Na suposta “era da informação” incrementada pela net assiste-se a uma enormíssima desinformação opinativa. Não há melhor forma de sabermos que estamos perante um ignorante assumido e arrogante do que as palavras “vi no Youtube”, “normalmente informo-me nas redes sociais” ou “sei porque li num site (mesmo que não venha a identidade de quem escreveu”.
Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana

Não sei o que é que será pior, se é estarmos perante um ignorante assumido e arrogante incrementado pela net, ou se é a comunicação social fazer de nós ignorantes, estúpidos e mentecaptos.
Pior é a Comunicação Social, é o maior problema no Ocidente.
lucklucky, ‘…é o maior problema do Ocidente’.
Qual Ocidente?
Ocidente como ponto cardeal geográfico, qual é o problema? Que se saiba ainda não foi eliminado o norte magnético.
O outro Ocidente, o politico, o problema não é a Comunicação Social, é quem faz parte desse, agora, Ocidente que anteriormente começava em Berlim e acabava no oriente Japão..
É a Comunicação Social o acelerador para o Totalitarismo, pois é a Comunicação Social que atraí o tipo de pessoas que quer impor a sua moral e por essa lógica quer tudo controlado para que tal aconteça. Transformando tudo em Política.
Como o Ocidente não tem mecanismos para diminuir a intensidade da Política, o combate será sempre entre o mata e o esfola até ao colapso.
Enquanto os produtos fabricados pela industria baixam de preço tudo em relação ao Estado aumenta de preço.
Veja como os orçamentos militares subiram e desceram na 2 Guerra Mundial. Isso é impossível acontecer à Política no seu todo.
Sempre a subir. Sempre mais departamentos, mais observatórios, mais comissões. Nasceu até a figura das Autoridades que em alguns casos têm forças para-militares. Sinais vários da distopia estão aqui, agora.
Os seis conjuntos de livros que constituem o Organon de Aristóteles indicam exactamente o método para lidar com “a desinformação opinativa”, que também naquela época ocorria nas Ágora.
Como eram bem mais simples os tempos de Aristóteles, os tempos dos templos quando comparados com estes tempos das máquinas sem tempo para nada.
1. Não sei… não.
Não sei se eram mais simples do que hoje.
2. ORGANON (o caminho para Interpretar):
i. CATEGORIAS (Tratado sobre os termos tomados individualmente).
ii. DA INTERPRETAÇÃO (Tratado sobre os enunciados).
iii. PRIMEIROS ANALÍTICOS (Tratado sobre o raciocínio — dedução e silogismos).
iv. SEGUNDOS ANALÍTICOS (Tratado sobre o raciocínio científico — silogismo demonstrativo).
v. TÓPICOS (Manual para debates de opiniões aceites pela sociedade e pelo senso-comum —silogismo dialético).
vi. ELENCOS SOFÍSTICOS (Manual para perceber erros argumentativos — refutação dos Sofistas).
3. Afinal, as “fake news” e a “desinformação opinativa” já eram um problema há mais de 2 mil anos.
Isso deve ser mais chato que o Destak
Está a dizer que devemos seguir o que prefere, ou aquilo que um qualquer pastor lhe indica?
O acrónimo «SAP2ii» indica um caminho para uma viagem.
Não é um convite para qualquer outro me acompanhar.
O país que criei e ocupei é apenas para mim (ver blog “Mundo-do-Além”).
Há um para cada um no universo, e ainda sobram muitos milhões.
Como é que é isso?
É antes ou depois do Abrilismo?
“Abrilismo”?
Qual?
Aquele do golpe militar, pela calada da noite, para fugirem ao escrutínio democrático de eleições, assaltando todos os meios de comunicação social, pintando todas as paredes de Portugal com os heróis da “ditadura do proletariado”, que oscilou 47 anos entre PS e PSD, deixa precariedade, corrupção, pobreza, em sucessivas bancas-rotas, que nem num ano sequer conseguiu superavit, vivendo 47 anos da pedincha aos estrangeiro, propagandeia o populismo e extremismo da ideologia esquerdista, doutrina através da disciplina obrigatória de “Cidadania e Desenvolvimento” nas escolas, acumulou Dívida de 250 mil milhões para os jovens pagarem o resto da sua vida, que não consegue criar prosperidade e desenvolvimento a Portugal, e continua de cravo à lapela cantando a Internacional?
SAP2ii ‘…para fugirem ao escrutínio democrático de eleições’
Então, como é que era essa de fugir ao escrutínio democrático de eleições ? A que eleições se refere? Considera haver um escrutínio democrático no regime estadonovense?
O resto andamos a bater na mesma tecla há quase meio século, e como há documentação e filmes dos anos até 1974 aproveite para vê-los e se encontrar alguma coisa igual ou é monumento antigo ou restauro do fim de 90 ou início de 2000.
Ora essa.
Sabe muito bem.
Aquelas eleições que não fizeram, optando por um golpe militar. Por isso é que vieram em chaimites pela calada da noite.
Em que a primeira coisa que fizeram foi assaltar a RTP, RDP e as redações dos jornais, metendo à força acólitos da ideologia dos golpistas.
Todos vimos como expulsaram, perseguiram e atacaram os outros que não tinham as mesmas ideias políticas que os golpistas.
Não os deixaram participar em eleições em paridade com eles, para o Povo escolher livre e democraticamente.
Fizeram o mesmo, de que acusa os outros que fizeram. Logo, são iguais.
Não só há documentação escrita, como arquivos visuais desse golpe anti-democrático feito à força das armas.
Um ano depois, se não fugissem a correr para a Alameda a pedir desculpa dos roubos e assaltos que andaram a fazer ao Povo, era a guerra civil. Os países democráticos da Europa já tinham ameaçado cortar o dinheiro aos golpistas, e o Carlucci meter os barcos no Tejo para livrar Portugal desses marxistas-estalinistas.
As gerações vindouras irão ter acesso a esses documentos.
Esteja descansado.
SAP2ii, mas que grande confusão.
O que eu sei e toda a gente sabe é que houve um golpe militar revolucionário para derrubar o governo, acabar com a pide e a censura, libertar os presos políticos, acabar com a guerra em África e DEMOCRATIZAR o país organizando eleições livres. E foi isto que aconteceu.
E o povo escolheu livremente nos partidos políticos em que votar, com uma votação em massa (sabe qual foi a percentagem?) de votantes para uma Assembleia Constituinte redigir uma nova Constituição democrática.
‘Não deixaram participar em eleições em paridade com eles’ ? Que paridade? Quem era essa paridade? A quem é que não deixaram?
‘As gerações vindouras irão ter acesso a esses documentos’? Então que geração será essa que ainda não teve acesso a esses documentos? Que documentos? Passaram 47 anos acha que em 16 de Março de 2021 ainda não se sabe o quê? Essa é boa, toda a gente conhece os escritos e os filmes dos acontecimentos do “golpe anti-democrático feito à força das armas” (esta é mesmo para assustar as criancinhas), sem um único tiro, a não ser os disparados pelos agentes da pide matando gente, e sabe que a seguir o nosso país passou a pertencer ao grupo de países democráticos com eleições livres.
Estou perfeitamente descansado, e extremamente contente por os meus filhos e os filhos, calhando seriam as filhas, dos milhões de portugueses não terem ido para uma guerra sem fim à vista.
Percebeu o que aconteceu em 25 de Abril de 1974, o que veio a seguir foi o que acontece numa revolução democrática e o que entretanto foi acontecendo faz parte da governação eleita democraticamente pelo povo e é neste ponto que agora se pode não gostar.
Se quiser explique como seria um golpe democrático ou então não haver golpe nenhum e tudo cair de maduro como nas leis da natureza.
1. Está cego, e totalmente subjugado a essa narrativa ideológica que os Abrilistas lhe inculcaram.
2. Esse foi exactamente o objectivo da propaganda que assaltou e expulsou todos os opositores ao Abrilismo.
3. Repare. Usa a palavra “revolucionário”. Alguém acredita nisso? Hoje as pessoas percebem o contexto social, político e económico na Europa e EUA nessa época. O uso que faz dessa palavra mostra a cegueira e a falta de discernimento que referi.
4. Esse “acabar com a guerra em África”, o “acabar com a pide”, o “exigir eleições”, o “democratizar” foi imposto pelos países europeus, pelos EUA e pela ONU. Tal como Adriano Moreira muito bem explicou. Não tem nada a ver com o ideário dos golpistas de Abril, que defendiam o marxismo-leninismo, o estalinismo e o maoísmo.
5. É fácil de comprovar. Basta, como referi, consultar os documentos que escreveram no 25Abril74, e consultar os arquivos visuais das manifestações e das paredes pintadas por todo o país.
6. É evidente que deixou de haver condições democráticas para uma eleição justa e imparcial. Depois dos golpistas terem expulso, atacado e perseguido todos os opositores ao 25Abril em todos os órgãos de comunicação social, para fazerem a sua propaganda ideológica ao País.
7. Nos Arquivos da Assembleia da República — possíveis de consultar por todos, no presente e no futuro — estão as declarações de voto dos partidos na Assembleia Constituinte na aprovação da Constituição. Está lá, preto no branco, a ideologia marxista-leninista dos que fizeram o golpe de Abril. Não há como escapar a essa verdade histórica.
8. Nas eleições, passado um ano, o Povo derrotou de imediato os partidos responsáveis pelo golpe Abrilista e os que tomaram o poder. Não tinham mais nenhuma opção nos boletins de voto para votarem contra os do 25Abril do que o PS, PPD e CDS. Não lhes foi permitida mais nenhuma outra alternativa.
9. Passados alguns anos a maioria deixou de ir votar, e recusou ser representada pelos Abrilistas. As últimas eleições presidenciais são a demonstração inequívoca desta realidade.
10. Para os Abrilistas, ou se é a favor do Abrilismo, ou se é fascista, extremista e anti-democrático. O que mostra bem que são aquilo que acusam os opositores.
11. Portanto, o que afirma não corresponde à verdade. E muito menos à interpretação dos factos históricos.
“Por isso é que vieram em chaimites pela calada da noite.”
O problema principal nem foram as chaimites. Foi que o povo, para seu desgosto, em vez de se comportar como o de Myanmar (repudiando o golpe) veio para a rua apoiar. Estes portugueses são um atraso de vida …. em vez de apoiarem a grande democracia marcelista-salazarista, vieram dar apoio aos golpistas, assim estragando a maravilhosa democracia que tínhamos. Que saudades de outros tempos ….
«J. 16:53»,
1. A sorte dos Golpistas de Abril foi mesmo essa: — O comportamento do Povo em 25Abril74.
2. Vieram para a rua sem saberem o que estava a acontecer.
3. Julgavam que era um feriado, e uma mudança feita pelos do próprio Regime. Não estavam à espera.
4. Porque estavam habituados a ter as Forças Armadas como uma instituição credível. De que se orgulhavam pelo que tinham feito pela História de Portugal.
5. Só quem não esteve nas ruas, e quem não revê as imagens, pode ser enganado pela actual propaganda Abrilista.
6. Mais de 90% jamais julgou que era uma “revolução comunista” e um “movimento das forças armadas marxista-leninista”.
7. Afirmar isso é simplesmente mentir.
8. Foi por isso que, paradoxalmente, impediram o confronto.
9. O Povo ficou ali no meio a celebrar aquela liberdade inesperada do feriado, aos abraços e risos. O que deixou os chaimites dos Golpistas de Abril presos no meio da multidão, sem saberem o que fazer. E os que queriam defender o Regime ficaram igualmente sem poderem defender-se.
10. Basta rever as imagens, e ver exactamente isso nas ruas.
11. Depois, houve o trabalho dos profissionais da política, especialistas em manifestações e manipulações, sempre com megafones na boca, em palanques de mini-comícios. Com a comunicação social toda e a TV a incitar ao ódio contra o regime anterior.
Mas isso foi depois.
12. Sim, para muitos eleitores, era muito melhor a democracia de Marcelo Caetano do que a do Abrilismo dos marxistas-leninistas, e a dos descontentes com os salários e as promoções nas Forças Armadas.
13. Hoje, passados 47 anos de Abrilismo — ao vermos a corrupção, compadrio, ilicitude, precariedade, as bancarrotas, os roubos nos bancos, a venda das empresas estratégicas aos estrangeiros indo para elas a ganhar salários gigantescos, a completa ineficácia do ensino público, do sistema de saúde, e outras vergonhas que envergonha Portugal… — estou convencido que ainda mais eleitores preferia a democracia de Marcelo Caetano. E a luta por um Portugal próspero, como a maioria defendia no anterior regime, do que este Regime Abrilista.
14. Foi exactamente por isso que os Golpistas de Abril vieram pela calada da noite em chaimites. E não fizeram eleições dando ao Povo a oportunidade de escolher Marcelo Caetano e as suas reformas.
“Aquele do golpe militar, pela calada da noite, para fugirem ao escrutínio democrático de eleições,”
Tem toda a razão pois dantes havia escrutínio democrático. E se os tais da calada da noite tivessem proposto eleições ou um referendo para decidir a sorte do regime, ou simplesmente uma debata a nível nacional, tenho a certeza que Marcelo Caetano apoiaria, rejubilaria e até participaria com gosto em todos os debates.
E de certeza que a PIDE faria serviço de segurança para que os debates decorressem sem interrupções de vadios.
«João 16:19»,
1. Estou convicto disso.
2. Marcelo Caetano era um patriota, um homem inteligente, e actualizado com o que se passava naquela época na Europa e no Mundo.
3. Teve de fugir para o Brasil.
4. Nunca apoiaria uma solução que prejudicasse Portugal.
5. Quando os Golpistas de Abril tomaram o poder, Portugal tinha superavit e não tinha Dívida.
6. Portugal precisava de modernizar a sua indústria e agricultura. Tinha que continuar a ganhar a batalha da educação.
7. É bom não esquecer que em 1928 havia 70% de analfabetos, não havia escolas, nem infraestruturas rodoviárias, não havia electricidade na maior parte do interior do País, não havia hospitais nem serviço de saúde a nível nacional, a 1.ª República tinha arruinado ainda mais a ruína da fase última da Monarquia, Estaline matava milhões, não havia “fundos europeus”…).
8. Desejava-se um “Estado Novo”. Para resolver os problemas desse “estado velho, pobre, analfabeto e decrépito”.
9. No momento do golpe do 25Abril74, as empresas davam lucro e não endividavam o País. Logo, poderiam fazer essa reestruturação sem serem destruídas, e substituídas por bandos de barbudos “revolucionários” a invadirem as fábricas, e a gritarem palavras de ordem estalinistas, maoístas e marxistas-leninistas… que começavam todas por “morte aos patrões, morte ao capitalismo, etc…”. As Ana Gomes, os Durões Barroso, os Arnaldos de Matos, os Louçãs, etc.. Os “Socialistas Democráticos” de Mário Soares cantavam a “Internacional” nos seus comícios com o punho cerrado.
10. Nunca nos esqueceremos. Do esbulho, do atraso e da destruição que causaram a Portugal.
11. E as futuras gerações terão esses arquivos visuais e documentais para também nunca mais se esquecerem.
12. O resultado está à vista.
13. São 47 anos, em que nem num único sequer conseguiram superavit. Em sucessivas bancarrotas, a pedinchar ao FMI e à Europa, acumulando uma Dívida de mais de 250 mil milhões de euros. Os governantes Abrilistas são acusados de corrupção, compadrio e ilicitude às dezenas, todos os anos, sem pudor. Venderam as empresas estratégicas de Portugal aos estrangeiros, a troco de lugares nelas com salários indecorosos para a pobreza e assimetria que deixam ao futuro.
14. Uma verdadeira pouca-vergonha!
SAP2ii, de duas uma ou três ou quatro.
Está a aproveitar este Chega pra cá, para ir visitar a história do salazarismo que deus tem, ou o diabo (autorizar torturas só o diabo)
Convença-se aquele regime ditatorial acabou há 47 anos. Agora temos um regime que é do caraças e até V pode botar disparates sem ninguém o levar preso.
Aquela dos tipos do PC e o não sei quê do estalinismo/marxismo e tal foi uma desculpa agora, agora não uns tempos depois também aqueles “extraordinários governantes” arranjaram como desculpa da grande humilhação serem derrubados sem um tiro sequer e tiveram que meter o rabo entre as pernas e lá foram para o exílio melhor que para Caxias, Peniche ou Tarrafal.
Não ter havia violência no derrube da salazarada foi um acto que nunca será esquecido pelos seus apoiantes: nem sequer deram um tirinho,
foi mesmo a gozar connosco
Mas calma, sempre podem dizer que estava tudo combinado, a chatice foi o PC apoiar os militares e sempre fica no ar aquela e tal.
Eu nem ia interferir nos comentários do Pensamento, mas é inevitável: mas de que marxistas fala? Por acaso Salgueiro Maia, Sanches Osório ou Jaime Neves entre outros, eram marxistas? Ou Spínola? Ou Costa Gomes? Mesmo os que para aí derivaram depois fizeram-no sobretudo por oportunismo, já que até ai eram fieis servos do Estado Novo. Que ao contrário do que quer fazer crer, sem sucesso, não tinha nada de democrático – partido único, eleições com chapeladas onde os lugares iam todos para a formação dominante, polícia política, censura – e quanto às “roubalheiras” do regime actual, acredite que na altura não eram muito menores, com a grande diferença de que a imprensa não podia obviamente investigar. Sei do que falo porque tive familiares em cargos políticos na altura e que saíram desiludidos com aquilo tudo. De resto, talvez não houvesse bancarrotas, mas também não havia investimentos na segurança social, saúde ou ensino superior como há agora (mas para uma guerra de 13 anos já havia). Entre isso e haver défices mas com investimento, prefiro a segunda. Outra coisa, as multidões da Alameda não derrotaram o 25 de Abril, derrotaram o 11 de Março, e assim cumpriram o 25. Não brinquemos, s.f.f.
1. Já tinha decidido não comentar mais.
Mas por o João Pedro Pimenta ter entrado no debate, volto a fazer um comentário.
2. Eu estive nas ruas nesse dia. Misturado com milhares de pessoas. Pois tinham fechado as empresas e os serviços.
3. Sei o que as pessoas com quem trabalhava disseram e como reagiram nesse dia. Tal como os meus familiares e amigos.
4. Para a quase totalidade das pessoas foi uma coisa inesperada. Vieram para a rua sem qualquer objectivo político de perseguição ou ataque a quem quer que seja.
5. Não li nos livros. Não me vieram contar. Estive lá.
6. Trabalhei, vivi e estudei durante esse Regime a que chamam fascista e anti-democrático. E posso comparar com o que dura há 47 anos. Posso comparar, porque vivi e experimentei os dois regimes.
7. Não sei o que essas pessoas que João Pedro Pimenta eram.
Sei o que esse Regime Abrilista que impuseram fez, o que disse nos comícios e manifestações, aquilo que escreveu nas paredes, as casas e empresas que assaltou, o movimento de revolta que provocou em milhares de portugueses que o ameaçaram com uma guerra civil, a reacção dos países europeus democráticos, a reacção dos EUA, a destruição de grande parte do sistema produtivo, a bancarrota que isso causou, etc..
8. Não me interessa para nada o Joaquim, o manel ou a tia francisquina.
Interessa-me a responsabilidade que tiveram em derrubar uma coisa e substituí-la por outra.
E avaliar o resultado que isso teve para Portugal, e para o futuro nos próximos 50 anos.
9. Assisti, tal como milhares de portugueses, a coisas inenarráveis — em termos de fascismo, extremismo, populismo e anti-democracia — por parte desses Abrilistas. Iguais ou piores do que aquilo que acusavam o Estado Novo.
10. A “Alameda” foi provocada pela revolta dos portugueses que já vinham a marchar sobre os Abrilistas, juntamente com a ameaça que os EUA tinham feito através do Carlucci, mais a reacção dos países europeus democráticos. Não tem nada a ver com o Mário Soares, com o “11 de março”, o “25 de novembro”, ou com outras peripécias domésticas.
11. Houve “Alameda” porque os Abrilistas correram com o rabo entre as pernas, antes que fosse tarde, e perdessem o tacho. Essa conversa dos heróis domésticos e dos “pais da democracia” é para entreter meninos. Ou mexiam as pernas, ou acabava-se a festa. Os mais espertos, ou os menos cegos pela ideologia, perceberam logo que era o momento para se afiambrarem aos lugares.
12. Depois, tal como referi, existem os Arquivos da Assembleia da República onde podemos ler as declarações de voto e as intervenções dos Abrilistas na Assembleia Constituinte na aprovação da Constituição. E nas sessões seguintes até hoje. Não há como escapar a essa prova. Ficará para os presentes e vindouros interpretarem.
(Cont.)
” Sei o que as pessoas com quem trabalhava disseram e como reagiram nesse dia. Tal como os meus familiares e amigos.”
E não fizeram nada para impedir a golpada? Com gente assim não saímos da cepa torta. São clarividentes mas não actuam, só conversa. Devemos à sua inacção e à dos seus colaboradores o ter acabado a Censura que sempre repunha a verdade. Agora qualquer um diz o que lhe apetece. Bagunça.
Vá actue…
Então, não está a ver essa actuação a repercutir-se nas eleições?
Actuamos. Mas somos pela Democracia.
Não precisamos de usar golpes pela calada da noite, com chaimites, para fugir ao escrutínio democrático.
Damos o peito às balas, em campo abeto, em urnas fechadas vigiadas por instituições credíveis, independentes e imparciais.
Não precisamos de assaltar a RTP, RDP e os órgãos de comunicação social.
É tudo às claras.
“Damos o peito às balas, em campo abeto,” É? Mas pelo vistos nenhuma acertou.
Se trabalhou, viveu e estudou nesse regime também deve saber como era a alimentação dos portugueses; uma sardinha para três, margarina a peso, óleo e azeite ao litro, feijão e grão idem.
A tuberculose era uma praga, os piolhos, a papeira a varicela, era só coisas boas. Para não falar dos bufos da PIDE que curiosamente com o 25 de Abril desapareceram todos.
Não diga que está pior, só lhe fica mal, respeite aqueles que lutaram para que você possa dizer todas as baboseiras que lhe vierem à cabeça.
1. Então, está a dar-me razão.
2. É muito pior no Regime Abrilista do que foi no Estado Novo.
São as suas próprias palavras que o demonstram.
3. Porque, como verificamos hoje, o Estado Novo organizou muito melhor a vacinação contra as doenças e vírus daquela época (tuberculose, papeira, varicela, piolhos, tétano, etc.), do que o “Regime Abrilista” com as dele.
4. E quanto aos “bufos”, nem se compara com os do “Abrilismo”. Porque os bufos e censores que apareceram no “Regime Abrilista” são muito piores, e até usam meios electrónicos para vigiar e confinar sem qualquer pudor. Como todos podemos constactar agora, sem quaisquer margem para dúvidas.
5. Quanto à alimentação, não sabe do que está a falar.
6. Não sabe o que é acordar às 5h da manhã, ordenhar as ovelhas e cabras, ir cortar couves, apanhar cenouras para fazer a sopa do almoço. E toda a lida para sobreviver na parte do país mais pobre e que imigrava. Essa alimentação dava muito trabalho. Mas era de muito maior qualidade do que os venenos que agora nos dão.
7. O final da Monarquia e os revolucionários da 1.ª República, comunistas e anarquistas, arrasaram Portugal. Deixaram Portugal num estado deplorável. Um verdadeiro crime.
8. A partir de 1926 o Estado Novo foi obrigado a recuperar e reerguer esse crime que fizeram a Portugal.
9. Devia ter mais respeito por quem trabalhou a vida toda para recuperar Portugal dessas utopias anarquistas e comunistas.
Se você tivesse que acordar às 5 da manhã, não para ordenhar ovelhas e cabras, mas arrancado à força da cama e torturado só por ter alguns livros considerados anti regime, talvez o seu pensamento fosse outro.
Mas como você tinha ovelhas e cabras não se apercebeu que havia quem estivesse a lutar para que você agora pudesse usufruir de uma vida mais digna. A não ser que você prefira levantar-se às 5 da manhã para continuar a ordenhar ovelhas e cabras. Gostos não se discutem.
1. Está a dizer que os milhões de portugueses que labutavam, a compôr os estragos do fim da Monarquia e do comunismo e anarquismo da 1.ª República, eram arrancados da cama pela Pide?
2. Ou que perfilhavam o comunismo, que na “União Soviética” nessa época chacinou milhões de pessoas, e foi equiparado ao nazismo pelo Parlamento Europeu?
3. A vida digna que o Carlos Sousa tinha em 24abril74, quando fez o golpe Abrilista, foi-lhe dada pelo muito suor e o trabalho desses milhões de portugueses/as que em 1926 viviam na miséria, na pobreza e no analfabetismo. Foi uma vida toda de luta e esforço.
4. Hoje, a polícia também acorda alguns às 5 da manhã. São, na maioria dos casos, ladrões e criminosos.
Você está a misturar alhos com bugalhos. Está a falar de 1926? Está a esquecer a segunda guerra mundial, ou o seu livro de história só vai até 1926?
Está a esquecer as cruzes brancas nas janelas?
Está a esquecer que antes do 25 de Abril eram raros os patrões que faziam descontos para a segurança social?
Está a esquecer a taxa de analfabetismo que havia antes do 25 de Abril?
Por aquilo que você diz, duvido muito que tivesse nascido antes do 25 de Abril, e é por isso que fala de barriga cheia.
Respeite ao menos aqueles que sofreram para você fazer a figura que faz.
1. Não misture alhos com bugalhos.
2. A 2.ª Guerra foi só em 1939-45. Portanto, muito depois de 1926.
3. A 1.ª República começou em 1910.
4. As atrocidades comunistas foram antes: “revolução Bolchevique”, 1917; “Guerra Civil Finlandesa, 1918”; “Semana Vermelha nos Países Baixos”, 1918; “revolução de Novembro na Alemanha”, 1918; “República Soviética da Baviera”, 1919; etc.
5. Salazar e a maioria dos portugueses informados viram o que fizeram, e os crimes que cometeram. Daí não quererem a mesma porcaria cá.
6. Foram esses deuses comunistas que os Abrilistas pintaram em todas as paredes de Portugal no 25abril.
7. Portugal em 1926 estava completamente arruinado e destruído. Não podia permitir essas atrocidades comunistas em cima do anarquismo da 1.ª República (que inclui perseguição, destruição e violência física contra a Igreja).
8. Está a esquecer que esses patrões, quando os Abrilistas fizeram o golpe anti-democrático pela calada da noite para fugirem ao escrutino de eleições, deixaram um país reconstruído com indústria, agricultura, infra-estruturas de energia, transportes, educação, saúde, bairros de renda económica, e superavit.
9. Portanto, uma riqueza para distribuir que não havia em 1926. Hoje o Regime Abrilista (47 anos) deixa uma Dívida para os jovens pagarem nos próximos 50 anos da sua vida.
10. Está a esquecer a percentagem de analfabetismo que havia em 1926, e o quanto foi recuperado pelo Estado Novo. Muito mais do que o Regime Abrilista fez. Pois não havia escolas, transportes, electricidade, computadores e fundos europeus.
11. Das duas uma. Ou seu que não nasci nessa época e vivi isso. Ou é o Carlos Sousa que tem uma visão deturpada da realidade de Portugal por causa da cegueira ideológica.
12. É para isso que serve o Debate. Para tornar conscientes os preconceitos e as cegueiras.
13. Neste caso, para tornar consciente a razão porque os ideólogos do Abrilistas nunca conseguiram a adesão da maioria dos eleitores.
14. Nas últimas eleições ainda foi mais evidente. E cada ano que passar mais se acentuará.
15. Tal como afirmei, o Abrilismo “caiu da cadeira”. Uma alusão ao fim do Estado Novo, que serve para alertar para a necessidade de pôr fim a este decrépito, improdutivo e corrupto Regime Abrilista.
16. Os boletins de voto necessitam de ter outras alternativas políticas. Que dêem voz à maioria dos eleitores (mais de 60%), que não dá autorização aos partidos do Abrilismo para os representar.
Você tem de fazer um ” upgrade” urgente ao seu robot, não o quero desanimar mas parece que ele parou em 1926, ou então apanhou um vírus.
Ignorar a violência da guerra colonial, ignorar a violência do trabalho infantil, confundir bairros sociais com bairros da lata, não há dúvida que os seus ” bites ” e ” bytes ” andam todos baralhados.
1. É exactamente por ter um robot — como os alunos das actuais escolas japonesas, e nalgumas dos países mais prósperos e desenvolvidos, e o actual ensino público Abrilista não os ter — que há acesso ao Conhecimento actualizado, credível, baseado em fontes escrutinadas pelas melhores academias do mundo.
2. Está a dizer que os bairros dos Olivais e de Alvalade em Lisboa eram “bairros de lata”?
3. Está a dizer que os actuais bairros que o Regime Abrilista tem hoje nas periferias de Lisboa e Porto não são de “lata”? Basta ir lá para ver as condições degradantes e indignas em que vivem milhares de eleitores.
4. Está a dizer que a violência do trabalho infantil e o abandono escolar actual é menor do que antes?
5. Bastou uma pandemia para contactarmos e criminosa assimetria no acesso à educação, a computadores, livros, condições de habitabilidade … ao fim de 47 anos de Abrilismo.
6. Uma autêntica vergonha. Porque no Estado Novo não haviam “fundos europeus” nem infra-estruturas construídas, e quem nos emprestasse. Mas no Abrilismo havia. E gastaram o dinheiro na corrupção, compadrio, ilicitude, roubos aos bancos, e ordenados sumptuosos na TAP, RTP, e empresas públicas repletas de militantes dos partidos com representação parlamentar.
7. A violência da “guerra colonial” (para uns) ou “guerra em defesa do território português» (para outros) foi muito menor do que as chacinas do comunismo, do nazismo e de outras.
8. Depois da 2.ª Guerra 1939-45 a maior parte dos países com colónias desfizeram-se delas. Esse foi o erro do Estado Novo. Mas antes dessa Guerra havia muitos países que as defendiam como legítimos territórios deles.
9. Não há ninguém que não condene essa “guerra do ultramar”. Uma esmagadora parte, senão a totalidade dos eleitores, condena-a. Não sou excepção.
10. Mas isso não é desculpa para as críticas que fazemos ao Regime Abrilista e aos seus ideólogos.
Carlos Sousa,
Não julgue que estou a criticar as Pessoas.
Para mim todas as Pessoas são iguais nos erros e escolhas que fazem.
Ninguém possui a teoria da Verdade, ou a certeza do absoluto.
Andamos todos à procura.
O que tento tirar-lhes de cima são as convicções e crenças. Que não confundo com o que elas são.
Para mim o ser-humano é sempre uma Pessoa que Há-de Vir. Que está dentro de todos nós em construção.
Logo, para mim as Pessoas não são totalmente comunistas, fascistas, de esquerda, de direita, de antes, deste ou daquele regime, disto ou daquilo.
Há sempre uma parte delas que nos permite colectivamente uma nova fraternidade e um novo recomeço.
Julgo que é isso que especifica a nossa Humanidade.
Nenhum dos que referiu era marxista.
Mas que me diz de Vítor Crespo, Rosa Coutinho ou Vasco Gonçalves. E do mais tenebroso de todos, o ideólogo, o que era tão inteligente que até lia Gramsci, o que no dia 26 de Novembro na televisão iniciou o neo-marxismo, branqueando o PCP e a Intersindical?
(Cont.)
13. Hoje há mais Democracia do que no Estado Novo?
Em termos numéricos, tanto antes como depois, são os mesmos 99% a poderem ter as opiniões que quiserem sem serem presos. Basta contar o número de presos.
14. Afirmou que “não havia investimentos na segurança social, saúde ou ensino superior”. Não é verdade.
Em 1926, quando Salazar se iniciou na política, nada disso sequer existia. A ruína do final da Monarquia e o anarquismo da 1.ª República tinham destruído totalmente a economia e as condições de vida em Portugal.
15. Mas sabe quem os construiu? Sabe quem implementou o sistema de segurança social, construiu os hospitais de Santa Maria e de S. João, as universidades de Lisboa e Porto, os liceus e as escolas pelos concelhos e freguesias de Portugal, as pontes, as estradas, o abastecimento de água e electricidade que não existiam em 1926? Na aldeia onde fui criado, íamos a pé 11 km, alguns descalços, até à escola que passou a existir. Sabe quem construiu o sistema de distribuição postal, os bairros de rendas económicas, as barragens, o sistema ferroviário e rodoviário que não existiam em 1926? Sabe quem construiu isso tudo que existia em 25abril1974 quando os Abrilistas fizeram o golpe dos chaimites? Sabe quantas mulheres e raparigas analfabetas havia em 1926, e quantas havia em 1974?
16. Talvez muitos não saibam. Mas isso tudo foi feito sem computadores e sem “Fundos Europeus”. E na década de 1960 Portugal atingiu a maior taxa de desenvolvimento económico da sua história. Sabe qual era a Dívida de Portugal em 25abril1974? E sabe qual é a de agora?
17. E vêem agora Excelsas Excelências todass sabichonas, muitas nem sequer cá estavam nem viveram essa vida, acusarem os milhares de portugueses que não professam a crença ideológica no Abrilismo, de fascistas, extremistas, populistas e anti-democráticos. Como se nós lhes déssemos licença para falarem por nós, e de nos representarem. Ainda por cima depois da corrupção, compadrio, roubos e ilicitudes que fizeram durante estes últimos 47 anos.
18. É preciso não ter mesmo vergonha. Deviam ter mais humildade, e não tanta soberba. Há um ditado do Povo que diz: “há mais marés, do que marinheiros”.
19. O Parlamento Europeu, recentemente, igualou os crimes do comunismo aos do nazismo. Esse comunismo coincidiu com os primeiros anos do Estado Novo. Razão pela qual os defensores dessa ideologia eram vigiados, para não virem cá fazer a mesma coisa. Mas esses, nem 1% da população portuguesa eram.
20. Veremos o que os eleitores vão decidir nos próximos vinte anos. E o que os Historiadores irão dizer dos dois regimes.
“quanto às “roubalheiras” do regime actual, acredite que na altura não eram muito menores, com a grande diferença de que a imprensa não podia obviamente investigar”
Quando há Censura não há roubalheiras nem corrupção nem morre um número excessivo de pessoas em caso de cheias ou pandemias.
A Censura “resolve” muitos problemas. Nisso concordo com SAP2ii. Adicionando Tarrafal e PIDE, é remédio santo.
Portanto, está a dizer que as “roubalheiras” eram iguais.
Mas hoje os degredos e as torturas não são muito piores do que nesses sítios que mencionou?
Até as fazem à vista de todos…
Caro SAPii:
Você é muito cómico mas eu não tenho o seu sentido de humor nem o seu talento para a piada. Sou incapaz de competir, por isso calo-me. À sua altura talvez só o Ricardo Araújo Pereira ou o Bruno Nogueira. Rendo-me.
Caro «João»,

Isto é só conversa.
“Isto é só conversa.” Finalmente você diz uma certa.Mas assim perde a piada.
O Regime Abrilista já caiu da cadeira, como aconteceu ao Salazar.
1. Digo que é conversa no sentido de que hoje já não estamos aí.
2. Mas os Abrilistas não querem acreditar. Continuam com o 25abril à lapela.
3. No sentido, de que não interessa para nada esta discussão.
4. O que interessa são as reformas que devemos fazer hoje para nos tornarmos um país mais próspero, desenvolvido e justo.
5. É nessa actividade que me foco (digitalização, IA, machine-learning, robótica, bio-engenharia, ensino STEM, projectos agrícolas e industriais que congreguem a juventude e tornem Portugal mais autónomo da dependência externa, ter contas que dêem superavit, punir com firmeza a corrupção e o compadrio, escolher novos protagonistas políticos, etc., etc.).
6. Os japoneses neste confinamento pediram às escolas para os alunos construírem robots para irem assistir às aulas em vez deles.
Está a ver a diferença de competitividade e de tarefas que separa a nossa competitividade?
Está a ver como tenho razão em mostrar o meu robot Zylec e o acrónimo SAP2ii nestas discussões improdutivas?
7. Portugal tem de acordar deste sono Abrilista que o conduz à decadência, à pobreza e ao atraso.
Vorph “ги́ря” Valknut,
1. Tem razão, ao sugerir esse exercício de comparação.
2. Através dele adquirimos uma consciência muito mais nítida acerca da nossa soberba e sobranceria. E também do etnocentrismo das nossas crenças em “evolução”, “superioridade”, “primitivo”, “selvagem, “antigo”, etc.
3. Foi o que fiz na programação do meu «robot Žylĕc».
4. Por exemplo, e apenas quanto às “Categorias”, perceber que nessa obra Aristóteles considerava que havia apenas 10 tipos de coisas/termos (substância, quantidade, qualidade, relação, lugar, tempo, estado, hábito, acção, paixão). Que estavam sujeitos a 6 tipos de movimentos (formação, destruição, aumento, diminuição, transformação, e mudança de lugar).
5. A pergunta que podemos fazer é: — «E hoje, passados 2 mil anos, há mais algum tipo de coisa e de movimento que possamos acrescentar?». E assim sucessivamente.
6. Depois de fazermos este exercício para todas as 6 fases do Método (Organon) — e de irmos acrescentando «o que de novo» conseguimos nestes 2 mil anos posteriores — podemos sujeitar o resultado final aos actuais 5 modos de ensinar as máquinas (robots) a aprenderem a aprender (IA, machine-learning, deep-learning): i) preencher as lacunas no conhecimento existente, ii) simular o funcionamento do cérebro, iii) simular o processo de “evolução”, iv) reduzir sistematicamente a incerteza (complexidade de Chaitin-Kolmogorov), v) registar as semelhanças entre antigo e novo).
7. No final obtemos um programa (software) muito potente, permanentemente actualizável, que corre numa máquina universal (computador), independentemente do nosso humor momentâneo, idade, distância geográfica ou esquecimento.
8. É na «pós-edição» do resultado que o robot nos dá, que a percebemos a nossa «nova Humanidade». Aquilo que nos diferencia de uma máquina, ou de qualquer tentativa de definição (formalização) do que somos, nós, ditos «seres-humanos».
9. Nesta perspectiva, o nosso limite está sempre a ser infringido. E é sempre mais uma coisa construtivista do que contemplativa ou meditativa.
SAP2ii, quem é amigo, quem é!
Vai uma aposta que nunca tinha tido uma oportunidade como esta de botar a confusão do que se teria passado há 47 anos. Mas o que não quer dizer, descaradamente, é que o seu anti-Abril, que chama Abrilistas é o mesma maleita do tempo da outra senhora, que não diz com medo de pecar, dando uns flics-flacs, saltos de cavalo, argolas e barra fixa só para algum dos comentadores dizer: olhe que não, isso era só o PCP.
E cá temos o seu problema resolvido, o problema foi o PCP que teve 12% de votos e mais de trinta Câmaras e agora está nos 6%, que chatice. Atire-se ao Chega ou forme um partido p.ex.PUN ! (Partido de Unidade Nacional-….), ou então convença-se de ainda haver muita gente viva do tempo do ser tudo proibido. Lembra-se?
1. Que o “Delito de Opinião” é dos poucos lugares democráticos onde se permitem verdadeiramente as diferenças de opinião, e um debate genuíno, … Ah, disso não tenho dúvida.
2. Talvez por pouco tempo. Desconfio que qualquer dia mandam aí alguns “democratas” (não digo “abrilistas” para não ferir susceptibilidades) prender-nos a todos.
3. Sobre a “oportunidade” e a “confusão” nem diga isso. Se soubesse de quantos sítios já fui expulso desde 2012 não dizia isso. Logo que me pus a argumentar com os doutos sábios do jornal Público, e de outros órgãos de comunicação social abrilistas, ou com os Comentadores encartados da Esquerda em vários outros jornais, fui logo expulso e atacado com ferocidade.
4. Não foram de modas, fizeram como dizem que o Salazar fez.
5. Eu avisei-os de que nada valia, era apenas uma questão de tempo.
6. Mas eles ainda não acreditam que o Abrilismo caiu da cadeira, como aconteceu ao Salazar.
Ainda vivem no sono Abrilista, de um D. Sebastião vestido de Marx, Cunhal, Lenine ou Estaline os virá salvar da insanidade.
7. Esses 6%, tal como a Zita Seabra e outros, não irão calhar ao Chega?
“De resto, talvez não houvesse bancarrotas, mas também não havia investimentos na segurança social, saúde ou ensino superior como há agora (mas para uma guerra de 13 anos já havia).”
Primeiro os grandes resultados em saúde foram feitos antes do SNS entre os anos 1960’s e 1979, por exemplo a significativa descida nas mortes de crianças até 1 ano por exemplo foi iniciada no Estado Novo. O 25 de Abril só continuou a tendência existente. A inflexão da curva para a descida acelerada dá-se antes do 25 de Abril.
Porque é que escamotea a baixa dívida do Estado Novo – não foi só não ter bancarrotas foi ter baixa dívida – e segundo não reconhecer que foi essa baixa dívida que permitiu ao regime do 25 Abril passar de 15% de dívida para 60% da dívida até aos anos 90.
Para terminar. A Ditadura do Estado Novo era insustentável. O Regime do 25 de Abril também o é.
O Regime do 25 de Abril viveu às custas da baixa dívida do Estado Novo e vive às custas da CEE agora União Europeia. Nunca foi um regime que produzisse para aquilo que gasta ao contrário do Estado Novo que aliás teve de limpar a porcaria da I Republica. E pior, é um regime com uma cultura que não cria crianças sequer para ter futuro ao contrário do Estado Novo.
Outra palavra que se pode aplicar é Desperdício:
Os grandes investimentos na “educação” produziram o quê? O país não cresce há quase 2 décadas. Está nos últimos lugares da União Europeia ultrapassado por vários países da Europa de Leste, sem falar do resto do mundo.
E o problema com este gigante falhanço é que uma das respostas será atracção pelo passado, pelo Estado Novo.
Olá
E assim começam e se divulgam as falsas notícias.
Zé Onofre
Existe uma diferença entre informação e dados.
Não temos capacidade para processar os dados que a internet nos disponibiliza.
o resto são algoritmos
“é um pensamento que encontrei num blogue”.
Discordo. Aprendi a arranjar electrodomésticos no YouTube. Logo deixei de ser um ignorante nesta área. E quando digo “arranjar” não estou a ser arrogante. 😋😋
Uma saudação ao movimento “Right to Repair”, que se tem mobilizado sobretudo através das redes sociais. Pela justiça.
Precisamente.
Temos aqui o New York Times um jornal “de referência” – que o Expresso – outro jornal “de referência” quando o lia passava a vida copiar….-
https://realclimatescience.com/2021/03/n ew-york-times-most-east-coast-beaches-go ne-by-2020/
In 1995, the New York Times predicted “most of the beaches on the East Coast of the United States would be gone in 25 years”
Não há melhor forma de sabermos que estamos perante um ignorante assumido e arrogante do que as palavras “li no New York Times…”… e “li no Expresso que o FMI já não vem”
“Li no Twitter” que o Washington Post – 2 meses depois – acabou de se corrigir sobre o que Trump tinha dito sobre as eleições no estado da Georgia.
O WP tinha apresentado o Trump como que a pedir a manipulação dos resultados…
Este é um excelente exemplo , Caprice modelo, atriz, etc a propor em Março 2020 um confinamento como no países asiáticos além de máscara na discussão com uma “especialista”: ews/caprice-mocked-coronavirus-expertise-a gainst-21700348 s/1371750637050945542
https://www.mirror.co.uk/3am/celebrity-n
https://twitter.com/carolecadwalla/statu
Hoje o que é que os “especialistas” dizem?