«Acho um enorme egoísmo limitar a vida dos jovens de formas tão radicais e pouco sensatas, com marcas que ficarão para toda a vida, em nome dos mais velhos, que já viveram essa infância de forma mais ou menos feliz e despreocupada. Pertenço a um grupo de apoio de mães, a quantidade recente de pedidos de recomendações de pedopsiquiatras e psicoterapeutas infantis é assustador.
Há um equilíbrio e um bom senso que se perdeu em nome do medo, e esta forma de estar na vida assusta-me muito mais que qualquer vírus, confesso.»
Da nossa leitora Patrícia Mira Ferreira. A propósito deste texto da Maria Dulce Fernandes.

How the Costa saved Christmas, by Dr. Seuss.
A patrulha de fronteiras está 5 estrelas.
Também gosto da medida de anular jogos de modalidades não profissionais. Deve ser para impedir as multidões de acompanharem as suas equipas a jogos em que a presença de público está proibida
É um texto insensato, publicado também por um insensato,( este último, que em nome do futebol, se encham os estádios de energúmenos )
Egoismo é limitar a vida de médicos e enfermeiros que se esforçam dentro de toda esta problemática para salvar vidas sacrificando a sua própria vida familiar, por gente que não respeita nada.
Egoismo é ver jovens que por copos de vinho rasca, cerveja morna e erva doce não tem qualquer tipo de preocupações para com os outros não se preocupando minimamente em serem fontes de contagio ou de sobrecarregar o SNS com eles próprios.
“Há um equilíbrio e um bom senso” de facto que se perdeu nas pessoas de não perceberem o que está em causa, acerca de uma doença desconhecida que até pode vir a não ter uma vacina eficaz.
A História de facto repete-se e passado 100 anos ninguém aprendeu nada, e esta é a verdadeira limitação do ser humano, com uma diferença apenas, é que hoje reina o mundo dos sabichões da treta.
Francisco Salgado
Desafio-te a dizeres onde é que eu alguma vez defendi “estádios cheios”, imbecil.
Cheias estavam as bancadas do autódromo em Portimão, com chancela das “autoridades sanitarias”.
O Sr. Pedro Correia, que ao fazer um insulto gratuito mostra bem a sua essência no que a futebol lhe toca.
Pois eu ao escrever “se encham os estádios de energúmenos )”
Posso pecar por excesso!
Mas não estou a falar em estádios cheios como é evidente, aliás, como qualquer pessoa facilmente depreende, mas estádios com o tipo de adepto que só estraga o futebol.
(com o devido respeito aos outros)
E sim!
O Sr. já varias vezes se manifestou contra a ausência de público no futebol e até tecendo criticas, aqui no blogue ou anda esquecido.
E com o que se está a passar nos hospitais é no mínimo desrespeitador para com os médicos enfermeiras/os, auxiliares, bombeiros, e todos aqueles que estão ao serviço da saúde, pois isto não está nada fácil,nem para quem têm covid ou sofre de outros problemas de saúde.
Francisco Salgado
Tenho, portanto, de chamar-te aldrabão.
100% de acordo. coitadinhos dos jovens com décadas de vida à frente deles, que não podem sacrificar uns poucos meses para salvar os velhos…
como é que sabe que os jovens e crianças têm décadas de vida à frente? tem alguma bola de cristal que adivinha o futuro? é que sei de bastante gente que morre muito nova.
O que quer dizer com isso, é que é apologista de matar os mais velhos?
Assuma-se!
Novos contra velhos, velhos contra novos, negacionistas contra fundamentalistas, fundamentalistas contra negacionistas.
Enfim, é o normal quando o objectivo é desviar as atenções, até o presidente dos afectos permite a violação da constituição.
O que se está a fazer com as crianças é um crime, o que se está a fazer com os velhos é um crime.
Não há qualquer espécie de diálogo, é um cumprir de regras de efeito duvidoso, é uma destruição económica sem precedentes é uma tentativa absurda de unificação de comportamentos como se o objectivo fosse a criação de uma nova ordem mundial.
Sempre houve esta azáfama nos hospitais no inicio do inverno e no começo da primavera, não compreendo como é que a maioria dos médicos aceita de bom grado esta manipulação, não compreendo como é que países democráticos reagem da mesma maneira que países ditatoriais.
Esta pseudo pandemia só tem uma virtude, é pôr a nu a verdadeira natureza do ser humano.
É pôr a nu a hipocrisia, a bufaria, os falsos moralistas, os pequeninos ditadores e toda uma série de reacções mesquinhas e reles mas fundamentais no processo de intoxicação de massas.
Tão bonito, tão redondo. O que esse comentário, que por certo poderia fazer parte do linguajar do chefe do Chega esquece, é algo um tanto ou quanto mais complexo. Esquece que os meninos e as meninas, ‘tadinhos dos jovens, nomeadamente dos universitários, continuam a poder ir à escola, continuam a poder realizar as aprendizagens de forma presencial, pasme-se, as escolas não fecham!;. esquece aquilo que todos fingimos ignorar: que são as escolas um dos principais elementos de disseminação do vírus, o tal elefante no meio da sala que até as autoridades, o governo, fingem não ser um problema; esquece que há um equilíbrio ténue entre os potenciais efeitos perniciosos de medidas restritivas das liberdades individuais (não só para as novas gerações) e a necessidade de protegermos a saúde de todos; esquece que os jovens, os adolescentes e etc., são categorias sociais que não existiam há menos de um século; por fim, esquece a concretização das “formas tão radicais e pouco sensatas, com marcas que ficarão para toda a vida, em nome dos mais velhos”, alegadamente infligidas aos mais novos. Que formas tão radicais são essas? Hum? E não basta vir com o paleio de que oh, espanto, há uma enorme quantidade de pedidos e de recomendações a terapeutas disto e daquilo, em linha com a escola Jonet (presumo que por parte de pais e não dos filhos), shit happens. Não, Não basta atirar com esse dado avulso, aliás, é quase ofensivo, para com muitos jovens e adolescentes, como se estes não tivessem, numa larga percentagem, noção do que está em jogo. Não, não basta, o comentário é fraquinho e com laivos de venturismo. Nota-se e demonstra-se com esta facilidade. Enfim, nada que espante por aí além, dada a progressiva radicalização trumpeteira que se tem vindo a observar neste espaço.
Dois provérbios populares:
1- “Burro velho não toma ensino”.
2- “Mais vale ensiná-los depois de velhos do que deixá-los morrer estúpidos”.
Provérbios contraditórios e prenhes de sabedoria. No que diz respeito ao primeiro, nada tenho a acrescentar. No que respeita ao segundo, já escrevi extensivamente no post original onde este “comentário da semana” foi produzido. A título de exemplo:
«Continue, pois, de cabeça bem enterrada na areia, não precisando sequer de mudar de lentes nesse universo de trevas irracionais em que se encontra mergulhada – o medo. Uma “posição em que a Alemanha perdeu a guerra”, uma posição a implorar por vacina.
E ignore galhardamente que dispõe de exército destinado a combater infecções – o sistema imunitário. Ignore que, como qualquer outro exército, o sistema imunitário precisa de equipamento e armamento adequados.
Ignore que “Correcting Britain’s Vitamin D deficiency could save thousands of lives 6/correcting-britains-vitamin-d-deficien cy-could-save-thousands/ .
A groundbreaking new study points to a cheap, safe, effective way of tackling Covid”
https://www.telegraph.co.uk/news/2020/09/2
Ignore a profilaxia a que o presidente dos EUA vinha a ser submetido, de acordo com a Business Insider:
«The physician’s statement said Trump “remains fatigued but is in good spirits.” Conley added that the president has also been taking zinc, vitamin D, famotidine, melatonin, and a daily aspirin.»
Ignore que a vitamina D, o zinco, a melatonina e a famotidina são algumas das substâncias referidas no capítulo profiláctico do protocolo de tratamento MATH+, com origem na East Virginia Medical School e que pode encontrar neste link:
https://www.evms.edu/media/evms_public/d epartments/internal_medicine/EVMS_Critic al_Care_COVID-19_Protocol.pdf (MATH+)
Ignore também:
“Vitamin D deficiency 2.0: an update on the current status worldwide” 20-0558-y.pdf
https://www.nature.com/articles/s41430-0
“Immunologic Effects of Vitamin D on Human Health and Disease” s/PMC7400911/
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/article
“The Possible Role of Vitamin D in Suppressing Cytokine Storm and Associated Mortality in COVID-19 Patients” 020.04.08.20058578v4
https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2
“Vitamin D controls T cell antigen receptor signaling and activation of human T cells”
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/20208539/
“Vitamin D Insufficiency is Prevalent in Severe COVID-19” 020.04.24.20075838v1
https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2
“Effect of Calcifediol Treatment and best Available Therapy versus best Available Therapy on Intensive Care Unit Admission and Mortality Among Patients Hospitalized for COVID-19: A Pilot Randomized Clinical study” [calcifediol, análogo da vitamina D] ticle/pii/S0960076020302764
https://www.sciencedirect.com/science/ar
“Zn2+ Inhibits Coronavirus and Arterivirus RNA Polymerase Activity In Vitro and Zinc Ionophores Block the Replication of These Viruses in Cell Culture” rticle?id=10.1371/journal.ppat.1001176
https://journals.plos.org/plospathogens/a
“The Role of Zinc in Antiviral Immunity” s/PMC6628855/
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/article
“Efficacy of Famotidine for COVID-19: A Systematic Review and Meta-analysis” 020.09.28.20203463v1
https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2
Continue a ignorar, com o mais alto patrocínio do “Ministério da Verdade: guerra é paz, liberdade é escravidão, ignorância é poder”.»
Este “comentário da semana” remete-me para a seguintes questões:
– porque razão, durante os primeiros tempos da 2ª Guerra Mundial, o governo inglês retirou milhares de crianças das cidades, enviando-as para locais seguros situados algures no “country side”?
– porque razão, ao invés de ter feito isso com crianças, não o fez com os mais idosos, tão ou mais vulneráveis do que as crianças?
– porque razão deixou os pais das crianças e os avós nas cidades à mercê da lotaria muitas vezes fatal dos bombardeamentos inimigos?
Para quem possua uma visão clarividente da realidade, as respostas são triviais. “O comentário da semana” intui algumas, sem recurso a conceitos fundamentados nas estatísticas como sejam a esperança média de vida e as horas esperadas de vida. Ambos conceitos oriundos da realidade, a realidade onde todos vamos acabar por morrer, mais cedo ou mais tarde – esta a minha profecia observacional, sem precisar das bolas de cristal camufladas de ciência de todos os professores Fergus Karamba Filho desta vida.
Aquando das minhas passagens por Cranfield e Loughborough, onde tive oportunidade de conhecer algumas dessas ex-crianças retiradas das cidades e mandadas para o “country side” inglês aquando da 2ª Guerra Mundial, ficou para mim muito claro que o governo de Churchill tinha tomado a decisão correcta. Uma decisão sem a qual talvez não me tivesse sido possível, entre outras coisas, sentar um dia no “cockpit” do Jaguar que serviu de “test bed” para o desenvolvimento do “fly-by-wire” inglês.
Sem crianças não há futuro próspero. O futuro não pode ser hipotecado em nome do presente. O medo irracional não pode comprometer a esperança desse futuro.
“- porque razão deixou os pais das crianças e os avós nas cidades à mercê da lotaria muitas vezes fatal dos bombardeamentos inimigos?”
E das granadas de artilharia anti aérea que não explodiram quando deviam, provavelmente 1/3 dos mortos.
lucklucky
Também foram enviadas milhares de crianças para o Canadá.
São também as crianças, em caso de haver situação de naufrágio, as primeiras a serem postas a salvo.
“em caso de haver situação de naufrágio, as primeiras a serem postas a salvo.”
No final da 2 guerra mundial a Alemanha Nazi mandou crianças de 10 anos fazer guerra pela Alemanha, enquanto alguns lideres fanáticos das SS davam a
soleta.
Boa noite ,
caro Pedro Correia , com este destaque, passou oficialmente a ser um negacionista , um apoiante de Ventura , um fascista , e outras coisas mais .
Geralmente isto acontece por falta de argumentos válidos .
Como tenho dito, hoje o que está verdadeiramente em causa , não é a saúde pública mas sim a liberdade individual e das Nações .
Luis Almeida
Não!
Caro Luis Almeida, o que está em causa é de facto a saúde pública.
E a prova que ainda há liberdade é estarmos aqui a divergir nas ideias.
O que não pode haver é a negação de mais de um milhão de mortos contabilizados, mais um número elevado e desconhecido de mortos pelo mundo inteiro, e aqui sim, estamos de facto a esconder a realidade e a subverter a liberdade do conhecimento do que está em causa.
Se ler o que aconteceu durante a pneumónica Espanhola talvez perceba melhor aquilo que questiona.
Do recente artigo científico “Infection fatality rate of COVID-19 inferred from seroprevalence data”, publicado no Bulletin of the World Health Organization e que passo a citar:
«In people <70 years, infection fatality rates ranged from 0.00% to 0.31% with crude and corrected medians of 0.05%.»
(…)
« If one could sample equally from all locations globally, the median infection fatality rate might be even substantially lower than the 0.23% observed in my analysis. COVID-19 has a very steep age gradient for risk of death [80]. Moreover, many, and in some cases most, deaths in European countries that have had large numbers of cases and deaths [81] and in the USA [82] occurred in nursing homes. Locations with many nursing home deaths may have high estimates of the infection fatality rate, but the infection fatality rate would still be low among nonelderly, non-debilitated people.»
Portanto, segundo o artigo, a taxa de mortalidade de infectados é de 0,23%, podendo ainda ser menor, e a de pessoas com menos de 70 anos é de 0,05%. Estes números estão em acordo com aquilo que se observa nas estatísticas e nas últimas projecções da OMS, que apontam para que 750 milhões de pessoas tenham sido já infectadas. É claro que esta informação nunca fará títulos nem merecerá destaque na indústria noticiosa – é o tipo de informação que atira as perspectivas de determinados negócios pela pia abaixo.
Números portugueses até ao final de Setembro:
– vítimas COVID-19 com mais de 80 anos: 1 352 óbitos
– excesso de mortalidade maiores de 85 anos: 5 395 óbitos
Números do mês de Setembro:
– média 2009-2019 de óbitos diários: 256
– média 2020 de óbitos diários: 300
– total 2020: 8 999 óbitos
– COVID-19: 153 óbitos
Outros números médios anuais:
– vítimas de diabetes: 4 300
– vítimas de acidentes: 4 200
– (complete o restante)
Vítimas de pneumonia:
– em 2017: 5 596
– em 2018: 5 724
– em 2019: número ainda não disponível
Será que os 8 846 óbitos não-COVID-19 ocorridos em Setembro não contam? Será que apenas contam os 153 causados pela COVID-19? Porque pertenciam à nobreza e ao clero? É esse o seu conceito de saúde pública?
Será que o excesso de mortalidade não-COVID-19 cerca de 4 000 óbitos em maiores de 85 anos registados até Setembro não a comovem? Para salvar uma pessoa da COVID-19 quantas é que está disposta a matar?
Ainda pretende comparar estes números com os da gripe espanhola, com cerca de 100 000 óbitos ocorridos em Portugal e 50 a 80 milhões em todo o mundo?
Continue, pois, de cabeça bem enterrada na areia, não precisando sequer de mudar de lentes nesse universo de trevas irracionais em que se encontra mergulhada – o medo. Uma “posição em que a Alemanha perdeu a guerra”, uma posição a implorar por vacina.
Leitura adicional:
“Reconstruction of a Mass Hysteria – The Swine Flu Panic of 2009” ld/reconstruction-of-a-mass-hysteria-the-s wine-flu-panic-of-2009-a-682613.html
https://www.spiegel.de/international/wor
“o medo. Uma “posição em que a Alemanha perdeu a guerra”, uma posição a implorar por vacina.”
Então para si caro Elvimonte é deixar andar, a natureza que faça a escolha.
Caso contrário é o medo a dominar, e a prevalecer sobre o racional.
De qualquer forma não percebo o porquê de ir buscar Alemanha, nem estou a ver nenhum português a implorar vacina.
Provavelmente foi a falta de medo que levou Alemanha a perder a guerra, assim como nós também perderemos a guerra contra o vírus se o desvalorizarmos.
Mas penso:
Que a nossa liberdade individual só faz sentido numa consciência colectiva de responsabilidade inserida uma sociedade.
Em comentário anterior já o escrevi. Como parece que não o terá lido e reputo de essencial a informação nele apresentada, volto a repetir:
«E ignore galhardamente que dispõe de exército destinado a combater infecções – o sistema imunitário. Ignore que, como qualquer outro exército, o sistema imunitário precisa de equipamento e armamento adequados.
Ignore que “Correcting Britain’s Vitamin D deficiency could save thousands of lives 6/correcting-britains-vitamin-d-deficien cy-could-save-thousands/ .
A groundbreaking new study points to a cheap, safe, effective way of tackling Covid”
https://www.telegraph.co.uk/news/2020/09/2
Ignore a profilaxia a que o presidente dos EUA vinha a ser submetido, de acordo com a Business Insider:
«The physician’s statement said Trump “remains fatigued but is in good spirits.” Conley added that the president has also been taking zinc, vitamin D, famotidine, melatonin, and a daily aspirin.»
Ignore que a vitamina D, o zinco, a melatonina e a famotidina são algumas das substâncias referidas no capítulo profiláctico do protocolo de tratamento MATH+, com origem na East Virginia Medical School e que pode encontrar neste link:
https://www.evms.edu/media/evms_public/d epartments/internal_medicine/EVMS_Critic al_Care_COVID-19_Protocol.pdf (MATH+)
Ignore também:
“Vitamin D deficiency 2.0: an update on the current status worldwide” 20-0558-y.pdf
https://www.nature.com/articles/s41430-0
“Immunologic Effects of Vitamin D on Human Health and Disease” s/PMC7400911/
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/article
“The Possible Role of Vitamin D in Suppressing Cytokine Storm and Associated Mortality in COVID-19 Patients” 020.04.08.20058578v4
https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2
“Vitamin D controls T cell antigen receptor signaling and activation of human T cells”
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/20208539/
“Vitamin D Insufficiency is Prevalent in Severe COVID-19” 020.04.24.20075838v1
https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2
“Effect of Calcifediol Treatment and best Available Therapy versus best Available Therapy on Intensive Care Unit Admission and Mortality Among Patients Hospitalized for COVID-19: A Pilot Randomized Clinical study” [calcifediol, análogo da vitamina D] ticle/pii/S0960076020302764
https://www.sciencedirect.com/science/ar
“Zn2+ Inhibits Coronavirus and Arterivirus RNA Polymerase Activity In Vitro and Zinc Ionophores Block the Replication of These Viruses in Cell Culture” rticle?id=10.1371/journal.ppat.1001176
https://journals.plos.org/plospathogens/a
“The Role of Zinc in Antiviral Immunity” s/PMC6628855/
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/article
“Efficacy of Famotidine for COVID-19: A Systematic Review and Meta-analysis” 020.09.28.20203463v1 »
https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2
Como vê, não se trata de “deixar andar”, como afirma. A doença pode ser prevenida e terá cura em mais de 99,9% dos casos. A profilaxia e a prevenção efectiva são constituídas por substâncias baratas que dispensam receita médica. Os artigos científicos estão aí a confirmar e há muitos mais, sobre estas e outras substâncias, também elas baratas.
Lamentável este conhecimento não ter difusão generalizada. Lamentável não encher todos os dias as páginas dos jornais, as notícias e as recomendações sanitárias. Lamentável o medo e o pânico que, ao invés, todos os dias nos inculcam, sem que disso nada resulte de útil.
Lamentável que hoje se tenha publicado uma notícia com o título “Dois em cada três portugueses têm falta de vitamina D – estudo”, mas no corpo da notícia nem uma palavra conste sobre as implicações que essa carência tem no desempenho do sistema imunitário, em particular no que se refere à COVID-19. A não ser que o objectivo seja a desinformação, sendo nesse caso um excelente trabalho.
Excelente “comentário da semana”, com o qual estou plenamente de acordo.
Balio o doninha fedorenta, deve ter ouvido a sineta para sair da toca.
Esta observação (bem como as similares e ainda piores que foram escritas nos comentários ao post que lhe deu origem) é de uma insensibilidade e de um egoísmo (esta sim) atrozes. Mais: esta senhora está a defender os seus filhos contra os velhos que já viveram a sua juventude e por isso já estão a mais neste mundo, como os nazis defendiam os arianos contra as raças que só poluíam a terra, e como os inquisidores defendiam os cristãos contra as religiões hereges e logo indignas deste mundo e do outro. Como é que é possível escrever tal barbaridade, o mundo não aprendeu nada com a sua longa história de extremismos e extermínios? O problema é que as (algumas) pessoas estão demasiado confortáveis e fechadas no seu casulo, e esquecem-se que vivem em sociedade. E por isso têm obrigações e responsabilidades sociais. Mas não, assim que surge uma contrariedade, em vez de ganharem resiliência e se unirem para encontrar soluções sociais, fecham-se ainda mais no seu casulo, olham apenas para os seus umbigos (o que inclui os filhos delas e exclui todos os outros, sobretudo os que incomodam os seus umbigos, neste caso os velhos) e vão para o mundo dizer e escrever alarvidades. Felizmente ainda vivemos em democracia, onde a liberdade de exprimir alarvidades está devidamente salvaguardada. Porque num mundo onde se exterminassem os velhos para dar mais lugar ao sol aos novos, já esta liberdade estaria claramente abolida. Pedro Correia, tenho consideração por si, por isso acredito que tenha dado destaque a este comentário para lançar a discussão – e não por concordar com ele.
Filipa
Agradeço a consideração, Filipa.
Como várias vezes já expliquei, os destaques que atribuo na rubrica “comentário da semana” não implicam que subscreva o teor de cada texto. Posso escolhê-los, por exemplo, pelo potencial de controvérsia que encerram – como é o caso.
Num blogue intitulado DELITO DE OPINIÃO, mal seria que fugíssemos da polémica ou abdicássemos da discussão.
Concordo plenamente, Pedro. É por essa razão que não me acho no direito de apagar um comentário (salvo obscenidades), concorde ou não com ele. Todos têm direito à sua opinião, por mais desumana que possa ser ou parecer.
Porque razão, durante os primeiros tempos da 2ª Guerra Mundial, o governo inglês retirou milhares de crianças das cidades, enviando-as para locais seguros situados algures no “country side”?
Porque razão, ao invés de ter feito isso com crianças, não o fez com os mais idosos, tão ou mais vulneráveis do que as crianças?
Porque razão deixou os pais das crianças e os avós nas cidades à mercê da lotaria muitas vezes fatal dos bombardeamentos inimigos?
Segundo a sua lógica, concerteza porque queria que “se exterminassem os velhos para dar mais lugar ao sol aos novos” (entre aspas, palavras suas).
Pois é contra essa lógica egoísta, ignorante, perturbada, insensata, mergulhada nas trevas irracionais do medo, unicamente produtora das alarvidades sem sentido de que acusa terceiros, que lhe deixo palavras inspiradoras de alguém profundamente altruísta:
«Nós, os velhos, quando chegarmos ao hospital, se for necessário, oferecemos o nosso ventilador a um homem que tenha mulher e filhos.»
(General Ramalho Eanes, em entrevista à RTP, https://www.rtp.pt/play/p6954/e464872/es pecial-covid-19)
PS – Não leia outros comentários meus neste post porque eles contêm números, artigos científicos, profilaxia e factos. Algo que não passa nas TVs e não faz parangonas nos jornais. E como não tem havido notícias deles, deduzo que a Suécia não esteja a ter problemas e que a República Checa esteja agora a ser duramente fustigada, mesmo sem precisar de olhar para os gráficos.
Cai o Carmo e a Trindade!!!
Pedro Correia o Negacionista, já nem o VAR lhe salva deste triste epíteto.
Nunca pensei!!!
Acabou de chegar o taradinho dos pontos de exclamação.
Já cá faltava.
Ainda há-de aparecer o outro, que só escreve com maiúsculas.
Isto é uma guerra entre Thanatos e Sísifo. E, como é sabido, Sísifo, apesar de ter enganado Thanatos pelo menos duas vezes, acabou por perdê-la. Condenado para sempre a rolar a pedra montanha acima e, impotente, a vê-la rolar montanha abaixo – não lhe restou outra alternativa senão repetir a tarefa, sine die
Bem-vindos ao teatro do absurdo