merecidas,quero lá saber dos centros comerciais,sms’s de natal bbrrrrr e sim ainda gosto da ceia familiar da “nochebuena”. Ah e o meu Pai,que já partiu, fazia anos a 25 de Dezembro…
Se me permite, um beijo e Bom Natal.
Também gosto de enviar postais. Um beijo também e Feliz Natal, Fernando
Que poderei dizer?
Ah! já sei: olha o meu azevinho!!!
bjs
Beijos, violeta
Assaltam-me as dúvidas humanas e não sei bem se sou crente, Leonor. Mas sei outras coisas: tenho saudades do meu pai, odeio os ‘sms’ enviados indistintamente e tremo com os embrulhos da obrigação. Por isso é que gosto mais de dar do que receber, pois gostei sempre do Natal.
É bom partilhar alguma coisa 🙂
1) Não sou propriamente militante desta “época”. Acho que só se aparecer um neto voltarei ao noblesse oblige ” com gosto.
2) As saudades do meu pai também acentuam este meu desprendimento.
3) Idem idem Leonor, para as mensagens, os dlinsdlinsdlins irritantes, os embrulhos cheios de nada com coisas dentro, e tudo o mais que refere.
4) Aspas aspas para concordar que é muito boa ideia publicar o que lhe apetecer para assinalar a “quadra”. Apesar me apetecer emigrar em meados deste mês só voltar lá para 7 de Janeiro, ainda assim há momentos que me sabem bem.
:)))
Emigrar apetece-me quase sempre, Maria do Sol 🙂
Até dia 25 ter-me-ão diariamente
Que bom que a temos cá Leonor.
E eu, por mais que deseje, também não posso emigrar agora…
Ah! mas dia 20 de Janeiro vou uns dias ao país cuja capital a Leonor celebrou aqui muito bem, ainda não há muito tempo. Pena tenho de não ter tempo para voltar à dita cuja capital. Verstehen Sie, liebe Leonor?
Doch! Mas aproveite na mesma, mesmo sem a capital 🙂
Sempre posso trazer uns frascos de 4711 eh eh eh eh
Köln ist es dann 🙂
Das ist mit Sicherheit richtig.
:)))))))))
[Espero não ter escrito asneira)
Serão entregues.
Sei lá. O carteiro anda meio absorto.
:)))))
Meninas, caíu-vos mal o almoço? Ou é a gripá, que vos deixou com a garganta arranhada? 🙂
É isso Leonor, apesar de tudo, é Natal. Não podemos fugir-lhe, há que saber contornar com paciência as sms formatadas, ser parcimonioso nas prendas, comprar os fritos numa boa pastelaria, assar o peru em casa, – é a minha receita. Ah, também não vou à missa do galo.
:)))
Ariel, se houver eleições para os corpos gerentes… prepare-se… Ah poizé!
:)))
Sempre na linha da frente Maria do Sol….
:)))
Nem mais Ariel. Eu não vou a missa nenhuma por livre e espontânea vontade, logo a do Galo está excluída. Para mim Natal é em casa, no aconchego.
Excelente ideia, a tua.