Dois terços dos eleitores norte-americanos exerceram o direito de voto nestas presidenciais. A percentagem mais elevada em mais de um século. Conclusão provisória: o novo coronavírus faz bem à democracia.
O vírus e o voto
Pedro Correia,
Dois terços dos eleitores norte-americanos exerceram o direito de voto nestas presidenciais. A percentagem mais elevada em mais de um século. Conclusão provisória: o novo coronavírus faz bem à democracia.
Hmm…
Palpita-me que por cá, dois terços nem se aproximarão duma urna de voto.
Sobre Portugal haverá muito tempo para falar. Agora interessa é a eleição norte-americana.
Não a mim.
O novo coronavirus faz bem à democracia mas se o Trump ganhar, também fica provado que o novo coronavirus afecta o cérebro.
Afecta o cérebro só daqueles que batem palminhas às ditaduras. Em democracia, vote-se como se votar, não há gente remetida aos hospícios por “dissidência” política. Como acontecia na defunta URSS.
Em democracia há gente em prisão domiciliária e impedida de festejar com seis amigos. Como acontecia na defunta URSS.
O nosso actual e futuro presidente Trump está a provar como um verdadeiro macho é capaz de mobilizar uma nação e o mundo. As feministas e os feministas não possuem talento para tanto.
Trump , piano piano, conquista swing states. É o colégio eleitoral que determinará a vitoria.
No passado quarter, trimestre, Trump em plena pandemia fez a economia crescer 7,4%, o que representa um crescimento do PIB de 33,1%.
Nenhum presidente americano em mais de 1/2 século foi capaz de fazer tais proezas pela economia dos USA, aumentado significativamente os rendimentos dos pobres. Sim, eu disse dos pobres.
Ao dizer que a Alemanha era delinquente, uma verdade inegável tendo em conta o que fez também durante a crise do sub-prime, acabou com o fascismo alemão na Europa.
O milagre económico de Trump veio colocar a descoberto que agir em matilha e com a matilha privilegia alguns corruptos. Por isto, fez bem em sair do acordo do clima, pôs a Europa, o Japão e a Coreia do Sul a pagar também sua segurança, fez com que a China através das tarifas subsidiasse os agricultores americanos, acabou com a hegemonia tecnológica que a China pretendia implementar…
Os democratas feministas julgam que viver bem é assassinar crianças no ventre das mães, armarem ao pingarelho corrompendo o sentido do casamento chamando de casais a pessoas do mesmo sexo em coabitação, criar derivas fantasiosas sobre género e igualdade de género, e fomentarem a falsa ideia de igualdade através de leis que subvertem a natureza e a relação natural entre mulheres e homens.
Por tudo isto e pelo que não vai dito, Trump, um macho, ficará na história e será o próximo presidente.
“Nosso presidente”?!
Você imagina-se no país errado.
O nosso Presidente chama-se Sousa, Marcelo de Sousa.
Não se ofenda, meu caro. Porém um tipo que pôs o mundo a “marchar” preside ao mundo. Quer se goste quer não é isto que acontece, com o nosso presidente.
Sendo que entre um e outro, venha o diabo e escolha.
Chiça. Há portugueses mais “amaricanos” do que os próprios amaricanos.
Neste caso não é o diabo. São dois terços dos eleitores norte-americanos. Provavelmente a maior afluência às urnas na história dos EUA.
Ai vento, vento, se houvesse um emoji a vomitar era isso que eu punha aqui em resposta ao seu comentário.
Chuva
Na realidade um emoji revela mais sensibilidade que você. Pois o que as e os feministas fazem é mesmo para provocar vómitos.
O nosso Trump é talentoso.
Zé soneca. Um “prince”, por contraste com abominável mostrengo, escroque e bully. Homúnculo tão fake, não lembra ao careca.
Pois, mas o Zé Soneca não deve chegar a ver o fim da pandemia e será “presidenta” a Chavala Harris, esquerdista q.b..