DELITO há dez anos


Pedro Correia,

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João Carvalho: «Para o Governo, o acordo com o PSD sobre o Orçamento «tem um custo»: 500 milhões de euros, retirados das receitas. Peanuts. Nada que o Governo não esteja habituado a desperdiçar num estalar de dedos. O problema vai ser compensar esse montante do lado das despesas, visto que o Governo não está habituado a poupar.»

 

Paulo Gorjão: «Vital Moreira considera que os €500 milhões de receita que deixarão de ser arrecadados pelo Estado na sequência do acordo entre o Governo e o PSD poderão conduzir à intervenção do FMI em Portugal. Tem graça que eu pensava que a eventual entrada do FMI em Portugal se devia à incapacidade do Governo em controlar a despesa.»

 

Eu: «Um simples olhar à lista dos dirigentes em funções no mundo há meio século, no início de uma das décadas mais memoráveis de sempre, revela-nos muito do que eram aqueles tempos. Em 1960 mal se haviam dissipado ainda os ecos da II Guerra Mundial: dois heróis daquele conflito, o mais sangrento da História, ocupavam funções presidenciais – Dwight Eisenhower na Casa Branca e Charles de Gaulle no Palácio do Eliseu. A política de blocos – capitalista e comunista – estava no auge, o que se revelava bem na existência de três países divididos: Alemanha (Konrad Adenauer era o chanceler no Ocidente, Walter Ulbricht era o número um da Alemanha de Leste), a Coreia (com o pró-soviético Kim Il-sung a norte e o pró-americano Syngman Rhee a sul) e o Vietname (Ho Chi Minh era o líder em Hanói e Ngo Dinh Diem em Saigão).»

Um comentário em “DELITO há dez anos”

  1. Vamos lá falar de orçamento e políticas sociais.

    Começo por dizer que os apologistas da eutanásia, entenda-se assassinato contratado, andam agora muito agitadinhos com a fata de assistência aos doentes por parte das estruturas de saúde.
    Pois bem, a eutanásia já está em vigor, com poupanças significativas, e esta malta agora reivindica cuidados e não o assassinato.
    Vá-se lá entender estes pobres diabos.

    Vamos agora às restrições à circulação que o títere Costa pretende implementar e que aquele senhor da PSP também arrogante quis debitar uns kilobytes de palavreado.
    Costa é um fascista disfarçado no meio de uma geringonça. Com palavreado próprio de habilidades jurídicas para encher auditórios vazios, quer comprar uma guerrita com constitucionalistas, o PR e o povo português lúcido fazendo crer que estas medidas não ferem a constituição e os direitos dos cidadãos.

    Mais ainda, quer fazer acreditar que os contágios ocorrem em ambiente familiar, mas não porque as pessoas frequentam escolas, universidades, transportes púbicos… e por isso mesmo se infectam e infectam outros também em ambiente familiar.
    Quer ainda fazer acreditar que a visita a cemitérios, que são ao ar livre, estão impregnadas de perigos imaginários que afectam a saúde pública.
    Este falso Costa, um fascista, caiu-lhe um país nos braços por habilidades. Mas falta-lhe inteligência para o cargo que efectivamente não exerce.

    O OE não possui nenhuma virtude. Nada mais é que a constatação que a Europa não podendo encapotar sua falência pretende agora iniciar um processo que devia ter ocorrido há 12 anos.
    Portanto, o OE é de Bruxelas e não dos mordomos, onde se inclui Centeno.

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